Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 27 Julho 2018 08:00

A cada dia que passa fica claro as razões deste país continuar mergulhado no subdesenvolvimento e o seu povo encontrar-se numa desgraça sem precedentes. Também fica claro que, neste Moçambique, tudo é possível, desde que tenha um “padrinho na cozinha” – como diz o dito popular. O exemplo mais evidente disso é a empresa Vodacom Moçambique que foi literalmente carregada ao colo pelas famílias Guebuza e Machel, permitindo-a renovar a sua licença de telefonia móvel. E, como se isso não bastasse, a empresa vai receber de bónus uma licença unificada para prestar serviços de telecomunicações independentemente da tecnologia de suporte.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 13 Julho 2018 08:34

Hoje parece que nenhum moçambicano tem dúvidas de que a situação que se vive nas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) não é somente fruto de má gestão e incompetência, mas também de um bando de abutres que se cravaram naquela empresa. A reportagem publicada na última quinta- -feira (12) pelo Jornal @Verdade revela um das razões que empurrou a companhia aérea de bandeira nacional para o fundo do poço. E essa situaçao é a imposição às LAM pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, no transporte de jogadores no âmbito do Moçambola. Ou seja, a Liga Moçambicana de Clubes (LMF) é um dos maiores devedores da companhia com um saldo actual de 95 milhões de meticais.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 06 Julho 2018 08:51

É, sem sombras de dúvidas, caricata a situação que se vive na empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM). A cada dia que passa vai ficando evidente que a incompetência e o desenfreado saque aos cofres da empresa, uma marca registada da gestão da LAM nos últimos anos, são os principais problemas que estão a empurrar a companhia de bandeira para um abismo sem precedentes.

Quase sempre, os moçambicanos são confrontados com maus serviços prestados pela dita companhia de bandeira. Trata-se de uma realidade vergonhosa e desoladora, tendo em conta as exorbitantes tarifas praticadas pela companhia.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 29 Junho 2018 09:07

Não restam sombras de dúvidas de que o Governo de Filipe Nyusi está empenhada em colocar o povo moçambicano numa situação de aperto já mais visto antes e pós-independência nacional. Esta semana, em mais um dos seus habituais e obscuros reajustes do preço de combustível, Nyusi e a sua turma decidiram agravar pela quarta vez, desde o início de 2018, o preço da gasolina.

A partir da última quarta-feira (27), os moçambicanos passaram a adquirir a gasolina ao preço de 66,55 meticais. Este é, sem dúvidas, o mais alto preço de todos os tempos. É importante referir que este valor em vigor é praticado somente em Maputo, Beira, Nacala, Monapo e Pemba, pois no resto de Moçambique a situação é mais dramática. Ou seja, os outros moçambicanos são forçados a aceitar o preço definido na lei que determina que o preço é acrescido de custos do transporte e embalagem.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Junho 2018 08:18

O Governo da Frelimo, mais uma vez, acaba de demonstrar a sua falta de bom senso e discernimento para os moçambicanos, quiça o mundo. Desta vez, o Executivo de Filipe Nyusi foi mais longe ao aprovar, pela Resolução n. 15/2018 de 24 de Maio, um Código de Conduta do Funcionário e Agente de Estado eivado. Trata-se de um documento absurdo, tendo em conta os aspectos pouco abonatórios que nele constam e que da alguma forma ferem os princípios básicos de um Estado de Direito Democrático.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Junho 2018 08:09

O Chefe do Estado, Filipe Nyusi, devia ser um homem acima de qualquer suspeita e solícito para os seus “patrões”, mas não é assim.

Desde que um grupo inspirado na doutrina islâmica, denominado Al Shabaab, actua no norte de Moçambique, desde Outubro de 2017, causando terror e matança na província de Cabo Delgado, ainda não ouvimos a posição do Comandante-Chefe das Forças Armadas. Porém, ainda é tempo de Filipe Nyusi se emendar.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Junho 2018 08:16

A onda de terror na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, cresce de forma assustadora. Nas últimas semanas, sete pessoas foram assassinadas na aldeia de Naunde, no distrito de Macomia, outros dez cidadãos foram decapitados no passado dia 27. Os crimes são perpetrados com armas brancas, do tipo catana.

O grupo supostamente constituído por jovens, para além de destruir residências, assaltou estabelecimentos comerciais, uma mesquita e uma unidade sanitária, onde se apoderaram de diversos medicamentos. Apelidado pelos locais de Al Shabaab, este movimento de jovens aparentemente sem rosto tem vindo a intensificar as suas incursões colocando à prova a Polícia moçambicana e as Forças de Defesa e Segurança, que parecem desnorteados. Devido a essa situação, centenas de pessoas já começam a abandonar as suas habitações.

Actualizado em Sábado, 09 Junho 2018 09:23
 
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