Editorial



Escrito por Redação   
Segunda, 23 Fevereiro 2015 16:43

Parece que se tornou moda os membros seniores dos partidos políticos estarem a brincar com o povo, apesar de todo o sofrimento por que o mesmo tem estado a passar ultimamente. Ora, é a Renamo e o seu líder Afonso Dhlakama, que ameaçam dividir o país a todo custo, sem deixar de lado os seus recursos de guerra, ora é a Frelimo que está a enviar os seus membros seniores para, supostamente, tranquilizarem a nação afirmando que “não haverá divisão nenhuma e nem o tal governo autónomo existirá”.

 
Escrito por Redação   
Terça, 17 Fevereiro 2015 20:53

Nos dias que correm, as instituições públicas e privadas são atacadas pelo olhar crítico dos cidadãos moçambicanos quanto ao tratamento que se dá às pessoas com deficiência física. No entanto, a Assembleia da República (AR) provou, através da sua magna infra-estrutura, que os indivíduos que lá trabalham têm apenas a função de aprovar as leis e não cumpri-las.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 09 Fevereiro 2015 09:57

Infelizmente, a maior parte dos moçambicanos ainda é analfabeta, sendo imperioso inverter a situação. Porém, pais e encarregados de educação, naquela condição, levaram os seus filhos às escolas para aprenderem a essência do ser humano. Esses filhos são, hoje, governantes e também parte do povo.

Parece que em Moçambique a incompetência e a falta de vontade andam de mãos dadas, principalmente no seio do Governo. Volvidos sensivelmente 40 anos, a chamada “Pérola do Índico” tornou-se independente do governo colonial português. Porém, apesar de termos conquistado a tão almejada independência, ainda continuamos um país dependente em vários sectores.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 05 Fevereiro 2015 23:34

Já transcorreram mais de 20 dias desde que a região norte de Moçambique vive à luz de velas e lanternas a pilhas, para não falar do barulho dos geradores de energia. Desde a altura em que esta parcela do país ficou sem corrente eléctrica, nem a população, muito menos o Governo moçambicano e tão-pouco a própria Electricidade de Moçambique (EDM), empresa pública encarregada de prover o fornecimento de energia eléctrica, sabem, ao certo, quando voltaremos a ver as lâmpadas de casa e os postes de iluminação ao longo das vias públicas acesas. Não se faz ideia ainda de quando é que os electrodomésticos voltarão a exercer a função para a qual foi concebidos.

A falta de energia eléctrica está a tornar insuportável o custo de vida em quase toda a região norte, deixando a população à beira do desespero e a viver a pão e água a cada dia que passa. Todos os dias, as fontes da EDM vêm a terreiro dizer que "esta semana o problema será resolvido". Já lá vão mais de três semanas e a situação continua na mesma.

Actualizado em Sexta, 06 Fevereiro 2015 09:00
 
Escrito por Redação   
Quinta, 05 Fevereiro 2015 10:17

Senhor Presidente da República: afinal Moçambique só é Maputo? Vossa Excelência Filipe Jacinto Nyusi ainda não veio ao centro ver o povo sofrer as cheias. Porquê?

O Senhor Presidente ainda não veio ao norte ver o povo comprar farinha e outros alimentos básicos, por mais do dobro do preço. Porquê?

Passou o tempo de palavras, é preciso mostrar-nos pelos seus actos que tudo está a fazer para que Moçambique volte a estar conectado por estrada.

Actualizado em Quinta, 05 Fevereiro 2015 10:31
 
Escrito por Redação   
Segunda, 26 Janeiro 2015 09:23

Mal nos curámos da tensão político-militar recém-terminada, e já a situação política moçambicana está a tornar-se difícil, com sinais de sair do controlo. Estamos prestes a ficar por um fio e mais receosos de que o pior possa acontecer a qualquer altura.

O decurso do nosso estado político é caracterizado por lamúrias e gritaria de um só lado. Nem Armando Guebuza, presidente da Frelimo, nem Filipe Nyusi, na qualidade de Presidente da República, dão ouvidos a Afonso Dhlakama, cuja propensão para o radicalismo e extremismo parece até certo ponto doentio. E cá temos as nossas dúvidas em relação a um possível encontro entre estas duas figuras com o líder da Renamo, principalmente nos moldes em que este exige tal frente a frente.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 19 Janeiro 2015 20:13

Filipe Nyusi, novo inquilino da Ponta Vermelha, desde 15 de Janeiro em curso, proferiu um discurso de esperança para o povo e fez-lhe entender que o contrato social com ele firmado representa uma nova caminhada para a prosperidade.

Para um país que ainda enferma de diversos problemas – dos básicos aos mais bicudos, sobretudo a pobreza que está acima de 50 porcento e o analfabetismo que ronda os 48 porcento – e que passou 10 anos a ser governado por um Presidente que na opinião de muitos estava mais interessado nos negócios do que com a penúria de quem o colocou no poder, não havia outra alternativa: Filipe Nyusi só podia ser ovacionado como um Messias e as suas palavras recebidas como bênção divina. Os moçambicanos, leigos e esclarecidos, sentiram-se pecaminosos redimidos.

 
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