Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 01 Agosto 2017 07:55

A governadora da província de Sofala, Helena Taipo, inviabilizou a fi scalização das actividades do seu executivo, ao cancelar uma reunião com os mandatários do povo, acusou António Muchanga, relator da Comissão de Administração Pública e Poder Local (CAPPL) da Assembleia da República (AR), e classifi cou o acto como uma clara obstrução ao trabalho dos parlamentares.

 
Escrito por Redação   
Quarta, 19 Julho 2017 08:01

O recenseamento eleitoral vai decorrer de 01 de Março a 29 de Abril de 2018, em Moçambique. O processo visa actualizar o número de eleitores que vão participar nas quintas eleições autárquicas, agendadas para 10 de Outubro daquele ano.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Segunda, 10 Julho 2017 07:52

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) submeteu ao Conselho de Ministros, para aprovação, a proposta da data para a realização do recenseamento eleitoral das quintas eleições autárquicas, a terem lugar a 10 de Outubro de 2018, em 59 municípios moçambicanos, e assegura a disponibilidade de uma boa quantia para financiar o processo. Porém, queixa-se ainda da falta de instalações para a fixação dos órgãos eleitorais.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Quarta, 05 Julho 2017 08:04

Está aberta uma nova frente de guerra de palavras e troca de acusações, entre o Governo e a Renamo, por causa da alegada falta à promessa, por parte do Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), Filipe Nyusi, em relação à retirada de militares, em oito posições, junto à Serra de Gorongosa, na província de Sofala, onde se acredita que esteja aquartelado e sitiado o líder do maior partido da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama. Assegura-se, contudo, que as armas continuarão sem soar e a paz ainda por tempo indeterminado, bem como está salvaguardada a interação entre os dois dirigentes com vista ao alcance da tão almejada paz definitiva.

 
Escrito por Adérito Caldeira   
Terça, 27 Junho 2017 07:32

Foto de Adérito CaldeiraReagindo a divulgação do sumário executivo da Auditoria que a Kroll realizou à Proindicus, EMATUM e MAM, o presidente do Movimento Democrático de Moçambique(MDM) reiterou que “nós, o povo moçambicano não devemos pagar um único centavo destas dívidas, por não nos pertencer” e exigiu que a Procuradoria-Geral da República(PGR), no mais breve espaço de tempo, “exare uma acusação em que os envolvidos sejam presentes no banco dos réus, por forma a serem exemplarmente responsabilizados civil e criminalmente”.

 
Escrito por Adérito Caldeira   
Sábado, 24 Junho 2017 15:02

A Procuradoria-Geral da República(PGR) de Moçambique enfim tornou público neste sábado(24) o resumo do relatório da Auditoria Internacional e Independente realizada pela empresa Kroll às empresas estatais Proindicus, EMATUM e MAM. O documento - que pode ser baixado na íntegra aqui - confirma várias das constatações apuradas pelo @Verdade, desde que foram descobertos os empréstimos de mais de 2 biliões de dólares norte-americanos com Garantias do Estado que violaram a Constituição e as leis orçamentais de 2013 e de 2014, porém não revela o fundamental: como foi gasto todo o dinheiro dos empréstimos.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 13 Junho 2017 08:07

Passo a passo, está a ganhar forma a equipa que prepara e apoia a realização das quintas eleições autárquicas, marcadas para 10 de Outubro de 2018, em Moçambique. Tomaram posse, nesta segunda-feira (12), em Maputo, os 11 presidentes das Comissões Provinciais de Eleições (CPE’s). O acto acontece uma semana após outros membros do mesmo órgão, indicados pelas organizações da sociedade civil e pelos partidos políticos com assento parlamentar, terem igualmente tomado posse em todo o país.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 12 Junho 2017 07:28

As custas judiciais em Moçambique – regra geral empoladas e mal calculadas – continuam um verdadeiro entrave para o direito de acesso à Justiça. As instituições que deviam materializar este desiderato constitucional ocupam-se, sobremaneira, com a arrecadação de dinheiro para os cofres dos tribunais e de muitas entidades afins. O problema é bastante antigo mas o Governo faz-se de surdo e mudo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Junho 2017 07:35

Foto da Justiça AmbientalA população afectada pela exploração do carvão mineral, pelas empresas mineradoras Vale Moçambique e JINDAL Mozambique Minerais Limitada (JINDAL), nos distritos de Moatize e Marara, ainda não beneficiou, na totalidade, das compensações a que tem direito. O Governo, não só simplesmente nada faz, como, também, pontapeia a lei sobre a matéria, por si criadas, o que o coloca numa situação de compadrio relativamente às companhias prevaricadoras, em prejuízo do povo.

 
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