Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 06 Janeiro 2017 08:44

Não há dúvidas de que a situação que o país vem atravessando é calamitosa. Diante disso, a questão que ocorre fazer neste momento é a seguinte: “O que se pode esperar neste 2017?” A resposta é para já negativa, pois tudo indica que a situação tende a piorar, ou seja, o que ja estava pior, agora deteriorou-se. Aliás, a julgar pela inércia que caracteriza o Governo da Frelimo e a corrupção que se tornou prática reiterada desse regime não se pode esperar outra realidade.

A título de exemplo, o custo de vida vai continuar cada vez mais alto, pois até então não há políticas eficazes com vista a minimizar a situação. O Banco de Moçambique limita-se a tomar medidas paliativas, e nunca avança com algo mais concreto. Os próximos tempos, não obstante as informações que dão conta da prorrogação da suspensão do conflito armando, mostram que a situação vai tornar-se insustentável, uma vez que os preços de produtos de primeira necessidade não param de subir, e em 2017 os moçambicanos vão continuar a “apertarem o cinto” mais do que está.

Actualizado em Sexta, 06 Janeiro 2017 09:09
 
Escrito por Redação   
Sexta, 30 Dezembro 2016 08:24

Indubitavelmente, o ano de 2016 – prestes a findar – foi bastante difícil para os moçambicanos, principalmente para o cidadão cuja vida é marcada por inúmeros e infindáveis sacrifícios. 2016 não foi apenas um ano, foi um momento de sofrimento para o povo, pois nunca antes os moçambicanos foram colhidos com notícias e situações bastante adversas.

Ao longo do ano de 2016, o povo foi surpreendido com as descobertas de novas dívidas ocultas, para além da EMATUM. Em 2016, Moçambique enfrentou a sua pior crise financeira, devido em grande medida aos corruptos que durante anos delapidaram os cofres públicos. Foi o ano de execuções de membros dos partidos da oposição e académicos, e a vergonhosa solidificação de sequestros e assassinatos de albinos e raptos de empresários.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 23 Dezembro 2016 09:13

O Informe Anual apresentado, esta semana, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, na Assembleia da República mostrou- nos que o Chefe de Estado moçambicano mantém-se firme para se tornar especialista na arte de vender peixe podre, ou dito sem metáfora, num trapaceiro inescrupuloso. Pois, não é necessário um advinho, muito menos estatísticas e tampouco os relatórios toscos que são lavrados nalguns escritórios na cidade capital para ver o quão o país caminha, a passos largos e alegremente, para a desgraça.

Ao longo da sua governação, a situação dos moçambicanos tem ido de mal ao pior. A pobreza tem vindo aumentar, assim como o poder de compra tem vindo a decrescer. O salário mínimo está aquém de satisfazer as necessidades elementares de alimentação do cidadão comum. Cresce o número de moçambicanos que morrem nas filas de uma unidade sanitária à espera de cuidados hospitalares. Centenas de indivíduos foram obrigados a abandonar as suas zonas de origem devido a um conflito armado que tende a alastrar-se a cada semana que passa.

Actualizado em Domingo, 25 Dezembro 2016 12:41
 
Escrito por Redação   
Sexta, 16 Dezembro 2016 08:57

A morte é inevitável e mais dias ou menos dias ela chegará inoportunamente a cada um de nós. Embora para alguns chegue com alguma violência e outras de forma natural. Mas, independentemente das circunstâncias, ela é sempre dolorosa, principalmente para a família que tem de aceitar essa forçada partida. Não importa o quão carrasco o finado era, tampouco as acções ou crimes que cometeu perante a sociedade. É preciso respeitar a sua memória e a dor dos seus familiares.

Actualizado em Sexta, 16 Dezembro 2016 17:29
 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Dezembro 2016 08:35

Mais documentos estapafúrdios foram aprovados pela ditadura de voto da banca parlamentar da Frelimo. Trata-se das propostas do Plano Económico Social e do Orçamento do Estado para 2017. Os documentos, eivados de muita parra e uva nenhuma, atribuem mais fundos aos sectores repressivos do Estado, como por exemplo SISE, Ministério do Interior e Casa Militar, em detrimento dos sectores fulcrais para o bem-estar do povo moçambicano

A apreciação dos documentos começou na quarta-feira (07) e, tal como nos anteriores, o Governo da Frelimo continua a canalisar milhões de meticais para cobrir despesas supérfluas, ao invés de investir em sectores ou infra-estruturas para o desenvolvimento do país. A título de exemplo, o Governo de Filipe Nyusi está a marimbar-se do grave problema de saneamento e da falta de água por que passam milhares de moçambicanos. Todos os anos, o país tem registado inúmeros casos de cólera e outras doenças diarreicas, que matam centenas de moçambicanos.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 02 Dezembro 2016 08:32

O comentário feito por Alberto Chipande, segundo o qual “os roubos vão continuar, porque somos humanos e, como se não bastasse, não somos santos”, é sintomático da degradação da moral e do tipo de sociedade que o Governo da Frelimo tem vindo a construir para os moçambicanos. Já é sabido – por experiência feita – que essa escumalha tem estado a empurrar os moçambicanos para um abismo sem precedentes, através de saque ao erário.

Não há dúvidas de que o Governo da Frelimo é intrinsecamente uma trapaça, e especialista em roubalheira. Desde a Independência Nacional, tem-se ocupado de insana ambição declarada de saque aos cofres públicos, e cinicamente propala a ideia de que está ao serviço do povo moçambicano, quando, na verdade, persegue interesses obscuros.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 25 Novembro 2016 08:50

Pode parecer piada, mas não é. A competência é um dos piores defeitos. Ser competente, neste país, é um pecado capital, sobretudo no Governo da Frelimo. Basta ser um indivíduo competente para sofrer ostracismo, o dos mais mórbidos que se tem registo. Na verdade, a Frelimo já vem nos habituando com a sua falta de bom senso desde a Independência Nacional. Aliás, não é novidade para os moçambicanos que o Governo da Frelimo tem vindo a colocar indivíduos de competência duvidosa em cargos de direcção.

Não é preciso de um olhar clínico para perceber a horda de incompetentes que abundam na Função Pública ou no Aparelho do Estado. Desde Ministros a Governadores provinciais, passando pelos Presidentes de Conselho de Administração de empresas públicas ou participadas pelo Estado, até à própria liderança do partido e ao simples chefe de um Posto Administrativo.

 
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