Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 19 Janeiro 2018 08:23

A seriedade de um determinado país também mede-se não só na capacidade de gestão de situações de problemas, mas sobretudo na prevenção dos mesmos. Durante muito tempo, o Governo moçambicano limitou-se a fazer a gestão de calamidades, no lugar de precaver-se dela. Como consequência disso, quase todos anos assistimos o mesmo cenário: perda de vidas humanas e destruição de habitações e infra-estruturas económicas e sociais a nível de todo país, causados pela chuvas que ciclicamente caem nos meses de Dezembro e Janeiro.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 12 Janeiro 2018 08:21

Devido ao bárbaro e covarde assassinato do edil de Nampula, Mahumudo Amurane, o município vai acolher eleição intercalar para a escolha do presidente do Conselho Municipal da cidade de Nampula, no próximo dia 24 de Janeiro. A campanha eleitoral, que arrancou na última terça-feira (9), para o efeito já está ao rubro. As imagens sobre a campanha eleitoral trazidas pelos meios de comunicação social, sobretudo os órgãos de informação especializados em alienarem e desorientarem a população, mostram-nos, uma vez a outra, até ao enjoo, uma situação deprimente.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 29 Dezembro 2017 07:02

À semelhança do ano passado, 2017 foi um ano atípico para os moçambicanos. A situação económica da população continua a deteriorar-se como principal efeito das dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo, não havendo ainda sinais de recuperação a curto ou médio prazo. Assistimos ao aumento galopante dos bens de primeira necessidade, assim como vimos o Executivo de Nyusi a fazer cortes no orçamento, sobretudo nos assuntos sociais e para o bem-estar da população, para investir na aquisição de viaturas de luxos para os dirigentes e outras mordomias.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Dezembro 2017 08:35

O Presidente da República, Filipe Nyusi, foi nesta quarta-feira (20) à Assembleia da República apresentar o seu informe sobre o Estado da Nação. Como sempre, o informe do Chefe de Estado não trouxe nada de novo, a não ser as habituais frases feitas e lugares comuns. Nyusi não apresentou nada que relance a esperança de mudança da situação económica do país e um futuro diferente para os moçambicanos.

Actualizado em Terça, 26 Dezembro 2017 06:30
 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Dezembro 2017 09:40

Quando chegou a informação relativamente à exoneração de José Pacheco do cargo de ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, o país quase parou de alegria e “bailou” com a notícia. O afastamento de Pacheco passou a ser o principal tema das conversas nas redes sociais e quase todas as esquinas. Devido a essa situação, o Presidente da República recebeu todos elogios possíveis e, sem dúvidas, ele passou a ser visto como um homem sério e comprometido com a causa do país.

Há muito que se esperava uma notícia dessas. Até porque Pacheco, desde que assumiu certas pastas no Governo da Frelimo pouco ou quase nada fez, a não ser meter-se em negociatas para ampliar o seu património pessoal. Não há registo de resultados positivos na vida dos moçambicanos provocados por Pacheco.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Dezembro 2017 08:36

Desde que foram despoletadas as dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo, liderado na altura por Armando Guebuza, os moçambicanos esperam ver os envolvidos na maior fraude do país, quiçá do mundo, de todos os tempos, responsabilizados pelo crime que cometeram contra toda uma nação. Os nomes dos sujeitos já são sobejamente conhecidos, e espanta- nos o silêncio cúmplice da Procuradoria- Geral da República (PGR).

Mas, após um ano e meio a investigar o caso de corrupção na compra de duas aeronaves de marca Embraer pelas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), a PGR ordenou esta semana a detenção de três arguidos, nomeadamente Paulo Zucula, antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Zimba, antigo Gestor Sénior da Sasol Pretroleum Temane, e de José Viegas, antigo PCA das LAM, enquanto continua a instrução preparatória da acusação.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 01 Dezembro 2017 08:23

É de senso comum, para todos os moçambicanos, que não se deve dar uma réstia de credibilidade às palavras do ministro de Economia e Finanças, Adriano Maleiane. Até porque os moçambicanos já o ouviram dizer que não sabia da existência das dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo. Mais tarde, assistimos a Maleiane a defender que a dívida pública moçambicana era sustentável, para além de ter dito que “a dívida não era um mal em si” e que “não havia registo de outras dívidas”, entre outras baboseiras.

Com o tempo, provou-se que tudo que Maleiane andou a dizer não passava de conversa para boi dormir, uma vez que as dívidas ilegais foram reveladas e assistimos ao Estado moçambicano a dar calotes aos seus credores, não honrando o pagamento das prestações acordadas.

 
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