Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 24 Fevereiro 2017 07:41

Disse Karl Marx que “a história se repete, primeiro como tragédia e segundo como farsa”. Porém, a realidade de Moçambique tem mostrado outro cenário: a história sempre se repete como tragédia, sobretudo quando se trata de calamidades naturais como, por exemplo, a passagem do ciclone tropical Dineo pela província de Inhambane. Nesse ponto do país, o vento deitou abaixo milhares de infra-estruturas, com destaque para estradas, escolas, unidades sanitárias, entre outros edifícios públicos.

Este não é um caso isolado. A nível nacional, sempre que chove ou verifica-se um vendaval, há registos de danos humanos e materiais incalculáveis, facto que deixa transfigurado o país. A título de exemplo, desde o final do ano passado até à presente data, dezenas de infra-estruturas públicas desabaram, colocando a nú a qualidade das mesmas. Aliás, hoje em dia, parece que ninguém tem dúvidas em relação à má qualidade das infra-estruturas públicas que são erguidas no país.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 17 Fevereiro 2017 08:50

Um mero olhar sobre os acontecimentos do país é notório que estamos longe de ser um país normal, onde os moçambicanos gozam os seus direitos de forma plena e têm a liberdade de fazer as suas escolhas. É bom que se diga que a insana ambição declarada de alguns moçambicanos, particularmente frelimistas, em reduzir o esforço dos moçambicanos à insignificância, propalando a ideia segundo a qual os indivíduos que têm opinião contrária ao regime da Frelimo é inimigo e perseguem interesses obscuros ou estão simplesmente ao serviço de estrangeiros empenhados em empurrar a bela “Pérola do Índico” para o abismo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 10 Fevereiro 2017 07:49

Definitivamente, o Governo moçambicano não é sério, pois, além de incompetente e medíocre, é deveras patético, para não falar do seu lado prepotente. Se porventura existisse o ranking dos piores e mais ridículos Governos do mundo, sem sombras de dúvidas a primeira posição seria ocupada por mérito próprio pelo Governo da Frelimo. Até porque reúne todos os requisitos necessários: é um Governo sem agenda, que vive medindo a paciência dos moçambicanos.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 02 Fevereiro 2017 07:54

Pode parecer que estamos a caricaturar, mas não estamos, aliás, como é natural, a realidade impõe-se e nós limitamo-nos apenas a dar-lhe visibilidade. As informações que nos são trazidas pelos meios de Comunicação Social têm nos mostrado um comportamento desvirtuado do Governo da Frelimo, que se especializou em maltratar, alienar e desorientar os moçambicanos. Aliás, a principal vítima desse Governo sem nenhuma réstia de sentimento é a população analfabeta, rotineira e sem o mínimo de consciência crítica, que acredita em tudo que reluz como sinal de desenvolvimento.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 27 Janeiro 2017 07:27

Já aqui dissemos, por várias vezes, que os roubos e as infracções financeiras deliberadas que são reportadas nesta e naquela empresa pública, como o caso recente da Rádio Moçambique (RM), são paradigmáticos do que, nos últimos tempo, tem estado a acontecer em todas as instituições públicas e/ou do Estado, sem excepção. Diga-se em abono da verdade que o caso da RM, uma estação que não tem prestado serviços públicos aos moçambicanos, limitando- se à caixa de ressonância do partido Frelimo, mostra que a corrupção organizada, aparentemente sem rosto, está enraizada na função pública.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 20 Janeiro 2017 09:36

O país está à saque, isso não é novidade para os moçambicanos. Aliás, Moçambique sempre esteve à saque. Depois de anos de espoliação colonial, os moçambicanos passaram a assistir, impávidos e serenos, a uma outra corja de gatunos engravatados que se escondem por detrás da bandeira de libertadores da pátria para sugar o povo.

Há roubos por todos lados. O mais caricato é que os envolvidos continuam impune, assistindo o país indo à pique e, certamente, sombando da desgraça dos moçambicanos. Após as notícias que dão conta de dívidas ocultas em nome do Estado, saque aos cofres do Estado e nas empresas públicas como, por exemplo, a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), recentemente as informações segundo as quais 10 das 30 empresas que entre 1999 e 2002 pediram empréstimos ao Estado moçambicano até hoje não pagaram um único centavo deixam qualquer cidadão, em pleno gozo do seu juízo, com os nervos em franja. A esse ritmo o país e os moçambicanos serão vendidos à saldo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 13 Janeiro 2017 08:53

Os acontecimentos dos últimos tempos são motivos mais do que suficientes para nos elucidar como um povo que tem estado a ser usado como carne de canhão por uma dúzia de indivíduos. A trégua, por exemplo, dada pela Renamo e as Forças de Defesa e Segurança mostram-nos que é possível pôr a mão na consciência e deixar os moçambicanos levaram a sua vida normalmente. Mas parece que o líder da Renamo, o senhor Afonso Dhlakama, e o Presidente da República, Filipe Nyusi, apoiado por uma horda de membros esquizofrénicos do seu partido, estão motivado a empurrar este país para a desgraça.

Actualizado em Sexta, 13 Janeiro 2017 09:47
 
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