Escrito por Redação  
Segunda, 03 Fevereiro 2020 21:00
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Foto da Presidencia da RepúblicaPoucos dias após os “malfeitores” atacarem um povoação próxima da Cidade de Pemba o Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi, manteve o secretismo sobre a real situação na Província de Cabo Delgado e fez um “chamamento a todos os moçambicanos” para o combate aos insurgentes que desde 2017 semeiam o terror no Norte de Moçambique.

O Presidente da República e Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança continua a esconder dos moçambicanos a dramática situação militar que se vive na Província de Cabo Delgado onde os “malfeitores” levaram, no passado dia 29, o terror para próximo da Cidade de Pemba com um ataque à povoação de Bilibiza onde permaneceram durante várias horas sem nenhum resposta das autoridades governamentais.

Ainda durante a semana passada os “malfeitores”, que já haviam exibido viaturas capturadas à Polícia da República de Moçambique, difundiram imagens mostrando um blindado que retiraram ao exército, soldados assassinados assim como civis.

“Como é do domínio de todos, mais uma vez os moçambicanos são atentados com actos hediondos na Província de Cabo Delgado. Os malfeitores, financiados por forças internas e externas, estão a assassinar as populações e destroem habitações e outras infra-estruturas”, começou por afirmar nesta segunda-feira (03) o Presidente Filipe Nyusi.

Numa declaração à Nação, por ocasião do Dia dos Heróis Moçambicanos, o Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança anunciou que “as populações decidiram-se juntar às Forças de Defesa e Segurança, os actuais heróis, uma experiência que a nossa Luta libertária provou ser a mais eficaz no combate contra estes malfeitores”.

“As Forças de Defesa e Segurança procuram, sem poupar esforços, restaurar o sossego das nossas populações perante a saga macabra dos malfeitores, esses criminosos procuram destruir as nossas aspirações de felicidade e bem estar” disse ainda Filipe Nyusi em plena Praça dos Heróis, na Cidade de Maputo, onde fez um chamamento “a todos os moçambicanos para se distanciarem dos actos de perturbação da tranquilidade protagonizados por estes indivíduos armados no Norte e no Centro do país, como dissemos estamos pelo diálogo mas aqueles que matam aos moçambicanos continuaremos a persegui-los em todos os cantos do nosso país com vista a responsabiliza-los pelos crimes que cometem contra o Estado”.

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