Escrito por Adérito Caldeira   
Quinta, 16 Maio 2019 07:50

ArquivoO Governo quantificou em 3,2 biliões de Dólares norte-americanos as necessidades de reconstrução de infra-estruturas públicas e privadas, danificadas pelos ciclones Idai e Kenneth no Centro e Norte de Moçambique, assim como para a compensação por perdas de actividade produtiva aos cidadãos das províncias de Sofala e Cabo Delgado. Um desejo a ser apresentado no fim do mês na Conferência Internacional de Doadores que supera as perdas quantificadas pela CTA que estimou em 549,5 milhões os danos materiais e perdas de negócio dos seus associados.

Actualizado em Sábado, 18 Maio 2019 09:54
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 15 Maio 2019 07:42

Pela primeira vez desde 2013 o Investimento Directo Estrangeiro (IDE) em Moçambique cresceu, apenas 399 milhões de Dólares, impulsionado pelos investimentos iniciais na exploração do gás natural existente no Bloco do Rovuma. Quase metade do IDE veio dos Países Baixos que é usado como sede fiscal de alguns dos investidores da Área 4, principalmente pelo Tratado Bilateral de Investimento que é de certa forma é lesivo ao nosso país.

 
Escrito por Adérito Caldeira   
Terça, 14 Maio 2019 07:34

Banco de MoçambiqueO crédito mal parado reduziu ligeiramente em Moçambique, entre Setembro e Dezembro de 2018, no entanto voltou a aumentar no 1º trimestre deste ano. O FNB Moçambique (FNB), o Banco Terra (BTM) e a Gapi Sociedade de Investimento (GAPI) têm os piores rácios de crédito em incumprimento.

Actualizado em Terça, 14 Maio 2019 07:44
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Segunda, 13 Maio 2019 07:26

Foto cedida pela CTAApós 20 meses de contracção do crédito bancário à economia nacional no 1º trimestre de 2019 os bancos comerciais voltaram a emprestar dinheiro aos moçambicanos, contudo, e apesar do sistema financeiro possuir liquidez excessiva, “diariamente varia entre 30 a 35 mil milhões de Meticais”, o Administrador do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Manuel Soares, avisa “não significa, mesmo num cenário de descidas significativas das taxas de juro, que o sistema financeiro aumente o crédito a economia”.

Actualizado em Segunda, 13 Maio 2019 08:59
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Sexta, 10 Maio 2019 06:56

Os bancos comerciais e algumas das principais empresas exportadores e importadoras aproveitaram a flexibilização da Lei Cambial para ganharem milhões através de transacções forwards e SWAPs. “Nós no banco central, infelizmente, fomos apanhados em contrapé”, admitiu Felisberto Navalha, Administrador do Banco de Moçambique (BM) que revelou que essas operações foram suspensas pois as grandes empresas chegavam aos bancos e “começaram a fazer leilões de taxas de juro com prazo de duas, três ou quatro semanas e o mercado não está regulamentado para isso”. Durante o primeiro mês de vigência da suspensão a depreciação do Metical foi interrompida.

Actualizado em Domingo, 12 Maio 2019 08:53
 
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