Escrito por Redação   
Sexta, 26 Junho 2015 09:57

Mais de 50 famílias viram as suas casas demolidas pela edilidade, sem aviso prévio, na unidade comunal de Mutita, no posto administrativo municipal de Muatala, província de Nampula, e vivem ao relento, desde o último sábado (20). Alguns indivíduos que não foram acolhidos pelas pessoas mais próximas abrigaram-se debaixo de cajueiros e mangueiras; porém, na noite de segunda-feira (22), abandonaram tais locais devido à chuva.

Actualizado em Sexta, 26 Junho 2015 10:25
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quinta, 25 Junho 2015 10:29

No dia que Moçambique comemora 40 anos de independência nacional nove centenas trabalhadores da multinacional irlandesa Kenmare Moma Mining Limited, que explora as areias pesadas de Moma, na província de Nampula, foram vítimas da carga policial porque exercem o seu direito à greve. Pelo menos um dos trabalhadores ficou ferido na sequência do disparo de gás lacrimogéneo pelas forças da Lei e Ordem apoiadas por agentes da Unidade de Intervenção Rápida.

Actualizado em Sexta, 26 Junho 2015 10:29
 
Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 24 Junho 2015 08:43

Em Moçambique, 40 anos após a independência, “mais de 85 mil crianças ainda morrem todos os anos antes do seu quinto aniversário, (…) uma em cada 200 mulheres morre durante a gravidez ou o parto, (…) o ingresso escolar estagnou ao longo dos últimos cinco anos, e o baixo nível de aprendizagem torna-se uma questão de crescente preocupação”, adverte o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

 
Escrito por Leonardo Gasolina   
Terça, 23 Junho 2015 08:24

“Todo o cidadão tem direito à vida e à integridade física e moral e não pode ser sujeito à tortura ou tratamentos cruéis ou desumanos”. Na cidade de Nampula, este princípio consagrado na Constituição da República não produz efeitos e é absolutamente ignorado por quem se considera vítima de supostos estupradores ou assaltantes. Na semana passada, pelo menos quatro pessoas acusadas de roubos a residências, na via pública, agressões físicas, entre outros males, foram maltratadas e queimadas vivas até à morte por populares, no bairro de Natikiri. Os mentores da acção alegam que não podiam tratar as vítimas de outra forma, pese embora saibam que tal comportamento constitui crime.

 
Escrito por Adérito Caldeira   
Segunda, 22 Junho 2015 10:04

O Estado moçambicano continua a não saber que bens tem, porque os sucessivos Governos de Armando Guebuza não foram capazes de fazer o inventário completo e dos bens que foram entretanto adquiridos muitos não foram registados. Pior, a Dívida Pública aumentou, mesmo sem incluir aquilo que a bancada do MDM chamou “maior escândalo financeiro governamental pós- independência EMATUMGATE”. Apesar de todas estas irregularidades, e várias ilegalidades, o Grupo Parlamentar do partido Frelimo aprovou a Conta Geral do Estado (CGE) de 2013 considerando que “está em conformidade com a Lei”.

 
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