Escrito por Redação   
Segunda, 28 Julho 2014 16:55

As Forças de Defesa e Segurança (FDS) e os homens armados da Renamo confrontaram-se, na tarde do último domingo (27), na região de Mucodza, no distrito de Gorongosa, na província de Sofala. Na madrugada do mesmo dia, outro grupo das partes beligerantes protagonizou uma ofensiva no distrito de Mabote, na província de Inhambane. Estes ataques aconteceram na véspera da 66ª ronda do diálogo politico, entre o Governo e a Renamo, onde nesta segunda-feira (28) foram acordados os termos para a cessação das hostilidades, integração dos homens da Renamo nas FDS e a sua reinserção social e económica em diferentes sectores do país.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 28 Julho 2014 13:48

O governo da provincial de Sofala apresentou publicamente, a 22 de Julho corrente, José Cuela António como Administrador da Beira, uma urbe sob gestão do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), uma formação política da oposição que acusa o Governo e o partido Frelimo de introduzirem, forçosamente, uma nova divisão administrativa por intolerância política e com o intuito de diminuir a área sob influência de Daviz Simango.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Quinta, 24 Julho 2014 22:58

O economista moçambicano, João Mosca, defende que, em Moçambique, nenhum Governo, desde a independência, em 1975, cumpriu com o princípio constitucional de que a Agricultura é a base de desenvolvimento.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Quinta, 24 Julho 2014 22:05

Organizações da sociedade civil moçambicanas, sobretudo camponeses, exigem a interrupção do ProSavana – programa de cooperação triangular para o desenvolvimento agrícola das savanas tropicais em Moçambique - e a redefinição das políticas agrárias de desenvolvimento que possam beneficiar o agricultor familiar. “Nós queremos sentar e desenhar desde a base os programas de apoio aos camponeses. Nós não queremos o programa (ProSavana), nem o seu modelo actual”, deixaram ficar registado, em Maputo, as OSC, durante a II Conferência Triangular dos Povos – Moçambique, Brasil e Japão.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Quinta, 24 Julho 2014 10:30

O Parlamento vai debater, na próxima semana, a proposta de Lei de Revisão do Orçamento Geral do Estado (OE) para 2014. No entanto, os argumentos apresentados pelo Governo, na qualidade de proponente, para fundamentar a sua pretensão não estão a colher consenso ao nível das bancadas parlamentares que entendem que o dinheiro será alocado a sectores não prioritários.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 24 Julho 2014 10:15

A substituição dos secretários (do partido Frelimo) e líderes comunitários pelos membros do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) está a gerar polémica no seio das populações da cidade de Nampula. Trata-se de 23 líderes do primeiro escalão (cinco régulos e 18 secretários dos bairros), 172 do segundo (50 cabos e 152 chefes das unidades comunais), 128 do terceiro escalão (chefes das povoações) que, nos meses de Fevereiro e Março do presente ano, foram exonerados e substituídos por outros, por decisão do Conselho Municipal.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Quinta, 24 Julho 2014 10:04

A Associação para a Defesa das Minorias Sexuais, Lambda, aguarda, desde 2008, por uma resposta a um pedido submetido à Conservatória dos Registos das Entidades Legais, em Maputo. Neste momento, o expediente jaz no Ministério da Justiça e este, num flagrante acto que viola a legislação em vigor no país, recusa-se, sem nenhum argumento plausível, a conceder o registo.

 
Escrito por Alfredo Manjate   
Terça, 22 Julho 2014 17:49

Um consenso definitivo na mesa de diálogo político entre as delegações do Governo e da Renamo poderá ser alcançado na próxima ronda que se prevê que aconteça na segunda-feira, 28 do mês corrente, afirmaram, esta terça-feira (22), as chefias das duas equipas no fim de mais uma ronda que resultou em 95 porcento de consenso sobre as matérias em debate.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 17 Julho 2014 15:09

Apesar dos sucessos que têm sido alcançados em diferentes domínios no âmbito do empoderamento da mulher, a Associação Moçambicana para a Promoção da Rapariga (AMORA) entende que ainda há muito a ser feito em prol da rapariga. A ministra da Mulher e Acção Social, Yolanda Cintura, diz que o Governo, por exemplo, na área da educação, tem apostado num sistema de incentivos através da isenção das taxas das propinas e de fornecimento de material escolar às raparigas nalgumas escolas como forma de garantir o equilíbrio de género e uma maior inclusão da rapariga ao nível de ensino. No entanto, a coordenadora da AMORA, Augusta Lobo, em conversa com o @Verdade, defende que o poder em Moçambique ainda está nas mãos dos homens e alterar esse quadro não se afigura tarefa fácil. “É necessário um trabalho de preparação, de consciencialização, compreensão e muita luta para de que facto as mulheres ocupem os cargos em 50 porcento no sector público”, afirma.

 
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