Escrito por Redação   
Terça, 17 Junho 2014 15:39

Pelo menos seis membros das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique (FDS) morreram e outros contraíram ferimentos graves e ligeiros, em consequência de um confronto armado entre as Forças Governamentais e guerrilheiros alegadamente da Renamo, na manhã desta terça-feira (17), no povoado de Murothoni, no distrito de Mocuba, na província da Zambézia, onde instalou-se novamente um clima de terror, com a população a abandonar as suas casas.

 
Escrito por Redação   
Terça, 17 Junho 2014 10:32

A primeira coluna de viaturas que partiu do posto administrativo de Muxúnguè, na província de Sofala, em direcção ao Save, na Estrada Nacional número 1 (EN1), na manhã desta terça-feira (17), foi atacada na zona de Zove, por homens armados que se presumem pertencerem ao partido Renamo. Temos ainda o registo de confrontos armados, envolvendo Forças de Defesa e Segurança e homens armados, ao que tudo indica leais a Afonso Dhlakama, na região de Murothoni, na província da Zambézia.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 16 Junho 2014 17:47

Um autocarro com 20 passageiros foi alvo de um ataque armado no princípio da tarde desta segunda-feira na Estrada Nacional Nº1 (EN1), no troço entre o rio Save e o Posto Administrativo de Muxúnguè, no distrito de Chibabava, na província central de Sofala. Há registo de pelo menos cinco feridos ligeiros em consequência do estilhaço de vidros e paragem brusca do autocarro que fazia o transporte de passageiro entre a capital de Moçambique a cidade da Beira. Ainda nesta segunda-feira a primeira coluna que partiu de Muxúnguè para o Sul do país também foi atacada.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 16 Junho 2014 18:10

As Organizações da Sociedade Civil (OSC) moçambicanas saudaram, esta segunda-feira (16), em Maputo, o facto de Armando Guebuza, Presidente da República, ter devolvido à Assembleia da República (AR), para reanálise, as duas leis que estabelecem regalias chorudas para os deputados e Chefes do Estado em exercício e após cessarem funções. Entretanto, elas exigem inclusão em caso de as mesmas leis serem novamente discutidas, bem como celeridade na provação de algumas leis fundamentais para o país que jazem na casa do povo, há anos, tais como o projecto de Lei de Direito à Informação.

 
Escrito por Agências   
Segunda, 16 Junho 2014 14:06

Homens armados, alegadamente do partido Renamo, mataram neste domingo (15) quatro militares das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique e feriram outros 13 numa emboscada no centro de país.

 
Escrito por Redação   
Sábado, 14 Junho 2014 19:20

Pelo menos três feridos é o balanço preliminar de dois ataques de homens armados, alegadamente do partido Renamo, a duas colunas de viaturas civis que transitavam na Estrada Nacional nº1 (EN1), entre a região de Save e de Muxúnguè, no centro de Moçambique, neste sábado (14).

 
Escrito por Redação   
Quinta, 12 Junho 2014 11:50

Minutos depois de uma coluna escoltada pelas Forças de Defesa e Segurança (FDS) ter sido atacada à entrada de Muxúnguè, o exército moçambicano lançou roquetes contra uma igreja pertecente a uma ceita que não apurámos, sita a poucos quilómetros da mesma vila, na província de Sofala, sem causar vítimas humanas, na tarde desta quarta-feira (11), em virtude da suspeita de que albergava homens armados da Renamo.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Terça, 10 Junho 2014 14:43

Cerca de 150 Organizações da Sociedade Civil (OSC) moçambicanas, preocupadas com o agravamento do conflito armado no centro do país, apelam para que a Renamo, restabeleça o cessar-fogo e o Governo desenvolva esforços no sentido de encontrar um caminho que assegure a manutenção da paz alcançada há 22 anos.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Terça, 10 Junho 2014 19:41

A Renamo afirmou, nesta terça-feira (10), em Maputo, que o cessar-fogo só será restabelecido quando as Forças de Defesa e Segurança (FDS) pararem de atacar os seus homens e as suas posições. “O cessar-fogo só voltará se o Governo parar de atacar as forças da Renamo. Se continuar a atacar, o Governo será respondido. Serão perseguidos até seu local de proveniência e, se calhar, até às escolas de formação onde esses militares são treinados militarmente”.

 
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