Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 28 Março 2018 07:27

Albano Macie, jovem académico, jurista e membro do grupo de trabalho sobre descentralização, foi nomeado esta terça-feira (27) Vice-Ministro da Administração Estatal e Função Pública de Moçambique, cargo vago desde Outubro de 2017.

 
Escrito por Redação   
Quarta, 28 Março 2018 07:26

O Presidente da República, Filipe Nyusi, escolheu para seu Conselheiro Rafael José Rohomoja, antigo Combatente e ex-Administrador das Telecomunicações de Moçambique.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 27 Março 2018 07:44

Pelo menos 647.638 cidadãos foram inscritos, desde o inicio do recenseamento eleitoral até o último domingo (25), em todos os distritos com autarquias locais. O número representa 7,6% dos oito milhões e quinhentos mil potenciais eleitores (8.500.000) previstos, disse Cláudio Langa, porta-voz do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE).

 
Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 23 Março 2018 07:29

O candidato da Renamo, Paulo Vahanle, venceu a segunda volta da eleição intercalar autárquica da cidade de Nampula, com 58,60% de votos, e deixou para atrás o candidato da Frelimo, Amisse Cololo, que amealhou 41,40% de votos, segundo os dados divulgados na quinta-feira (22) pela Comissão Nacional de Eleições (CNE). Os resultados deverão ser ainda proclamados pelo Conselho Constitucional.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 20 Março 2018 07:12

Foto da Presidencia da RepúblicaO Presidente da República, Filipe Nyusi, entende que o número cada vez mais significativo de moçambicanos que se abstêm de votar no país – a par do que aconteceu recentemente em Nampula, na primeira e segunda volta – tem a ver com o facto de “as pessoas não estarem documentadas” para exercer esse direito. Porém, uma investigação pan-Africana, o Afrobarómetro, concluiu que cada vez menos gente acredita nas eleições justas e o problema está no descrédito para o qual os processos resvalam.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Segunda, 19 Março 2018 07:35

Começa esta segunda-feira (19), até 17 de Maio próximo, em todos os distritos com autarquias locais, o recenseamento eleitoral de raiz, através do qual os cidadãos deverão fazer prova de que são aptos para exercer o direito de voto, especificamente nas quintas eleições autárquicas, marcadas através do Decreto n.º 7/2017, de 05 de Abril para 10 de Outubro deste ano, e, mais tarde, nas sextas eleições gerais, ainda sem data prevista.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 09 Março 2018 07:49

O diretor executivo do Centro de Estudos e Pesquisa de Comunicação SEKELEKANI, Tomás Viera Mário, considera que os reassentamentos anteriores ao que o Executivo idealiza para os residentes da península de Afungi, no distrito de Palma, província de Cabo Delgado, por causa do projecto de instalação da fábrica de Gás Natural Liquefeito (GNL) e infra-estruturas afins, foram desastrosos e não existe eufemismo possível contornar esta verdade. E lembra às empresas – sobretudo à Anadarko – que estão por detrás daquele e outros empreendimentos, bem como ao Governo, para que não propalem, à boca cheia, inverdades alegando que estão a fazer favor às populações, porque o dinheiro gasto nesse tipo de trabalho provém dos impostos do povo.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Quinta, 08 Março 2018 07:42

Foto de Emildo SamboO reassentamento dos residentes da península de Afungi, no distrito de Palma, província de Cabo Delgado, onde será instalada a fábrica de Gás Natural Liquefeito (GNL) e infra-estruturas afins, já não decorre num ambiente de conflito e oposição declarada. O ruído que no início caracterizava as relações entre as autoridades locais, as famílias a serem reassentadas e a Anadarko parece estar a dissipar-se. Melhorou sobremaneira a articulação entre as comunidades afectadas pelo empreendimento e o Governo, bem como com aquela multinacional, que, porém, ainda detém ilegalmente um Direito do Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) cuja área é estimada em aproximadamente 7.000 hectares, de acordo com a Coligação Cívica sobre Indústria Extractiva (CCE).

 
Escrito por Redação   
Terça, 06 Março 2018 07:29

Quatro organizações da sociedade civil moçambicana, “considerando as proporções de sofrimento da maioria da população que são os pobres”, propõem que os doadores estrangeiros retomem o apoio ao nosso país, mesmo sem o esclarecimento das dívidas ilegais, porém canalizando o seu dinheiro por fora do Orçamento do Governo de Filipe Nyusi.

 
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