Editorial



Escrito por Redação   
Quinta, 25 Setembro 2014 12:18

Moçambique é, de acordo com a Constituição da República, um Estado de Direito, baseado no pluralismo de expressão, na organização política democrática, no respeito e na garantia dos direitos e liberdades fundamentais do homem. Nesse sentido, sem a preocupação rigorosa com a definição do termo, entende-se que a Democracia não pressupõe apenas a liberdade de os indivíduos escolherem os seus representantes, mas também ela assenta na cultura cívica, uma vez que se trata de um aspecto importante na consolidação democrática.

Actualizado em Quinta, 25 Setembro 2014 16:00
 
Escrito por Redação   
Quinta, 18 Setembro 2014 14:55

A obtenção de um emprego digno, sobretudo o primeiro, é o sonho que move muitos compatriotas a travarem batalhas titânicas com vista a conseguirem uma vaga na Administração Pública. Porém, o mesmo cidadão, quando passa de desempregado para empregado, envereda pela preguiça, desatenção, indiferença e pelo desleixo, em relação às suas tarefas. Esta é a realidade que se vive no posto administrativo de Anchilo, no distrito de Nampula-Rapale, onde os profissionais da Saúde, afectos ao Centro de Saúde de Anchilo, deixam desavergonhadamente os doentes que apresentam sintomas de VIH/SIDA e tuberculose, internados naquela unidade sanitária, à sua própria sorte.

Actualizado em Quinta, 18 Setembro 2014 15:11
 
Escrito por Redação   
Quinta, 11 Setembro 2014 19:45

O desvio e o roubo de dinheiros públicos por quem os tinha a seu cargo tende a ser um crime comum nas instituições públicas. O saque é pela medida grande e os estratagemas a que se recorre para delapidar o erário são sempre os mesmos: falsificação de folhas de salários e de assinaturas e pagamentos de vencimentos a funcionários que nunca existiram ou até mesmo a quem já não faz parte do mundo dos vivos. Isto não é aceitável e rompe com quaisquer pressupostos de uma administração pública que se rege por princípios de decência.

Actualizado em Quinta, 11 Setembro 2014 21:11
 
Escrito por Redação   
Quinta, 04 Setembro 2014 15:44

No último domingo, um repórter nosso, em Nampula, foi deliberadamente submetido a sevícias por certos indivíduos ligados ao município, a mando do vereador de Administração e Recursos Humanos, António Gonçalves, em conluio com o delegado político provincial do MDM, Rachade Carvalho.

Acontece que, na manhã do mesmo dia, os subalternos do edil de Nampula, Mahamudo Amurane, mantiveram em cárcere privado, no Salão Nobre da edilidade, mais de 50 mulheres que exigiam a observância dos seus direitos, que alegam terem sido infringidos após serem recrutadas, na primeira quinzena de Fevereiro passado, para limparem a cidade no âmbito de uma campanha denominada “Warya wa Wamphula”, que em língua portuguesa significa “Brilho de Nampula”.

Actualizado em Quinta, 04 Setembro 2014 17:23
 
Escrito por Redação   
Quinta, 28 Agosto 2014 17:28

Decorridos 20 anos de paz, cujos alicerces estremeceram ao longo das duas décadas, as relações entre a Frelimo e Renamo deterioraram-se. Com o tempo, o rumo que a democracia tomou pôs a nu a falta de diálogo e fidúcia de que os partidos políticos enfermam. Activar as kalashnikov para provar que era capaz de parar o país e forçar o regime a governar com probidade e decoro foi a solução encontrada pela “Perdiz”. Décadas de paz foram postas em causa e condenou-se a pátria ao retrocesso.

Actualizado em Quinta, 28 Agosto 2014 17:41
 
Escrito por Redação   
Quinta, 21 Agosto 2014 17:38

Depois do sprinter que permitiu alcançar o “Memorando de Entendimento”, os “Mecanismos de Garantias” e os “Termos de Referência da Missão dos Observadores Militares Internacionais” e, consequentemente, a aprovação da Lei de Amnistia, o diálogo político volta a estar estagnado e cai num impasse em virtude de um novo “braço-de-ferro” causado pela falta confiança entre as partes. Acabem como isso de uma vez.

Actualizado em Quinta, 21 Agosto 2014 18:21
 
Escrito por Redação   
Quinta, 14 Agosto 2014 17:43

Nas últimas duas semanas, os citadinos de Maputo e da Matola, sobretudo das zonas periféricas, andaram com os nervos em franja devido a interrupções contínuas e estonteantes do fornecimento de energia eléctrica por parte da Electricidade de Moçambique (EDM). Na verdade, já devíamos estar habituados aos percalços decorrentes deste problema, mas nunca nos acostumamos. A razão é óbvia: as nossas vidas estão dependentes dos serviços de que por largas horas ficámos desprovidos. Isto não nos surpreende tão-pouco, dado que esta companhia pública e monopolista sempre se mostrou incompetente no que que à provisão destes serviços diz respeito.

A par de outras firmas, a EDM, por sinal dirigida por um dito cujo que é, simultaneamente, Bastonário da Ordem dos Engenheiros, pouco ou mal entende que o serviço público é um bem indisponível e deve ser prestado como tal de forma contínua. Não há princípio de eficácia neste país e o pior é que a companhia a que nos referimos age, por vezes, como se não tivesse compromisso com o público.

Actualizado em Quinta, 14 Agosto 2014 22:18
 
Início Anterior 21 22 23 24 Seguinte Final

Pág. 21 de 24