Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 24 Março 2017 08:30

A cada dia que passa, vai ficando evidente que somos um país governado por um bando de incompetentes cujo único senso de economia é o esbanjamento e espoliação dos cofres públicos. Aliás, pelo andar da carruagem, tudo indica que o pior momento para o povo moçambicano ainda está por vir. Os moçambicanos terão de apertar o cinto mais do que já está, de modo a terem pelo menos uma refeição por dia.

A subida do preço de combustível, cinicamente denominada de ajuste de preços, é paradigmático do que temos estado a falar. Ou seja, cinco meses após último aumento, a gasolina passa dos actuais 50.02 meticais para 56.06 meticais o litro, o gasóleo de 45.83 meticais para 51.89 meticais o litro. Esta nova realidade vai sufocar os moçambicanos, pois, em tabela, aumentam os preços de produtos alimentares, transportes, entre outras necessidades da população.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 17 Março 2017 06:30

Numa altura em que o país atravessa um dos seus piores momentos económicos, cujo impacto reflecte-se sobremaneira na vida do cidadão comum, especialmente no prato durante o horário das refeições, o Governo da Frelimo, encabeçado pelo Presidente Nyusi, tem agido de forma terrorista (leia-se insensível), deixando o povo numa situação de total desconforto e na incerteza do que há-de comer no dia seguinte.

Quando se esperava mais consciência e sensibilidade em relação o sofrimento do povo, inesperadamente, o Executivo de Nyusi decidiu, durante o ano passado, cortar o esquelético subsídio básico de pelo menos 38 mil famílias pobres. Esta medida, vergonhosamente justificada pelos empréstimos contraídos de forma ilegal pelas empresas EMATUM, Proindicus e MAM, colocou aquele grupo de moçambicanos num desespero sem precedentes.

Actualizado em Sábado, 18 Março 2017 08:43
 
Escrito por Redação   
Sexta, 10 Março 2017 07:55

Um dos problemas que afecta o Governo moçambicano é a mania de atribuir as suas falhas aos outros. Os governantes moçambicanos são verdadeiros especialistas em apontar os culpados, e nunca em procurar solução. Procuram sempre bodes expiatórios para responsabilizar pelos seus erros, fracassos e até mesmo a pobreza do país. Culpam o colonialismo, a guerra, o capitalismo, a globalização, o continente, o país, a falta de recursos, a cor da pele, o vizinho, o Ocidente e até aquele avô que morreu há milhares de anos por tudo e por nada. Os argumentos do Governo, na verdade, são sempre os mesmos: A origem dos problemas está sempre nos outros, nunca neles.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 03 Março 2017 07:43

Não há dúvidas de que o Estado moçambicano, desde a Independência Nacional, foi sequestrado por um bando de mercenário. São, na verdade, indivíduos sem escrúpulos que dirigem o destino deste país desde 1975, e empurram o povo, a cada dia que passa, para uma desgraça sem precedentes. Há quatro décadas que os moçambicanos vivem na menoridade, súbditos de política pervertida, limitando-se apenas a dizer “viva” as estúpidas decisões e obedecer cegamente.

Essa corja de mafiosos aproveitaram-se da ignorância, do sofrimento do povo nutridos pelo colono para introduzirem histórias alienantes, e o resultado disso é o grosso número de atrasados mentais que o país produz todos os dias. Mentirosamente, eles prometeram ao povo que seriam fiéis servidores, com a Independência Nacional, e o povo na ingénua convicção acreditou. Mas, a primeira coisa que eles fizeram foi armarem- se até aos dentes para acomodarem a corrupção, o nepotismo e a promiscuidade entre a política e os negócios pessoais dos governantes, em detrimento dos legítimos interesse da maioria oprimida.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 24 Fevereiro 2017 07:41

Disse Karl Marx que “a história se repete, primeiro como tragédia e segundo como farsa”. Porém, a realidade de Moçambique tem mostrado outro cenário: a história sempre se repete como tragédia, sobretudo quando se trata de calamidades naturais como, por exemplo, a passagem do ciclone tropical Dineo pela província de Inhambane. Nesse ponto do país, o vento deitou abaixo milhares de infra-estruturas, com destaque para estradas, escolas, unidades sanitárias, entre outros edifícios públicos.

Este não é um caso isolado. A nível nacional, sempre que chove ou verifica-se um vendaval, há registos de danos humanos e materiais incalculáveis, facto que deixa transfigurado o país. A título de exemplo, desde o final do ano passado até à presente data, dezenas de infra-estruturas públicas desabaram, colocando a nú a qualidade das mesmas. Aliás, hoje em dia, parece que ninguém tem dúvidas em relação à má qualidade das infra-estruturas públicas que são erguidas no país.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 17 Fevereiro 2017 08:50

Um mero olhar sobre os acontecimentos do país é notório que estamos longe de ser um país normal, onde os moçambicanos gozam os seus direitos de forma plena e têm a liberdade de fazer as suas escolhas. É bom que se diga que a insana ambição declarada de alguns moçambicanos, particularmente frelimistas, em reduzir o esforço dos moçambicanos à insignificância, propalando a ideia segundo a qual os indivíduos que têm opinião contrária ao regime da Frelimo é inimigo e perseguem interesses obscuros ou estão simplesmente ao serviço de estrangeiros empenhados em empurrar a bela “Pérola do Índico” para o abismo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 10 Fevereiro 2017 07:49

Definitivamente, o Governo moçambicano não é sério, pois, além de incompetente e medíocre, é deveras patético, para não falar do seu lado prepotente. Se porventura existisse o ranking dos piores e mais ridículos Governos do mundo, sem sombras de dúvidas a primeira posição seria ocupada por mérito próprio pelo Governo da Frelimo. Até porque reúne todos os requisitos necessários: é um Governo sem agenda, que vive medindo a paciência dos moçambicanos.

 
Início Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte Final

Pág. 4 de 22