Desde há algum tempo, os moçambicanos têm se mostrado bastante inquietos relativamente às dívidas ilegalmente contraídas sem o aval do Estado que, posteriormente, foram transformadas em dívidas públicas pelos insensíveis de costume: a Frelimo. A maior preocupação do povo moçambicano é que sejam responsabilizados os indivíduos envolvidos nesta que é considerada uma das maiores trapaças da história de Moçambique.

Devido à dimensão da situação, não restam sombras de dúvidas que os arquitectos desse roubo que colocou a população no pior aperto financeiro de sempre devem ser severamente punidos. É o papel e a obrigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) desenvolver iniciativas para que isso aconteça. Mas, de algum tempo para cá, temos vindo a assistir a uma PGR bastante politizada, sem agenda e, acima de tudo, bajuladora do partido Frelimo.

 

O actor britânico Roger Moore, famoso por interpretar James Bond sete vezes no cinema e por seu papel na série "O Santo", morreu nesta terça-feira na Suíça, aos 89 anos, informou a família.

 

O ex-campeão de MotoGP Nicky Hayden morreu cinco dias depois de ser atingido por um carro enquanto andava de bicicleta no leste da Itália, informou a sua equipe Honda World Superbike num comunicado nesta segunda-feira.

 

Há um ditado popular segundo o qual “nem tudo que reluz é ouro”. Este adágio é tão elucidativo quanto verdadeiro, sobretudo quando olhamos para os últimos acontecimentos que temos vindo a testemunhar no país. Um mero olhar sobre as notícias que correm pelo país, a sensação é de que tudo está a entrar pelos carris. A imagem que nos deixa transparecer é de que finalmente o Governo de turno descobriu o caminho para a prosperidade e os próximos dias serão de fartura para todos.

As “melhorias” anunciadas são de diversas ordens. Desde a trégua definitiva dada pelo líder da Renamo, Afonso Dhlakama, passando pela descida dos preços da gasolina e gasóleo e a robustez do metical face ao dólar, até à retirada da lista negra da União Europeia das companhias aéreas que operam em Moçambique.

Diante dessas supostas melhorias, é importante que os moçambicanos não se empolguem e embarquem na falsa ideia de que o país está a sair do abismo no qual fomos empurrados pelo Governo incompetente da Frelimo que tem vindo a postergar o desenvolvimento da população. Ou seja, os moçambicanos não se podem deixar enganar por esse sol de pouca dura, pois é sabido que algumas dessas situações que nos são apresentadas como conquistas do Executivo de Nyusi não passam de manobras para distrair os moçambicanos dos reais problemas que apoquentam o povo.

 

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Samora Machel será eternamente lembrado pelos moçambicanos não apenas por ter sido o primeiro Presidente de Moçambique independente, mas também pelos seus discursos contudentes, incisivos e, diga-se de passagem, proféticos. Uma das suas mais célebres exposição oral foi quando afirmou peremptoriamente que “um ambicioso é capaz de tudo, de vender a Pátria só por causa da sua ambição, do seu interesse individual”. Samora disse ainda que “não sei se um ambicioso muda, mas a minha experiência prova que não, muda de táctica, mas não elimina a ambição. Um ambicioso é criminoso ao mesmo tempo”.

A que propósito vem isso? A resposta é simples: a reintegração de Diodino Cambaza, antigo Presidente do Conselho de Administração dos Aeroportos de Moçambique, como assessor daquela empresa pública. Cambaza foi condenado a 22 anos de prisão maior e 10 anos de suspensão de direito de actividades políticas, acusado de desvio de fundos e bens de Estado de forma continuada, abuso de cargo e função, entre outras violações. Porém, por alguma carga de água, o Comité Sindical daquela instituição aprovou a sua reintegração.

 

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, e os seus títeres da corte estão metidos a especialistas na arte de vender peixe podre, ou seja, têm estado a tentar passar uma imagem de que estão surpreendidos com a situação que verificam ao longo das suas visitas que efectuam às instituições públicas e/ou do Estado, nos últimos dias. Há alguns meses, Nyusi e a sua turma querem convencer aos moçambicanos de que estão preocupados com a precaridade ou a ineficiência em que se encontram algumas instituições. Na vã tentativa de aldrabar o povo, que ele se considera o seu empregado, e renovar, provavelmente, o seu mandato, tem estado a mostrar a sua suposta indignação para os jornalistas verem e reportarem.