Polícia prende homem suspeito de assalto à mão armada em Marracuene
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Escrito por Redação  
Quarta, 05 Dezembro 2018 06:36
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A Polícia da República de Moçambique (PRM), na província de Maputo, deteve um indivíduo acusado de fazer parte de uma quadrilha que tem protagonizado assaltos à mão armada no distrito de Marracuene e recuperou das suas mãos uma pistola com as respectivas munições.

O caso deu-se na semana finda, algures em Marracuene, onde o indiciado está a ver o sol aos quadradinhos no Comando Distrital local. Mas ela alega ser inocente.

A PRM rebateu dizendo que o cidadão foi surpreendido a tentar assaltar um estabelecimento comercial na companhia dos seus cúmplices ora a monte.

De 33 anos de idade, o indiciado, cujo nome omitimos por respeito ao princípio de presunção de inocência, admitiu que o instrumento bélico foi realmente encontrado nas suas mãos, no local do crime. Porém, não é seu, ele não é ladrão e não pretendia cometer assalto.

A pistola pertence a um suposto amigo vendedor de drogas. O fulano é do bairro Massinga, em Marracuene, e responde pelo nome de Hélder.

Ainda segundo as palavras do acusado, a primeira vez que ele viu a pistola estava desmontada, na residência do seu amigo, e aparentemente inoperacional. “O meu amigo disse que a Polícia esteve na sua casa à procura de soruma que ele vende”, por isso, ficou com medo de as autoridades descobrirem a arma e “perguntou se eu conhecia um militar que podia montá-la” e explicar como funciona.

Fernando Manhiça, porta-voz do Comando Provincial da PRM, disse que o cidadão detido e outros foragidos fazem parte de uma quadrilha que tem semeado terror em diferentes bairros do distrito de Marracuene. Há um processo-crime instaurado e já a seguir os devidos trâmites legais.

Ainda na província de Maputo, os agentes da lei e ordem tiraram da circulação quatro indivíduos que confessaram a sua idealização e concretização do roubo de várias viaturas, posteriormente transformadas e vendidas. O grupo, considerado reincidente nesse tipo de crime, contou que estendia as suas operações na capital do país e na província de Gaza. Aqui, concretamente em Macia, apoderou-se de uma viatura estacionada na via pública, a qual nunca mais retornou ao proprietário.

A Polícia acredita tratar-se de pessoas que fazem parte da rede que se dedica ao roubo e transformação de carros para a venda, uma vez que em sua posse foram achados vários livretes e chapas de matrículas falsos.

A gangue especializava as suas acções também na falsificação de números de motores de viaturas que eram colocadas à venda no mercado negro.

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