Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 10 Agosto 2018 02:25

É, sem dúvidas, uma crença equivocada tentar acabar com os órgãos de informação independentes no país para que estes não reportem ou levem aos moçambicanos o desgoverno que a Frelimo tem vindo a impor há vários anos. Pelo andar da carruagem, sobretudo na antecâmara de dois ciclos eleitorais, é isso que pretende o Governo de Filipe Nyusi.

Actualizado em Sexta, 10 Agosto 2018 07:36
 
Escrito por Redação   
Sexta, 03 Agosto 2018 08:03

Diz o dito popular que “a mentira tem perna curta” e para o caso de Moçambique parece ter perna muito menor do que se imagina. O Presidente da República, Filipe Nyusi, andou a cantar aos quatro ventos que o país estava a iniciar a fase “pós-crise”, garantindo que a economia nacional está em franca recuperação. Porém, a realidade o desmente de forma vergonhosa, passando-o o atestado de maior mentiroso de todos os tempos.

Actualizado em Domingo, 05 Agosto 2018 10:40
 
Escrito por Redação   
Sexta, 27 Julho 2018 08:00

A cada dia que passa fica claro as razões deste país continuar mergulhado no subdesenvolvimento e o seu povo encontrar-se numa desgraça sem precedentes. Também fica claro que, neste Moçambique, tudo é possível, desde que tenha um “padrinho na cozinha” – como diz o dito popular. O exemplo mais evidente disso é a empresa Vodacom Moçambique que foi literalmente carregada ao colo pelas famílias Guebuza e Machel, permitindo-a renovar a sua licença de telefonia móvel. E, como se isso não bastasse, a empresa vai receber de bónus uma licença unificada para prestar serviços de telecomunicações independentemente da tecnologia de suporte.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 13 Julho 2018 08:34

Hoje parece que nenhum moçambicano tem dúvidas de que a situação que se vive nas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) não é somente fruto de má gestão e incompetência, mas também de um bando de abutres que se cravaram naquela empresa. A reportagem publicada na última quinta- -feira (12) pelo Jornal @Verdade revela um das razões que empurrou a companhia aérea de bandeira nacional para o fundo do poço. E essa situaçao é a imposição às LAM pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, no transporte de jogadores no âmbito do Moçambola. Ou seja, a Liga Moçambicana de Clubes (LMF) é um dos maiores devedores da companhia com um saldo actual de 95 milhões de meticais.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 06 Julho 2018 08:51

É, sem sombras de dúvidas, caricata a situação que se vive na empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM). A cada dia que passa vai ficando evidente que a incompetência e o desenfreado saque aos cofres da empresa, uma marca registada da gestão da LAM nos últimos anos, são os principais problemas que estão a empurrar a companhia de bandeira para um abismo sem precedentes.

Quase sempre, os moçambicanos são confrontados com maus serviços prestados pela dita companhia de bandeira. Trata-se de uma realidade vergonhosa e desoladora, tendo em conta as exorbitantes tarifas praticadas pela companhia.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 29 Junho 2018 09:07

Não restam sombras de dúvidas de que o Governo de Filipe Nyusi está empenhada em colocar o povo moçambicano numa situação de aperto já mais visto antes e pós-independência nacional. Esta semana, em mais um dos seus habituais e obscuros reajustes do preço de combustível, Nyusi e a sua turma decidiram agravar pela quarta vez, desde o início de 2018, o preço da gasolina.

A partir da última quarta-feira (27), os moçambicanos passaram a adquirir a gasolina ao preço de 66,55 meticais. Este é, sem dúvidas, o mais alto preço de todos os tempos. É importante referir que este valor em vigor é praticado somente em Maputo, Beira, Nacala, Monapo e Pemba, pois no resto de Moçambique a situação é mais dramática. Ou seja, os outros moçambicanos são forçados a aceitar o preço definido na lei que determina que o preço é acrescido de custos do transporte e embalagem.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Junho 2018 08:18

O Governo da Frelimo, mais uma vez, acaba de demonstrar a sua falta de bom senso e discernimento para os moçambicanos, quiça o mundo. Desta vez, o Executivo de Filipe Nyusi foi mais longe ao aprovar, pela Resolução n. 15/2018 de 24 de Maio, um Código de Conduta do Funcionário e Agente de Estado eivado. Trata-se de um documento absurdo, tendo em conta os aspectos pouco abonatórios que nele constam e que da alguma forma ferem os princípios básicos de um Estado de Direito Democrático.

 
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