Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 19 Janeiro 2018 08:12

Relatório da Human Rights WatchA Renamo, maior partido da oposição, acusa a Frelimo de ter tentado assassinar ou assassinado pelo menos 306 membros, nos últimos três anos, nas regiões sul, centro e norte Moçambique. Já a formação política no poder, há 42 anos, alega que ao menos 15 militantes seus foram também vítimas do antigo movimento rebelde, ora transformado em partido político, que desde 1994 diz chegar ao poder mas nunca governa porque pretensamente a Frelimo rouba votos. Em 2017, dezenas de elementos e simpatizantes dos dois maiores partidos da oposição foram mortos a tiros por indivíduos ainda não identificados.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 16 Janeiro 2018 08:00

As autoridades moçambicanas não investigaram pelo menos 10 homicídios ou tentativas de homicídio com fortes motivações políticas, desde Março de 2015, cujas vítimas foram o constitucionalista Gilles Cistac, o secretário-geral da Renamo, Manuel Bissopo, os altos oficiais da Renamo, o administrador de Tica (Sofala), Jorge Abílio, e, recentemente, o presidente do município de Nampula e membro do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Mahamudo Amurane, de acordo com a organização internacional Human Rights Watch (WHR), que acusa a Procuradora-Geral da República (PGR), Beatriz Buchili, de mutismo em relação ao assunto, que, também, não tem merecido esclarecimento que se espera ao nível do Serviço de Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). Nem sequer existe um suspeito.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Segunda, 15 Janeiro 2018 07:54

A Human Rights Watch (HRW) veio a público, na passada sexta-feira (12), dizer que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) de Moçambique e os guerrilheiros do maior partido da oposição, a Renamo, realizaram várias atrocidades e maus-tratos à população das províncias de Manica, Sofala, Tete e da Zambézia, de tal sorte que esta se viu forçada a abandonar as suas comunidades. Esta é a mesma posição a que chegou a Amnistia Internacional (AI), no princípio de 2017, e pediu, também, responsabilização dos protagonistas de tais actos descritos como um atentado aos mais elementares princípios de direitos humanos.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Segunda, 08 Janeiro 2018 07:20

A Renamo, maior partido da oposição em Moçambique, alertou, semana passada, à Comissão Nacional de Eleições (CNE), sobre alegadas anomalias nos cadernos eleitorais que serão utilizados na eleição intercalar agendada para 24 de Janeiro em curso, no município de Nampula. O problema circunscreve-se no facto de um determinados cadernos eleitorais pertencentes a um distrito aparecerem numa assembleia de voto de um município e na duplicidade da inscrição.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Quarta, 03 Janeiro 2018 07:51

Zófimo Muiuane, acusado de assassinar a sua esposa, Valentina Guebuza, com recurso a uma arma de fogo, na noite de 14 de Dezembro de 2016, fechou o processo de audiência, discussão e julgamento da mesma forma que o iniciou: com lágrimas. Ele chorou copiosa e soluçantemente, refez as juras de amor à sua consorte, alargou-as à família da mesma e alegou que tudo o que se diz em torno da sua pessoa e do seu ruído casamento não passa de um conluio para prejudicá-lo. Porém, não esclareceu por que motivo.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 02 Janeiro 2018 09:16

Foto de Emildo SamboOs advogados do réu Zófimo Muiuane alegaram que o seu constituinte é inocente e, ao contrário do que a acusação entende, ele não planeou a morte da esposa, Valentina Guebuza. Todavia, se não for esse o entendimento do tribunal, ele que seja condenado a uma pena de três anos de prisão.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 02 Janeiro 2018 09:11

Os advogados da família Guebuza apelaram ao tribunal, na última sexta-feira (29), para que Zófimo Muiuane seja condenado “como delinquente habitual” a uma “pena mínima de 24 anos de prisão maior”, a qual deve ser agravada para 30 anos de reclusão, por assassinato a tiros da sua esposa, Valentina Guebuza, na noite de 14 de Dezembro de 2016, e por ter mentido em juízo.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 29 Dezembro 2017 06:54

Foto de Emildo SamboA defesa de Zófimo Muiuane, julgado por alegado assassinato de Valentina Guebuza, solicitou ao tribunal uma acareação entre o seu cliente e o sobrinho da vítima, mas no preciso momento não se concretizou porque a própria defesa não foi capaz de fazer o confronto entre os dois cidadãos nos moldes previstos na lei.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 29 Dezembro 2017 06:45

Os agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) que intervieram no socorro a Valentina Guebuza, no dia em que foi assassinada – 14 de Dezembro de 2016 –, supostamente pelo marido, Zófimo Muiuane, contrariaram o réu em sede do tribunal, na quinta-feira (28), afirmando, de forma unânime, em momentos separados, que ele confessou que tirou a vida da própria esposa. Porém, eles disseram que não conseguiram arrancar dele as motivações do acto.

 
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