Escrito por Adérito Caldeira   
Segunda, 05 Agosto 2019 07:35

Foto de Adérito CaldeiraO Estado da Nação continua a não inspirar “esperança” aos bancos comerciais que durante a crise moçambicana facturaram biliões graças as elevadas taxa de juro. Após o informe do Presidente da República, na quarta-feira (31), a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) não reviu as elevadas margens sobre os riscos da economia nacional e manteve inalterado o Prémio de Custo dos seus associados, que é 5,20 por cento desde 2017, e também não mexeu nos seus spreads que são os mesmos de 2018. “Não basta que caia 1 por cento para automaticamente cair o Prémio de Custo” explicou o director do departamento de mercados e gestão de reservas do BM, Umaia Mahomed.

Actualizado em Segunda, 05 Agosto 2019 11:54
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Sexta, 02 Agosto 2019 07:40

A guerra cessou formalmente em Moçambique nesta quinta-feira (01) após a assinatura de um Acordo entre o Presidente de Moçambique e o líder do maior partido Renamo. Ossufo Momade acredita que “a partir deste Acordo todos nos comprometemos em tudo fazer para doravante as eleições serem justas, livres e transparentes” em Moçambique. Filipe Nyusi equiparou o Acordo de Cessação das Hostilidades militares ao cordão umbilical de um bebé, que pela tradição, deve ser enterrado para “jamais os moçambicanos voltarem a ver a guerra”.

Actualizado em Sexta, 02 Agosto 2019 08:06
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quinta, 01 Agosto 2019 07:33

Filipe Nyusi perdeu uma oportunidade soberana de justificar os imensos fracassos dos seus quase cinco anos de governação com as dívidas ilegais contraídas por Armando Guebuza. Num mandato de “adversidades inéditas” o Chefe de Estado apontou as hostilidades militares com a Renamo e a suspensão dos desembolsos de fundos para o desenvolvimento pelos Parceiros de Cooperação como os “fenómenos alteraram os parâmetros de estabilidade política e económica em que havíamos baseado a nossa visão”.

Actualizado em Quinta, 01 Agosto 2019 07:49
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Terça, 30 Julho 2019 22:26

ArquivoApós aprovação da Lei de Amnistia o Presidente Filipe Nyusi apelou num comício no Distrito de Macossa “vamos apagar o passado, vamos começar uma nova vida”, no mesmo tom reconciliatório usado por Joaquim Chissano mas que não garantiu a Paz definitiva. Tal como em 1992 e 1994 as forças governamentais e os guerrilheiros da Renamo envolvidos nas “hostilidades militares” vão ser amnistiados sem que tenha existido algum esclarecimento independente dos crimes cometidos durante a primeira, segunda ou a terceira guerra civil. “Uma investigação e um eventual esclarecimento por uma comissão de verdade poderiam talvez ajudar a Frelimo e a Renamo a abandonar a prática de acusações mútuas de violações e crimes graves e a negação da legitimidade política” escreveu o académico Victor Igreja em 2015.

Actualizado em Quarta, 31 Julho 2019 07:13
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Segunda, 29 Julho 2019 22:22

O ministro da Economia e Finanças revelou nesta segunda-feira (29) ao @Verdade que está fora de questão a elaboração de um Orçamento de Estado (OE) rectificativo para o exercício de 2019, “não vale a pena”. Adriano Maleiane confirmou ainda que já entraram os 118,2 milhões de Dólares de assistência financeira de emergência concedidos pelo Fundo Monetário Internacional.

Actualizado em Terça, 30 Julho 2019 12:52
 
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