Moçambique poderá atingir a taxa de admissão universal das crianças de seis anos de idade, no ensino primário público, até 2020, o que é confirmado pelo aumento, a cada ano, das taxas de frequência neste nível, mas a escolaridade primária universal continuará um desafio. Será necessário um trabalho persistente para fazer face às muito altas taxas de repetição e abandono, 15 e 20%, respectivamente, bem como à escassez de salas de aulas, sobretudo no ensino secundário.

Actualizado em Quinta, 15 Março 2018 07:59
 

O baixos salário – “apontado como sendo uma das causas da insatisfação no ensino primário e secundário em Moçambique” – as turmas numerosas, os obstáculos na nomeação e mudança de categoria e de escalão, as precárias condições das infra-estruturas escolares, a ausência de valorização da profissão pela sociedade e a falta de residências condignas são alguns desencantos – diga-se, em abono à verdade, já há longos anos conhecidos – dos professores do ensino público, que no entanto assumem que, pese embora não estejam satisfeitos com o seu trabalho, gostam dele e “poucos trocariam a profissão por outra, se houvesse oportunidade para fazê-lo”. Quem o diz é o próprio Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), num relatório intitulado “Estudo Holístico da Situação do Professor em Moçambique”, divulgado semana finda, em Maputo.

Actualizado em Quinta, 15 Março 2018 07:32
 

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) lançou o Plano Nacional de Acção de Leitura e Escrita (PNALE), na segunda-feira (26), em Maputo, numa altura em que se estima, por exemplo, que apenas cinco em cada 100 alunos da 3a. classe no país têm domínio de leitura e escrita. Porém, com o instrumento, que abrange os instruendos com “necessidades educativas especiais” e os “têm as línguas moçambicanas como as suas línguas primeiras”, pretende-se reduzir o índice de iliteracia para 12 em cada 100 petizes, até 2019, altura em que cessa o mandato do actual governo.

Actualizado em Quinta, 15 Março 2018 11:06
 

Foto de Emildo SamboO ano lectivo de 2018 arranca dentro de sensivelmente duas semanas, a 02 de Fevereiro próximo, nas escolas públicas de Moçambique. Na capital Maputo, as matrículas ainda estão em curso em muitos estabelecimentos de ensino, sobretudo da periferia, e decorrem num ambiente de verdadeira azáfama. Os pais e encarregados de educação a procurarem, a todo custo, vagas para os seus educandos da 8a e 11a classes, que registam maior procura a cada início do ano. Há alunos que por conta própria ou a mando dos seus progenitores estão, também, na mesma lufa-lufa, mas as direcções das escolas alegam que não estão em altura de satisfazer a todos devido à exiguidade de vagas. Todavia, a Direcção da Educação e Desenvolvimento Humano da Cidade de Maputo sugere que aqueles que não abrangidos pelo sistema optem pelo ensino à distancia, que este ano contará com mais de 4.400 vagas.

Actualizado em Quarta, 24 Janeiro 2018 09:54
 

Foto de Emildo SamboA Direcção da Educação e Desenvolvimento Humano da Cidade de Maputo vai contratar apenas 55 professores para todos os níveis de ensino, número que está aquém das necessidades, no presente ano lectivo, cuja abertura está marcada para 02 de Fevereiro próximo, em todo o país. Segundo a projecção do sector, cerca de 345 mil alunos vão sentar no banco da escola e o processo de matrículas ainda está curso, devendo terminar até 22 de Janeiro corrente.

Actualizado em Terça, 23 Janeiro 2018 08:58
 

Moçambique deve, até 2030, assegurar a educação inclusiva, equitativa, de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem para todas as crianças, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e de outros instrumentos que subscreveu para o efeito. Contudo, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) reconhece que, não obstante os esforços empreendidos pelo Governo nesse sentido, o acesso esse tipo instrução ainda está aquém do desejado, mormente a de alunos com necessidades educativas especiais.

Actualizado em Quinta, 14 Dezembro 2017 12:53
 

Foto de Júlio PaulinoPara a 6a classe, a inscrição irá acontecer de 18 de Dezembro próximo a 05 de Janeiro de 2018. O processo deverá abranger 494.523 alunos, dos quais 97.924 na Zambézia, 70.315 em Nampula, 47.056 em Sofala, 46.845 na província de Maputo, 44.841 em Tete, 42.987 em Inhambane, 40.755 em Manica, 33.642 em Gaza, 25.827 em Cabo Delgado, 23.545 no Niassa e 20.787 na cidade de Maputo.

Actualizado em Quinta, 30 Novembro 2017 08:54
 

ArquivoDecorre, a partir desta terça-feira (03) e prolongar-se-á até 30 de Dezembro próximo, em todo o território moçambicano, a inscrição das crianças que deverão frequentar a primeira classe, no ano 2018, anunciou o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), em Maputo, reiterando que o processo é gratuito. Nenhum pai ou encarregado de educação deve deixar de matricular o seu filho e ou educando a tempo, alegadamente porque não dispõe de documentos para o efeito.

Actualizado em Quinta, 30 Novembro 2017 08:54
 

O combate às desistências, a conclusão do ensino primário em tempo previsto para o efeito, a garantia da aprendizagem efectiva, o combate ao absentismo dos professores e alunos, o combate aos casamentos prematuros e à gravidez precoce são alguns problemas, já conhecidos e com barba branca, que ainda persistem no nosso sistema de ensino, considerou o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), esta quarta-feira (09), em Maputo.

Actualizado em Quarta, 30 Agosto 2017 11:47
 

Foto de Emildo SamboO antigo ministro da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), actualmente reitor da Universidade Pedagógica (UP), Jorge Ferrão, diz que em nenhum momento proibiu o uso de mini-saias nos estabelecimentos do ensino público moçambicano, assunto que gerou pandemônio e debate na sociedade.

Actualizado em Quarta, 30 Agosto 2017 11:45