Jovem portuguesa assassinada e seu corpo atirado ao rio na Beira
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Escrito por Redação  
Quarta, 03 Janeiro 2018 22:22
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Uma cidadã de origem portuguesa, identificada pelo nome de Inês Botas, de 28 anos de idade, foi assaltada, violentada, amarradas os membros superiores e inferiores e, em seguida, atirada ao rio Púnguè, supostamente com vida, tendo sido achada sem vida no dia seguinte.

A finada, natural de Leiria (Portugal), encontrava-se em Moçambique há mais de uma ano. Ela foi dada como desaparecida na noite de 28 de Dezembro último, na cidade da Beira, e o seu cadáver foi localizado no rio Pungue, a 70 quilómetros da cidade.

Inês Botas era directora financeira da empresa portuguesa Ferpinta e foi raptada pelos meliantes na cidade da Beira.

O seu desaparecimento foi notado por um funcionário do Clube Náutico da Beira, onde ela fazia exercícios físicos. O visado, estranhando a demora da malograda em chegar ao local onde a via regularmente, telefonou-lhe mas os seus aparelhos estavam fora de rede. Instante depois, o cidadão descobriu que a vítima não passou a noite em casa e contactou as autoridades policiais.

Em conexão com este crime, três indivíduos identificados pelos nomes de Jonas Moiana, Danilo Lampeão e Izaías Nicolau, com idades que variam de 21 a 24 anos, foram presos e confessaram o seu envolvimento.

Segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM), eles conheciam a vítima e tinham domínio de cada passo que dava.

Para lograrem os seus intentos, os meliantes ficaram à espera da cidadã no local onde fazia exercício físicos e pediram-lhe boleia. Ela aceitou porque também conhecia os seus ofensores mas longe de imaginar que eram gente de má conduta.

Durante o percurso, eles recorreram a uma pistola falsa para intimidar a vítima, anunciaram um assalto e submeteram-na a sevícias. Na posse dos acusados, foram encontrados alguns bens da malograda, tais como cartões bancários e telemóveis.

Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da PRM, disse, na terça-feira (02), que o objectivo dos três cidadãos era apoderar-se do dinheiro de Inês Botas. Por isso, com recurso aos seus cartões, eles levantaram nove mil meticais no dia do assassinato e no dias seguintes 20 mil meticais.

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