Editorial



Escrito por Redação   
Quinta, 13 Abril 2017 08:22

Vergonhosamente, o Governo da Frelimo tem vindo, algumas vezes em silêncio e em segredo, a impingir aos moçambicanos as dívidas contraídas ilegalmente com o aval do Estado pelas empresas EMATUM, Proindicus e MAM. Esta quinta-feira (13), os moçambicanos serão crucificados com as dívidas, ou seja, os empréstimos passarão oficialmente a Dívida Pública, uma vez que, de forma impune, foram incorporadas, pelo Governo da Frelimo, na Conta Geral de Estado de 2015.

A turma dos “camaradas” que, com aquele ar de meros empregados públicos cientificamente preparados para dizer “sim” a todo tipo de documento, escrito num idioma parecido com o português para aldrabar incautos, prepara-se para legitimar a maior e das piores situações de corrupção pós-independência. Aliás, não se pode esperar outra posição da banca parlamentar da Frelimo, até porque os deputados cravados na Assembleia da República estão ali para subscrever documentos que visam deixar a população na penúria. Este grupo, na sua habitual chatice congénita, continua a demonstrar desprezo absoluto por alguns princípios básicos da democracia, valendo-se da maioria absoluta parlamentar. Os deputados da Frelimo prosseguem indiferentes ao eleitor, ao povo e à opinião pública.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 06 Abril 2017 07:27

A despeito da provocada crise económica que o país atravessa, a corrupção generalizada e visível, e a aparente estabilidade político-militar, a ideia de mudança continua a gerar uma profunda e mórbida desconfiança e, de certa maneira, medo nos moçambicanos. Os preços dos bens de primeira necessidade continuam a disparar em flecha, minguando o poder de compra do povo, mas ninguém pensa em mudança de regime.

Na verdade, é fora de dúvida que a mudança nunca é fácil tendo em conta que há um receio legítimo, ou natural, que inibe a necessidade de mudar o estado das coisas. O desenvolvimento e o futuro do país, diga-se em abono da verdade, depende desse golpe de asa. É inegável que o fenómeno corrupção – diga-se de passagem, organizada -, exclusão social, partidarização do aparelho do Estado e falta de uma democracia funcional continua a ser o principal obstáculo à materialização do desenvolvimento socio-económico de Moçambique e de uma identidade e cidadania moçambicana.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 31 Março 2017 09:06

Desoladora e vergonhosa são, sem dúvidas, as únicas palavras que qualificam a gestão da empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), nos últimos dias. Nunca, em tão pouco tempo, os moçambicanos foram surpreendidos com sistemáticos e assustadores péssimos serviços prestados pela companhia de bandeira. Aliás, a situação não é de hoje, até porque as Linhas Aéreas de Moçambique já nos habituou a esse triste e lamentável realidade. Não é por acaso que foi banida de sobrevoar o espaço europeu.

Actualizado em Sexta, 31 Março 2017 09:15
 
Escrito por Redação   
Sexta, 24 Março 2017 08:30

A cada dia que passa, vai ficando evidente que somos um país governado por um bando de incompetentes cujo único senso de economia é o esbanjamento e espoliação dos cofres públicos. Aliás, pelo andar da carruagem, tudo indica que o pior momento para o povo moçambicano ainda está por vir. Os moçambicanos terão de apertar o cinto mais do que já está, de modo a terem pelo menos uma refeição por dia.

A subida do preço de combustível, cinicamente denominada de ajuste de preços, é paradigmático do que temos estado a falar. Ou seja, cinco meses após último aumento, a gasolina passa dos actuais 50.02 meticais para 56.06 meticais o litro, o gasóleo de 45.83 meticais para 51.89 meticais o litro. Esta nova realidade vai sufocar os moçambicanos, pois, em tabela, aumentam os preços de produtos alimentares, transportes, entre outras necessidades da população.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 17 Março 2017 06:30

Numa altura em que o país atravessa um dos seus piores momentos económicos, cujo impacto reflecte-se sobremaneira na vida do cidadão comum, especialmente no prato durante o horário das refeições, o Governo da Frelimo, encabeçado pelo Presidente Nyusi, tem agido de forma terrorista (leia-se insensível), deixando o povo numa situação de total desconforto e na incerteza do que há-de comer no dia seguinte.

Quando se esperava mais consciência e sensibilidade em relação o sofrimento do povo, inesperadamente, o Executivo de Nyusi decidiu, durante o ano passado, cortar o esquelético subsídio básico de pelo menos 38 mil famílias pobres. Esta medida, vergonhosamente justificada pelos empréstimos contraídos de forma ilegal pelas empresas EMATUM, Proindicus e MAM, colocou aquele grupo de moçambicanos num desespero sem precedentes.

Actualizado em Sábado, 18 Março 2017 08:43
 
Escrito por Redação   
Sexta, 10 Março 2017 07:55

Um dos problemas que afecta o Governo moçambicano é a mania de atribuir as suas falhas aos outros. Os governantes moçambicanos são verdadeiros especialistas em apontar os culpados, e nunca em procurar solução. Procuram sempre bodes expiatórios para responsabilizar pelos seus erros, fracassos e até mesmo a pobreza do país. Culpam o colonialismo, a guerra, o capitalismo, a globalização, o continente, o país, a falta de recursos, a cor da pele, o vizinho, o Ocidente e até aquele avô que morreu há milhares de anos por tudo e por nada. Os argumentos do Governo, na verdade, são sempre os mesmos: A origem dos problemas está sempre nos outros, nunca neles.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 03 Março 2017 07:43

Não há dúvidas de que o Estado moçambicano, desde a Independência Nacional, foi sequestrado por um bando de mercenário. São, na verdade, indivíduos sem escrúpulos que dirigem o destino deste país desde 1975, e empurram o povo, a cada dia que passa, para uma desgraça sem precedentes. Há quatro décadas que os moçambicanos vivem na menoridade, súbditos de política pervertida, limitando-se apenas a dizer “viva” as estúpidas decisões e obedecer cegamente.

Essa corja de mafiosos aproveitaram-se da ignorância, do sofrimento do povo nutridos pelo colono para introduzirem histórias alienantes, e o resultado disso é o grosso número de atrasados mentais que o país produz todos os dias. Mentirosamente, eles prometeram ao povo que seriam fiéis servidores, com a Independência Nacional, e o povo na ingénua convicção acreditou. Mas, a primeira coisa que eles fizeram foi armarem- se até aos dentes para acomodarem a corrupção, o nepotismo e a promiscuidade entre a política e os negócios pessoais dos governantes, em detrimento dos legítimos interesse da maioria oprimida.

 
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