Opinião - OBITUÁRIO
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Um cancro fulminante levou-nos, quarta-feira (25), a companhia do cirurgião Ricardo Barradas, um médico notável da geração do pós-independência em Moçambique.

Barradas especializou-se em cirurgia plástica tendo feito um trabalho assinalável nas unidades hospitalares de queimados e na colocação de próteses e enxertos a amputados vítimas de guerra.

Enquanto estudante de medicina, foi um activista do movimento estudantil pela independência do país e entusiasta da associação de teatro universitário.

Como profissional de saúde desempenhou a sua actividade nos hospitais de Nampula e da Beira para além do Hospital Central de Maputo. Pertenceu também ao corpo de professores da faculdade de Medicina da UEM (universidade Eduardo Mondlane).

Já depois de reformado lançou dois livros de pesquisa, um sobre a Ilha de Moçambique e outro sobre a caça ao elefante.

Uma das suas facetas pouco conhecida era a sua colaboração especializada na imprensa sobre temas de saúde pública. Ricardo Barradas fazia a coluna “Pergunta à Tina” no diário “A Verdade” uma rubrica destinada a esclarecer temas sobre saúde sexual e reprodutiva.

TEXTO e FOTO do Jornal SAVANA

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Actualizado em Segunda, 30 Setembro 2019 07:44
 
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