Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 16 Dezembro 2016 08:57

A morte é inevitável e mais dias ou menos dias ela chegará inoportunamente a cada um de nós. Embora para alguns chegue com alguma violência e outras de forma natural. Mas, independentemente das circunstâncias, ela é sempre dolorosa, principalmente para a família que tem de aceitar essa forçada partida. Não importa o quão carrasco o finado era, tampouco as acções ou crimes que cometeu perante a sociedade. É preciso respeitar a sua memória e a dor dos seus familiares.

Actualizado em Sexta, 16 Dezembro 2016 17:29
 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Dezembro 2016 08:35

Mais documentos estapafúrdios foram aprovados pela ditadura de voto da banca parlamentar da Frelimo. Trata-se das propostas do Plano Económico Social e do Orçamento do Estado para 2017. Os documentos, eivados de muita parra e uva nenhuma, atribuem mais fundos aos sectores repressivos do Estado, como por exemplo SISE, Ministério do Interior e Casa Militar, em detrimento dos sectores fulcrais para o bem-estar do povo moçambicano

A apreciação dos documentos começou na quarta-feira (07) e, tal como nos anteriores, o Governo da Frelimo continua a canalisar milhões de meticais para cobrir despesas supérfluas, ao invés de investir em sectores ou infra-estruturas para o desenvolvimento do país. A título de exemplo, o Governo de Filipe Nyusi está a marimbar-se do grave problema de saneamento e da falta de água por que passam milhares de moçambicanos. Todos os anos, o país tem registado inúmeros casos de cólera e outras doenças diarreicas, que matam centenas de moçambicanos.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 02 Dezembro 2016 08:32

O comentário feito por Alberto Chipande, segundo o qual “os roubos vão continuar, porque somos humanos e, como se não bastasse, não somos santos”, é sintomático da degradação da moral e do tipo de sociedade que o Governo da Frelimo tem vindo a construir para os moçambicanos. Já é sabido – por experiência feita – que essa escumalha tem estado a empurrar os moçambicanos para um abismo sem precedentes, através de saque ao erário.

Não há dúvidas de que o Governo da Frelimo é intrinsecamente uma trapaça, e especialista em roubalheira. Desde a Independência Nacional, tem-se ocupado de insana ambição declarada de saque aos cofres públicos, e cinicamente propala a ideia de que está ao serviço do povo moçambicano, quando, na verdade, persegue interesses obscuros.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 25 Novembro 2016 08:50

Pode parecer piada, mas não é. A competência é um dos piores defeitos. Ser competente, neste país, é um pecado capital, sobretudo no Governo da Frelimo. Basta ser um indivíduo competente para sofrer ostracismo, o dos mais mórbidos que se tem registo. Na verdade, a Frelimo já vem nos habituando com a sua falta de bom senso desde a Independência Nacional. Aliás, não é novidade para os moçambicanos que o Governo da Frelimo tem vindo a colocar indivíduos de competência duvidosa em cargos de direcção.

Não é preciso de um olhar clínico para perceber a horda de incompetentes que abundam na Função Pública ou no Aparelho do Estado. Desde Ministros a Governadores provinciais, passando pelos Presidentes de Conselho de Administração de empresas públicas ou participadas pelo Estado, até à própria liderança do partido e ao simples chefe de um Posto Administrativo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 18 Novembro 2016 09:12

Pode parece que estamos a caricaturar mas, infelizmente, é nisto que somos bons neste país: empregar sobrinhos, amantes e cunhados, esvaziar os cofres do Estado e ampliar os patrimónios pessoais à custa do dinheiro do povo. Como consequência disso, hoje o país caminha a passos largos para uma situação insustentável. Tudo indica que o pior está por vir. Porém, o mais revoltante nessa história é saber o rumo que dado ao dinheiro que nós é descontado todos os santos mês, após jornadas duras de trabalho.

A que propósito vem isto agora? A propósito da delapidação desenfreada do património do contribuinte moçambicano, levado a cabo pela Frelimo, atráves do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Há anos que o dinheiro da Segurança Social tem sido gasto em negócios obscuros, para não dizer duvidosos. Exemplo disso é o investimento de mais de um bilião de meticais do dinheiro que os moçambicanos são forçados a descontar, numa instituição bancária que hoje é dada como falida. Além disso, num negócio que, na verdade, se trata de uma burla qualificada, o INSS emprestou pouco mais de 200 milhões de meticais a uma empresa de ramo de aviação.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 11 Novembro 2016 10:18

Não é preciso pendurar-nos nos relatórios lavrados nos escritórios em Maputo, cujos resultados do estudo dependem do humor e cor partidária dos pseudo-especialistas que vivem numa constante modorra física e produzem os documentos eivados de nada e de nenhuma coisa, para ter a real dimensão da desgrenhada miséria em que vivem centenas de milhares de moçambicanos.

Basta derrubarmos as ameias ideológicas e revestimo-nos de sentimento pelos empobrecidos deste país cinicamente baptizado por “Pátria de Heróis”. Basta abandonarmos o sossego dos nossos lares e andarmos pelo quarteirão vizinho para nos depararmos com a realidade mais obscena sem precedentes. Só não vê que não quer ver.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 04 Novembro 2016 09:57

Se existia réstia de dúvidas, hoje parece não haver mais. É, diga-se em abono da verdade, chegada a hora dos moçambicanos abandonarem o conforto dos seus lares e sairem às ruas. Há motivos mais do que suficientes para tal, a começar pela incompetência aguda, passando pela insensibilidade e excesso de corrupção, até à falta de sensatez do Governo da Frelimo.

 
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