Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 29 Junho 2018 09:07

Não restam sombras de dúvidas de que o Governo de Filipe Nyusi está empenhada em colocar o povo moçambicano numa situação de aperto já mais visto antes e pós-independência nacional. Esta semana, em mais um dos seus habituais e obscuros reajustes do preço de combustível, Nyusi e a sua turma decidiram agravar pela quarta vez, desde o início de 2018, o preço da gasolina.

A partir da última quarta-feira (27), os moçambicanos passaram a adquirir a gasolina ao preço de 66,55 meticais. Este é, sem dúvidas, o mais alto preço de todos os tempos. É importante referir que este valor em vigor é praticado somente em Maputo, Beira, Nacala, Monapo e Pemba, pois no resto de Moçambique a situação é mais dramática. Ou seja, os outros moçambicanos são forçados a aceitar o preço definido na lei que determina que o preço é acrescido de custos do transporte e embalagem.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Junho 2018 08:18

O Governo da Frelimo, mais uma vez, acaba de demonstrar a sua falta de bom senso e discernimento para os moçambicanos, quiça o mundo. Desta vez, o Executivo de Filipe Nyusi foi mais longe ao aprovar, pela Resolução n. 15/2018 de 24 de Maio, um Código de Conduta do Funcionário e Agente de Estado eivado. Trata-se de um documento absurdo, tendo em conta os aspectos pouco abonatórios que nele constam e que da alguma forma ferem os princípios básicos de um Estado de Direito Democrático.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Junho 2018 08:09

O Chefe do Estado, Filipe Nyusi, devia ser um homem acima de qualquer suspeita e solícito para os seus “patrões”, mas não é assim.

Desde que um grupo inspirado na doutrina islâmica, denominado Al Shabaab, actua no norte de Moçambique, desde Outubro de 2017, causando terror e matança na província de Cabo Delgado, ainda não ouvimos a posição do Comandante-Chefe das Forças Armadas. Porém, ainda é tempo de Filipe Nyusi se emendar.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Junho 2018 08:16

A onda de terror na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, cresce de forma assustadora. Nas últimas semanas, sete pessoas foram assassinadas na aldeia de Naunde, no distrito de Macomia, outros dez cidadãos foram decapitados no passado dia 27. Os crimes são perpetrados com armas brancas, do tipo catana.

O grupo supostamente constituído por jovens, para além de destruir residências, assaltou estabelecimentos comerciais, uma mesquita e uma unidade sanitária, onde se apoderaram de diversos medicamentos. Apelidado pelos locais de Al Shabaab, este movimento de jovens aparentemente sem rosto tem vindo a intensificar as suas incursões colocando à prova a Polícia moçambicana e as Forças de Defesa e Segurança, que parecem desnorteados. Devido a essa situação, centenas de pessoas já começam a abandonar as suas habitações.

Actualizado em Sábado, 09 Junho 2018 09:23
 
Escrito por Redação   
Sexta, 01 Junho 2018 08:12

O regime mercantilista da Frelimo continua descaradamente a empurrar o país para a desgraça. Há quatro décadas no poder, o desenvolvimento de Moçambique continua eternamente adiado, ou seja, presentemente, o nosso país é um dos mais infame na face da terra, fruto de má governação mesclada com a incompetência aguda.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 25 Maio 2018 08:01

Há sensivelmente oito meses, dava muito gosto circular pelas artérias da cidade de Nampula. A impressão que ficava é o edil assassinado, Amurane, e a sua equipa tinham um projecto sério de tornar Nampula na cidade mais limpa do país. Porém, a situação hoje é lamentável, pois subitamente as ruas foram invadidas por todo tipo de negócios.

Presentemente, quem caminha pelas principais artérias, para além de disputar os passeios com as viaturas, é forçosamente obrigado a dividir os mesmos com vendedores informais que fazem deles os seus postos de trabalho. São pessoas que incansavelmente “mendigam” o pão diário. São, na verdade, cidadãos à mercê de uma justiça social excludente e desactualizada. Na sua maioria, são pessoas oriundas dos bairros limítrofes pobres. Vendem de tudo, desde cebola, passando pelo vestuário e calçado até aos telemóveis e os seus mais diversos acessórios, sob olhar impotente da edilidade.

Actualizado em Segunda, 28 Maio 2018 08:08
 
Escrito por Redação   
Sexta, 18 Maio 2018 08:10

Terminou na última quinta- -feira (17) a escala nacional o recenseamento eleitoral em vista as quintas eleições autárquicas de Outubro do corrente ano. Como sempre, o último dia foi marcado por enchentes. Os eleitores alegam que falta de sistemas e avarias dos equipamentos usados pelos recenseadores é que condicionaram as suas inscrições.

A enchente no último dia mostra, na verdade, que os moçambicanos têm uma profunda consciência da importância do cartão de eleitor, pois só com ele é possível realizar mudança, embora a ideia de mudança ainda gera uma profunda desconfiança e, de certa maneira, medo nos moçambicanos.

 
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