Comemorou-se, nesta semana, o Dia Mundial da Rapariga, e, certamente, milhões de raparigas moçambicanas não tomaram conhecimento desta importante efeméride ao seu respeito. Há várias razões para essa ignorância (leia-se desconhecimento), pois é sabido, por experiência, que o Governo está a marimbar-se para a situação das raparigas moçambicanas e não só.

Aliás, como cogumelos depois da chuva, despontam em Moçambique quase todos os dias organizações não governamentais que supostamente se dedicam à causa da rapariga. Na verdade, não passam de organizações que se confinam os dias inteiros nos hotéis, salas climatizadas e persianas fechadas em centros urbanos a fazerem as habituais conferências e palestras de empoderamento que custam milhões de meticais, que no final do dia serve para justificar o dinheiro que receberam.

 

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Actualizado em Domingo, 15 Outubro 2017 01:42
 

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A intolerância política no país continua a ganhar proporções alarmantes sob olhar indiferente das autoridades que têm o dever de colocar cobro nessa situação. A título de exemplo, o assassinato do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Mahumudo Amurane, representa o cúmulo da violação de liberdade de expressão e política. Amurane foi ironicamente assassinado no “Dia da Paz” em Moçambique, na sua residência particular no bairro de Namutequeliua, por um indivíduo desconhecido que disparou três tiros à queima roupa.

O assassinato do edil de Nampula representa uma enorme tragédia não só para os munícipes de Nampula, mas também para o resto do país. Amurane não era apenas um edil, mas um homem comprometido com o seu povo e a sua cidade. Amurane mostrou que é possível estar no poder para servir o povo e não aos seus interesses pessoais, como temos vindo a assistir no país. Em menos de quatro anos, ele fez de Nampula uma cidade aprazível. Transformou os espaços da urbe e devolveu a dignidade aos munícipes.

 

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Actualizado em Sábado, 07 Outubro 2017 07:47
 

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No seu discurso da cerimónia de abertura do XI Congresso do partido Frelimo, o Presidente da República, Filipe Nyusi, afirmou que o combate a corrupção é o mais urgente e vital de todos os desafios no seu partido e no governo. Porém, o discurso de Nyusi não passou de mais um discurso vazio e cheio de boas intenções para os jornalistas presentes no evento ouvirem, anotarem e reportarem. Os cidadãos menos atentos e sem nenhuma noção crítica devem ter achado louvável, quando Filipe Nyusi disse não pode haver tolerância com a ilegalidade, o suborno, a extorsão e todos os outros desmandos e que a Frelimo não pode permitir que se feche os olhos a esses abusos.

Porém, um mero olhar para a actual situação que o país atravessa é notório que as palavras do Presidente da República não passam de um emaranhado de ideias sem nenhum alcance. Ou seja, o discurso não traz novidade nenhuma e reflecte meras intenções do Chefe de Estado, pois é sabido que a corrupção tem vindo aumentar no seu do governo da Frelimo.

 

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Actualizado em Sexta, 29 Setembro 2017 09:09
 

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O Governo incompetente e insensível da Frelimo, por alguma razão, decidiu ir ao bolso do pobrezinho cidadão moçambicano para satisfazer os seus luxuosos caprichos e continuar a aumentar os seus privilégios insaciáveis. Ou seja, reunidos na última sessão do Conselho de Ministros, realizada na terça- -feira, 19, o bando de insensíveis decidiu alterar o Código do Imposto sobre Consumo Específicos. Dentre as alterações mais destacáveis consta o aumento da taxa de importação de viaturas com mais de sete anos e tributar viaturas com cilindrada inferior a mil centímetros cúbicos. Esta corja de saqueador decidiu ainda passar a tributar ou agravar as taxas cobradas na importação de cimento, carapau, algumas bebida alcoólicas e refrigerantes.