Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 28 Junho 2017 07:46

@VerdadeA Kroll apurou que António Carlos do Rosário liderou e controlou “um pequeno grupo de membros do SISE e do Governo” que criaram a Proindicus, a EMATUM e a MAM e contrataram os empréstimos de mais de 2 biliões de dólares norte-americanos. Porém o sumário da Auditoria não indica quem autorizou este funcionário da “secreta” moçambicana a violar a Constituição da República e as leis orçamentais de 2013 e 2014. Entretanto o @Verdade recorda que o antigo Presidente Armando Emílio Guebuza admitiu à Comissão Parlamentar de Inquérito à dívida pública que “tivemos que tomar medidas de natureza estratégico-militar”.

Actualizado em Quarta, 28 Junho 2017 07:57
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Terça, 27 Junho 2017 07:36

A Auditoria que a Kroll realizou à Proindicus, EMATUM e MAM não foi capaz de descobrir como foram exactamente gastos os mais de 2 biliões de dólares norte-americanos dos empréstimos contraídos com Garantias inconstitucionais e ilegais contudo apurou que houve sobre facturação dos bens e serviços fornecidos pelo grupo Privinvest em cerca de dez vezes mais o custo real. O sumário revela no entanto que o Governo de Filipe Nyusi não prestou muito apoio a realização desta Auditoria, “para chegar às conclusões apresentadas no presente relatório, a Kroll não teve acesso a documentação integral e completa”, e demonstra que o objectivo nunca foi a alegada protecção da Zona Económica Exclusiva, pois até hoje as três empresas estatais “não possuem algumas das infraestruturas básicas para lhes permitir iniciar a sua actividade”.

Actualizado em Terça, 27 Junho 2017 08:54
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Sexta, 23 Junho 2017 07:47

ArquivoAo contrário do que tem sido veiculado o Governador do Banco de Moçambique não anunciou o fim da crise económica e financeira no nosso país. Rogério Zandamela disse que na instituição que dirige “não estamos a gerir crise, já passamos dessa fase”. É que para a “pérola do Índico” sair da crise são necessárias mais do que acções monetárias, é um imperativo a execução de várias reformas estruturais e também é necessário encontrar uma solução para a insustentável dívida pública, com ou sem os empréstimos inconstitucionais e ilegais. Aliás, sinalizando que a crise não acabou o Comité de Política Monetária(CPMO) do banco central decidiu manter em alta as suas taxas directoras de referência e ainda impôs um novo indicador para antecipar problemas de liquidez no sistema bancário.

Actualizado em Sexta, 23 Junho 2017 09:06
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quinta, 22 Junho 2017 08:03

O Governo de Filipe Nyusi ainda não decidiu se as deficitárias Telecomunicações de Moçambique(TDM) e a Moçambique Celular(Mcel) vão fundir ou apenas convergir. Em entrevista ao @Verdade o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, revelou que “ainda não está claro, nós sabemos o que queremos, queremos resultados. Agora como é que se vai fazer, qual é a melhor forma de fazer esperemos que seja o Conselho de Administração a apresentar”. O @Verdade apurou que a consultoria para a reestruturação foi realizada por uma empresa alemã parceira de longa data do Estado moçambicano, a DETECOM.

Actualizado em Quinta, 22 Junho 2017 10:32
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 21 Junho 2017 08:39

Foto de Adérito CaldeiraA Sociedade Civil representada no Observatório de Desenvolvimento em Moçambique alertou ao Governo, na 17ª sessão do fórum realizada na segunda-feira(19), que o Orçamento de Estado de 2017 aumentou os fundos para às empresas públicas deficitárias e mal geridas mas em contrapartida reduziu 11,5% o dinheiro para a Saúde, cortou 19,9% na Educação, alocou menos 2,75% para Agricultura e ainda diluiu os fundos para a Água e Saneamento nas obras públicas. Cortes que o @Verdade tem vindo a noticiar desde que o Orçamento foi aprovado.

 
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