Hora do Planeta 2018: Standard Bank desliga as luzes
Destaques - Economia
Escrito por www.fimdesemana.co.mz  
Terça, 27 Março 2018 07:23
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Foto de Fim de SemanaO País celebrou, no sábado, 24 de Março, a Hora do Planeta, uma iniciativa que visa consciencializar a humanidade sobre o impacto das mudanças climáticas na vida e na terra, cujas mensagens este ano tiveram como foco o uso racional da água.

As celebrações centrais do evento, marcado pelo tradicional acto de apagar as luzes por uma hora, tiveram lugar na avenida 10 de Novembro, na cidade de Maputo, e foram promovidas pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), em parceria com o Standard Bank.

O banco recorreu ao seu edifício-sede, localizado na avenida 10 de Novembro, para simbolizar a solidariedade para com a causa, tendo desligado as luzes, no período compreendido entre as 20:30 e 21:30, como sinal de compromisso para com as questões de conservação do planeta terra, no geral, e do uso racional da água, em particular.

O Standard Bank apoia esta iniciativa por reconhecer que acções urgentes devem ser tomadas com vista a assegurar o uso racional e sustentável da água, um recurso esgotável e que já escasseia no mundo, em particular na África Austral, sendo disso exemplo a cidade do Cabo, na África do Sul.

Em Moçambique, as cidades de Maputo, Matola e a vila de Boane já enfrentam o drama da escassez da água, que é fornecida de forma alternada dados os baixos níveis de encaixe da Barragem dos Pequenos Libombos.

Na sua intervenção, o representante do WWF em Moçambique, Hermínio Mulungo, apelou aos presentes a fazer o uso racional da água no seu dia-a-dia pois “este recurso, esgotável, já é apontado como a futura causa de guerras no mundo”.

Esta é a terceira vez que o Standard Bank junta-se ao movimento Hora do Planeta em Moçambique, e a oitava a nível do Grupo, desligando as luzes de todos os seus edifícios no continente africano.

A primeira edição do movimento Hora do Planeta teve lugar em Março de 2007, em Sidney, capital da Austrália, e desde essa altura não parou de crescer. O que começou como um evento isolado tornou-se global, envolvendo mais de um bilião de pessoas, em mais de sete mil cidades de 172 países.

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