Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 23 Março 2018 07:55

Desde Janeiro de 2017, Moçambique tem estado a dar calote aos credores da dívida que foi ilegalmente tornada pública pelo Governo da frelimo. Esta semana, uma equipa roboticamente preparada aldrabar os credores, chefiada pelo ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, foi a Londres ajoelhar-se aos detentores das dívidas contraídas, violando a Constituição da República e as leis orçamentais, para pedir a sua reestruturação.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 16 Março 2018 07:47

Os resultados da segunda volta da eleição intercalar para a escolha do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula demonstram de forma clara e inequívoca que os munícipes de Nampula, em particular, e os moçambicanos no geral estão fartos do desgoverno imposto pela Frelimo desde a Independência Nacional. Na referida eleição, o candidato da Renamo, Paulo Vahanle, venceu, tendo derrotado o candidato da Frelimo, Amisse Cololo. Quando já estavam contabilizados 95 porcento dos votos, Paulo Vahanle tinha aproximadamente 60 porcento.

Actualizado em Sábado, 17 Março 2018 08:49
 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Março 2018 07:59

Tendo em conta os últimos acontecimentos políticos, anunciados com pompa e circunstância pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, tudo indica que o município de Nampula que, no próximo dia 14 do mês em curso vai às urnas, em segunda volta, para a eleição do presidente do Conselho Municipal, poderá ser o último local no país onde, na história das municipalizações, vai ser eleito de forma directa e pessoal um autarca. No entanto, sem nenhuma réstia de entusiasmo e, muito menos, novidade, a campanha eleitoral decorre como se de um funeral se tratasse.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 02 Março 2018 07:39

Como já era de se esperar arrancaram, nesta quarta-feira (28), os trabalhos da VII Sessão Ordinária da VIII Legislatura da Assembleia da República (AR). Mas pouco importa o início dos trabalhos, até porque os moçambicanos já estão habituados que não se pode esperar grande coisa dos pseudos representantes do povo que se cravaram no Parlamento moçambicano.

Enquanto o Presidente da República, Filipe Nyusi, encontra-se ajoelhado e de mãos estendidas para o Governo Suíço, na expectativa de que aquele Governo esqueça-se das dívidas ocultas ilegais contraídas pelo Governo inconsequente e corrupto da Frelimo e volte a apoiar o Orçamento de Estado, a presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, prossegue com o seu papel de legitimadora das vontades do partido Frelimo e do respectivo presidente.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 23 Fevereiro 2018 07:13

Hoje parece que ninguém tem dúvidas que, quando os dirigentes são irresponsáveis, o povo é que paga. E paga muito caro. O exemplo disso é a triste situação que se verificou na lixeira de Hulene, arredores da cidade de Maputo, onde pelo menos 16 pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas em consequência do desmoronamento de uma montanha de resíduos acumulados durante décadas. O lixo acumulado – já na altura de um edifício de pelo menos três andares - desabou sobre algumas casas erguidas paredes-meias da referida montanha, quando os proprietários se encontravam a dormir. Quase todos os moradores foram apanhados de surpresa.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 16 Fevereiro 2018 07:52

Após o bárbaro assassinato de Mahumudo Amurane, a cidade de Nampula transformou-se num verdadeiro caos. Os problemas da urbe agudizaram-se de uma forma impressionante, mostrando claramente que as intervenções que foram feitas reflectiam indubitavelmente o projecto pessoal de Amurane. Com o seu assassinato, a edilidade do mais importante centro urbano do norte de Moçambique abandonou as suas responsabilidades, sobretudo no que diz respeito à remoção de resíduos sólidos, tanto na zona urbana como suburbana, e melhoramento das vias de acesso.

Actualizado em Sexta, 16 Fevereiro 2018 08:46
 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Fevereiro 2018 11:31

Inesperadamente ou não, a Frelimo e a Renamo decidiram a revisão pontual da Constituição da República de Moçambique, sem antes consultar os moçambicanos através de um referendo como manda a Constituição. Mas pouco importa a consulta, até porque os moçambicanos já estão habituados a esse tipo de teatro protagonizado por actores amadores de muito mau gosto de sempre. Sem sombras de dúvidas que a preparação da revisão da lei-mãe começou a ser feita em silêncio – e em segredo, deixando de lado as outras forças políticas, a sociedade civil e o povo.

Tudo indica que a coligação Frenamo, sobretudo as suas duas equipas cravadas na Assembleia da República vão se movimentar, qual orquestra, para acomodar os interesses dos seus partidos políticos – na sua maioria, não explicado -, ao invés de resguardarem os legítimos interesses de um povo que é forçado a viver na pobreza e na ilusão de que os seus “doutos” representantes - os mesmos que regularmente se comportam quais símios quando esbarram em um cacho de bananas - cuidarão do seu destino.

 
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