Escrito por Júlio Paulino   
Quinta, 15 Outubro 2015 07:48

Foto de Júlio PaulinoVolvidos cerca de quatro anos, a Hayiu Mining Company, empresa que explora os jazigos de areias pesadas de Sangage na região de Morrua, distrito de Angoche, na província de Nampula, canaliza para os cofres públicos apenas 60 mil meticais, valor pago no mês de Agosto, contra os quatros milhões de dólares anuais que o Estado moçambicano deveria encaixar.

 
Escrito por Leonardo Gasolina   
Terça, 13 Outubro 2015 07:52

Foto Leonardo GasolinaO acesso a àgua potável, por parte da população, continua a ser, até aos dias de hoje, uma incógnita em Moçambique, e são apontadas como principais razões da falta do precioso líquido questões de clima e escassez de fontes que possam garantir o seu abastecimento em todas as épocas do ano. A população, na cidade de Nampula, defende que não há falta de água, pelo contrário, o problema está na gestão que considerada desastrosa, uma vez que em quase todos os bairros daquela parcela de país registam-se fugas que chegam a durar mais de 45 dias sob o olhar impávido do Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG).

 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 07 Outubro 2015 07:53

O Governo, do nosso “empregado” Filipe Nyusi, em conivência com a Associação Moçambicana dos Panificadores (AMOPÃO), enquanto os moçambicanos estavam “embriagados” em mais um fim-de-semana longo, decidiram aumentar em mais um metical de cinquenta centavos o preço do pão, que tem emagrecido de peso, desde a revolta popular de Setembro de 2010, apesar de o Executivo subsidiar a farinha que os panificadores usam. O assalto aos bolsos dos moçambicanos é também agravado pelo incumprimento do Regulamento de Produtos Pré-medidos que determina que o peso do pão vendido ao público deveria ser: “45g, 68g, 100g, 130g, 210g, 240g, 450g, 500g e 1000g”. É que os panificadores preferem usar as suas próprias medidas: 75g, 125g, 150g, 200g e 250g em que também roubam o povo. O @Verdade visitou dezenas de padarias, na cidade e província de Maputo, e em nenhuma delas o peso indicado ao público corresponde à quantidade que pesamos.

 
Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 02 Outubro 2015 08:29

Foto Deutsche WelleO sociólogo moçambicano e Professor Catedrático, Carlos Serra, foi, há dias, a uma Conferência Nacional sobre a Provisão do Acesso à Justiça e ao Direito”, realizado pelo Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, através do IPAJ, falar da “Violência Contra os Idosos”, um assunto bastante candente em virtude de esta camada social não só estar a viver num dos piores países para si no que diz respeito a uma vida digna, como também por estar a sofrer os mais abomináveis maus-tratos perpetrados pelos seus próprios parentes. Em Moçambique, o dia-a-dia das pessoas da terceira idade tem sido penoso e as suas mazelas vão desde as acusações de feitiçaria, passam pela rejeição familiar e abandono, ao linchamento. O grosso desta gente que compõe 1,3 milhão (Censo 2007) da totalidade dos moçambicanos leva uma vida de cão.

Actualizado em Sexta, 02 Outubro 2015 09:23
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quinta, 24 Setembro 2015 07:42

Foto de Adérito CaldeiraNunca os moçambicanos sentiram tanta insegurança em relação à posse da terra, nas últimas décadas. Sob a justificação do desenvolvimento económico e social, o próprio Estado tem retirado esse direito que é garantido pela Constituição, “(...) é preciso estabelecer uma relação de coerência entre o discurso político estratégico e aquilo que acontece no terreno”, afirma Alda Salomão em entrevista ao @Verdade onde lamenta o nível de impunidade a que chegámos, “que é perniciosa para o próprio Estado” e que é preciso que os servidores públicos que agem contra as leis sejam responsabilizados. A jurista ambiental apela ao Chefe de Estado, Filipe Nyusi, que inove quando for ao Parlamento e acrescente um capítulo sobre “o Estado Ambiental da Nação”.

 
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