Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 15 Setembro 2017 08:57

As estradas nacionais continuam sangrentas, causando luto e dor às famílias moçambicanas, o que faz dos acidentes de viação uma das principais causas de mortalidade da população. Os números mostram que só na semana passada pelo menos 37 pessoas morreram, e 80 contraíram ferimentos, dos quais 23 graves e 57 ligeiros, como consequência de 32 acidentes de viação registados em todo o território nacional.

Diante dessa preocupante e dolorosa realidade, o Comando- Geral da Polícia da República de Moçambique, apontam como as principais causas destes sinistros,o excesso de velocidade, condução em estado de embriaguez má travessia de peão e ultrapassagem irregular. Como se isso não bastasse, a Polícia vem ao público, qual um disco riscado, apelar, ferverosamente, para a necessidade de se reflectir em torno desse grave problema, uma vez que centenas de vidas perdem-se nas estradas e de tantas outras vítimas que contraem lesões, algumas das quais irreversíveis.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Setembro 2017 08:22

No exercício das suas funções como mandatário do povo, o deputado tem obrigação de defender o interesse e o bem- -estar da população que o elegeu. A Constituição da República de Moçambique, no número 2 do Artigo 168, define que o deputado representa todo o país e não apenas o círculo pelo qual é eleito. Mas na Assembleia da República temos vindo a assistir uma situação bastante preocupante e lamentável, envolvendo especificamente os deputados da bancada parlamentar da Frelimo.

Actualizado em Sexta, 08 Setembro 2017 09:07
 
Escrito por Redação   
Sexta, 01 Setembro 2017 09:50

Temos de mudar o país. E, para isso, temos de mudar de regime e de Governo. O país no qual vivemos é um verdadeiro inferno. Temos de mudar o país porque se trata de uma nação fundada na corrupção, e na desgraça dos moçambicanos. Vivemos num país de pernas para o ar, criado por um bando de indivíduos que se auto-intitula donos do país, razão pela qual se abarrotam de privilégios, enquanto a maioria da população vivem entre ruínas, escombros e numa miséria sem precedentes.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 25 Agosto 2017 07:58

Quando o Presidente da República, Filipe Nyusi, nas suas habituais e infrutíferas visitas às instituições públicas ou/e de Estado, a esperança era de que alguma coisa seria feita de modo a tirar nas instituições visitadas do marasmo em que se encontra. Note-se que, em mais uma das visitas, o Chefe de Estado encheu a boca para dizer que é preciso quebrar o mito que as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) são a companhia de bandeira. Porém, pelos últimos acontecimentos tudo indica que não passou de mais uma conversa para os jornalistas anotarem e reportarem.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 18 Agosto 2017 08:47

A seriedade de um pais vê-se em pequenas coisas, sobretudo na capacidade do Governo dar respostas aos problemas pontuais da sua população, tais como o acesso à saúde, educação, entre outros serviços básicos. Mas o que se assiste no nosso país é uma situação verdadeiramente clamorosa e preocupante. Não se justifica que, em 42 anos de independência nacional, os moçambicanos continuem a viver como indigentes e morrerem por falta de assistência médica e medicamentosa.

Aproximadamente 50 porcento da população moçambicana continua a consumir água imprópria e a situação é mais crítica nas zonas rurais. A população tem recorrido aos rios e riachos para beber, apesar de a construção de uma fonte de água não ultrapassar um milhão de meticais. Aliado a isso, está o problema relacionado com a falta de saneamento do meio. Todos os anos, centenas de moçambicanos morrem por causa de doenças hídricas, situação essa que se pode evitar, mas o Governo prefere investir em viaturas para este e aquele ministro ou deputado.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 11 Agosto 2017 08:03

Nestes tempos em que o país vive uma crise sem precedentes provocada pelo Governo da Frelimo, através das dívidas contraídas ilegalmente em nome dos moçambicanos, um grupo de necrófagos que constituem o Conselho de Administração da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) mostra, às escâncaras, todas as suas falinhas e já não disfarçam os seus insanciáveis apetites pelo dinheiro público.

Actualizado em Sábado, 12 Agosto 2017 09:38
 
Escrito por Redação   
Sexta, 04 Agosto 2017 08:41

Não é necessário um aturado estudo para perceber o quanto a corrupção tem vindo a ganhar proporções alarmantes neste país, basta olhar para os lados. Aliás, quase todos os dias, são reportados casos de corrupção envolvendo particularmente os dirigentes moçambicanos, e a ideia que sobressai é de que somos um país de corruptos incorrigíveis. A imagem que transmitimos é de que somos um país onde os roubos e os saques aos cofres do Estado tornaram-se numa prática reitirada. E, diante de todos esses casos, desde a burla qualificada da EMATUM, Proindicus e MAM até às comissões no negócio da compra de aeronaves da Embraer pela LAM, tudo indica que alguns moçambicanos têm vocação para o roubo ou saque do erário.

 
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