Ministério Público acusa Amade Abubacar de colaborar com al-Shabab e MISA-Moçambique considera isso descabido
Destaques - Nacional
Escrito por Emildo Sambo   
Quinta, 24 Janeiro 2019 06:32

O Ministério Público (MP) moçambicano incrimina o jornalista Amade Abubacar, detido há 19 dias em Cabo Delgado, de espionagem a favor dos grupos terroristas que actuam naquele ponto de país, desde Outubro de 2017. Alega ainda que descobriu, na posse do acusado, uma suposta lista de “nomes de jovens que operam com os ditos al-Shabab”. Contudo, o jornalista não “foi capaz de explicar com clareza os motivos pelos quais” detinha a referida relação nominal. Para o MISA-Moçambique, esta acusação não tem cabimento e só pode ensaiada por quem não sabe que “a actividade jornalística é liberal” e qualquer profissional como Amade Abubacar “deve possuir o seu arquivo de informação”, conforme recomendam as normas da área.

 
Tribunal de Cabo Delgado insiste na detenção de Amade Abubacar e diz pode apanhar 12 anos de cadeia
Destaques - Nacional
Escrito por Emildo Sambo   
Terça, 22 Janeiro 2019 06:14

As autoridades judiciais em Cabo Delgado alegam que o jornalista da Rádio Comunitária Nacedje e colaborador do portal Zitamar News, Amade Abubacar, detido há 17 dias, conspirou contra o Estado moçambicano e incorre em pena de prisão até 12 anos. Ora, o advogado da vítima, cuja detenção não só é considerada ilegal, como também é deplorada de todo em todo, remeteu um pedido de libertação sob caução e aguarda resposta.

 
Tempestade tropical Desmond aumenta risco de inundações nas cidades de Quelimane e Beira
Destaques - Nacional
Escrito por Adérito Caldeira   
Segunda, 21 Janeiro 2019 06:43

O pico da época chuvosa e aproximação da primeira tempestade tropical do ano em Moçambique colocam em risco moderado a alto de inundações localizadas as cidades de Quelimane e da Beira.

 
Jornalista Amade Abubacar é vítima de um “Estado autoritário” e da apatia das instituições de justiça em Moçambique
Destaques - Nacional
Escrito por Redação   
Domingo, 20 Janeiro 2019 21:59

A detenção do jornalista Amade Abubacar, no dia 5 de Janeiro corrente, no distrito de Macomia, província de Cabo Delgado, não só é illegal, como também é prova de que o estado moçambicano é “autoritário” e as instituições de justiça são apáticas, considera a Justiça Ambiental (JA). O jornalista segue detido, há mais de duas semanas.

 
Advogado garante que a detenção de Amade Abubacar é ilegal e ele deve ser posto em liberdade
Destaques - Nacional
Escrito por Emildo Sambo   
Sexta, 18 Janeiro 2019 06:23

A prisão do jornalista da Rádio Comunitária Nacedje, Amade Abubacar, no distrito de Macomia, província de Cabo Delgado, é ilegal e as autoridades judiciais devem restitui-lo à liberdade, apurar “quem ordenou e efectuou a detenção” e responsabilizar os mentores se no quartel onde esteve encarcerado por vários dias tiver havido “violação de vários direitos fundamentais”, disse o advogado Rodrigo Rocha, ao @Verdade.

 
Procuradoria Provincial de Cabo Delgado manteve-se em silêncio mesmo sabendo onde está detido o jornalista Amade Abubacar
Destaques - Nacional
Escrito por Emildo Sambo   
Quinta, 17 Janeiro 2019 06:23

O jornalista da Rádio Comunitária Nacedje, Amade Abubacar, detido, há sensivelmente duas semanas, em Macomia, encontra-se encarcerado no Comando Distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Mueda, acusado de “instigação pública com recurso a meios informáticos”, segundo Armando Wilson, porta-voz da Procuradoria Provincial de Cabo Delgado, que desde 05 de Janeiro manteve-se em silêncio, perante o sofrimento da família da vítima.

 
“Tudo continua no silêncio” e a Polícia disse “vai descansar”, pai do jornalista detido e incontactável em Cabo Delgado
Destaques - Nacional
Escrito por Emildo Sambo   
Quarta, 16 Janeiro 2019 06:42

Abubacar Artur, pai do jornalista da Rádio Comunitária Nacedje, Amade Abubacar, expôs ao @Verdade a angústia que vive desde a detenção do filho, há 12 dias, no distrito de Macomia, em Cabo Delgado, pela Polícia da República de Moçambique (PRM), e falta de comunicação com o mesmo. “O telefone dele está desligado”, mas tenho insistido, afirmou o progenitor da vítima e admitiu: “estou muito preocupado” porque nenhuma autoridade diz coisa concreta. Para agravar a aflição, o Comando-Geral da Polícia mantém-se quieto e calado.

 
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