Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 13 Outubro 2017 04:41

Comemorou-se, nesta semana, o Dia Mundial da Rapariga, e, certamente, milhões de raparigas moçambicanas não tomaram conhecimento desta importante efeméride ao seu respeito. Há várias razões para essa ignorância (leia-se desconhecimento), pois é sabido, por experiência, que o Governo está a marimbar-se para a situação das raparigas moçambicanas e não só.

Aliás, como cogumelos depois da chuva, despontam em Moçambique quase todos os dias organizações não governamentais que supostamente se dedicam à causa da rapariga. Na verdade, não passam de organizações que se confinam os dias inteiros nos hotéis, salas climatizadas e persianas fechadas em centros urbanos a fazerem as habituais conferências e palestras de empoderamento que custam milhões de meticais, que no final do dia serve para justificar o dinheiro que receberam.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 06 Outubro 2017 08:36

A intolerância política no país continua a ganhar proporções alarmantes sob olhar indiferente das autoridades que têm o dever de colocar cobro nessa situação. A título de exemplo, o assassinato do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Mahumudo Amurane, representa o cúmulo da violação de liberdade de expressão e política. Amurane foi ironicamente assassinado no “Dia da Paz” em Moçambique, na sua residência particular no bairro de Namutequeliua, por um indivíduo desconhecido que disparou três tiros à queima roupa.

O assassinato do edil de Nampula representa uma enorme tragédia não só para os munícipes de Nampula, mas também para o resto do país. Amurane não era apenas um edil, mas um homem comprometido com o seu povo e a sua cidade. Amurane mostrou que é possível estar no poder para servir o povo e não aos seus interesses pessoais, como temos vindo a assistir no país. Em menos de quatro anos, ele fez de Nampula uma cidade aprazível. Transformou os espaços da urbe e devolveu a dignidade aos munícipes.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 29 Setembro 2017 08:49

No seu discurso da cerimónia de abertura do XI Congresso do partido Frelimo, o Presidente da República, Filipe Nyusi, afirmou que o combate a corrupção é o mais urgente e vital de todos os desafios no seu partido e no governo. Porém, o discurso de Nyusi não passou de mais um discurso vazio e cheio de boas intenções para os jornalistas presentes no evento ouvirem, anotarem e reportarem. Os cidadãos menos atentos e sem nenhuma noção crítica devem ter achado louvável, quando Filipe Nyusi disse não pode haver tolerância com a ilegalidade, o suborno, a extorsão e todos os outros desmandos e que a Frelimo não pode permitir que se feche os olhos a esses abusos.

Porém, um mero olhar para a actual situação que o país atravessa é notório que as palavras do Presidente da República não passam de um emaranhado de ideias sem nenhum alcance. Ou seja, o discurso não traz novidade nenhuma e reflecte meras intenções do Chefe de Estado, pois é sabido que a corrupção tem vindo aumentar no seu do governo da Frelimo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Setembro 2017 06:49

O Governo incompetente e insensível da Frelimo, por alguma razão, decidiu ir ao bolso do pobrezinho cidadão moçambicano para satisfazer os seus luxuosos caprichos e continuar a aumentar os seus privilégios insaciáveis. Ou seja, reunidos na última sessão do Conselho de Ministros, realizada na terça- -feira, 19, o bando de insensíveis decidiu alterar o Código do Imposto sobre Consumo Específicos. Dentre as alterações mais destacáveis consta o aumento da taxa de importação de viaturas com mais de sete anos e tributar viaturas com cilindrada inferior a mil centímetros cúbicos. Esta corja de saqueador decidiu ainda passar a tributar ou agravar as taxas cobradas na importação de cimento, carapau, algumas bebida alcoólicas e refrigerantes.

 
Escrito por Redação   
Terça, 19 Setembro 2017 05:41

O Jornal @Verdade tomou conhecimento, através do WhatsApp, da circulação de uma informação cuja autoria é-lhe atribuída, segundo a qual a polícia moçambicana e sul-africana estão a investigar um caso de lavagem de dinheiro e venda de drogas entre as fronteiras dos dois países, envolvendo um suposto dono de uma empresa de seguros em Moçambique, identificado pelo nome de Henrique Almeida, mais conhecido por Kinho.

Actualizado em Terça, 19 Setembro 2017 05:48
 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Setembro 2017 08:57

As estradas nacionais continuam sangrentas, causando luto e dor às famílias moçambicanas, o que faz dos acidentes de viação uma das principais causas de mortalidade da população. Os números mostram que só na semana passada pelo menos 37 pessoas morreram, e 80 contraíram ferimentos, dos quais 23 graves e 57 ligeiros, como consequência de 32 acidentes de viação registados em todo o território nacional.

Diante dessa preocupante e dolorosa realidade, o Comando- Geral da Polícia da República de Moçambique, apontam como as principais causas destes sinistros,o excesso de velocidade, condução em estado de embriaguez má travessia de peão e ultrapassagem irregular. Como se isso não bastasse, a Polícia vem ao público, qual um disco riscado, apelar, ferverosamente, para a necessidade de se reflectir em torno desse grave problema, uma vez que centenas de vidas perdem-se nas estradas e de tantas outras vítimas que contraem lesões, algumas das quais irreversíveis.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Setembro 2017 08:22

No exercício das suas funções como mandatário do povo, o deputado tem obrigação de defender o interesse e o bem- -estar da população que o elegeu. A Constituição da República de Moçambique, no número 2 do Artigo 168, define que o deputado representa todo o país e não apenas o círculo pelo qual é eleito. Mas na Assembleia da República temos vindo a assistir uma situação bastante preocupante e lamentável, envolvendo especificamente os deputados da bancada parlamentar da Frelimo.

Actualizado em Sexta, 08 Setembro 2017 09:07
 
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