Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 02 Setembro 2016 08:40

Se, no passado recente, havia dúvidas em relação ao destino do país, hoje parece não haver. A cada dia que passa é notório que Moçambique continua, a passos largos, a descer às profundezas do pântano da desgraça, resultante da incompetência mórbida do Governo da Frelimo. O sinal mais evidente desta triste realidade é o facto de os moçambicanos estarem a ser obrigados a apertar o cinto mais do que já está.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 26 Agosto 2016 08:32

A quem beneficia o conflito armado que o país atravessa? Certamente, ao povo moçambicano não. Aliás, pelo andar da carruagem, tudo indica que há interesses obscuros e inexplicáveis por detrás desta guerra que tem vindo a dizimar dezenas de vidas humanas e o sonho de milhares de moçambicanos. Há, sem sombra de dúvidas, figuras, ligadas ao partido no poder, que têm vindo a “alimentar-se” desse conflito armado, razão pela qual lutam para que não haja o cessar-fogo a curto prazo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 19 Agosto 2016 08:52

Nunca antes o povo moçambicano esteve tão desprotegido como nos dias que ocorrem. A cada dia que passa a situação tende a deteriorar-se, ou seja, o que já era complicado, agora piorou. Presentemente, os moçambicanos vivem numa insegurança mórbida sem precedentes, e na constante incerteza de voltar a respirar no dia seguinte. Tudo porque a Polícia moçambicana, assim como as forças governamentais, tem estado a semear terror, dor e luto no seio das famílias.

No lugar de garantir a segurança dos moçambicanos, a Polícia é o principal promotor da criminalidade e execuções sumárias de cidadãos indefesos e inocentes. Um pouco por todo país são reportados casos de indivíduos barbaramente assassinados pela Polícia moçambicana. Os casos mais recentes deram-se nas cidades da Beira, Nampula e Nacala-Porto, onde alguns dos nossos compatriotas foram alvejados mortalmente.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 12 Agosto 2016 08:59

Vergonhoso e repugnante, é o que se pode dizer da Justiça moçambicana. Pois, passam sensivelmente 15 anos após o hediondo crime que vitimou o economista Siba-Siba Macuácua. Crime esse equiparado às actividades violentas perpetradas pelos tenebrosos e sanguinários grupos terroristas que têm semeado dor e luto por onde actuam.

Porém, o mais revoltante na situação em aprecio é a inoperância e a ineficiência da Justiça, sobretudo de órgãos como a Polícia de Investigação Criminal e a Procuradoria-Geral da República, que continuam a fingir que nada aconteceu. Aliás, os cidadãos moçambicanos, espalhados por este extenso Moçambique, assistem, impávido e sereno, à morosidade desta nossa Justiça podre, desactualizada e sem entranhas de humanidade. Já se passam 15 anos e, até então, não se sabe os motivos por detrás dessa bárbaro crime.

Actualizado em Sexta, 12 Agosto 2016 09:12
 
Escrito por Redação   
Segunda, 01 Agosto 2016 08:09

Somos, definitivamente, um país falhado. Somos um país consagrado na mediocridade e na ignorância aguda. Um país sem perspectivas e, muito menos, orientação para o futuro. Um país movido por demência colectiva dos seus governantes. Somos um país doentio que vive ao deus-dará. Quando se olha para uma dezena de acontecimentos envolvido o Governo da Frelimo, a impressão com que fica é de que o país está mergulhado num pântano da estupidez.

É como se o país tivesse um síndrome de estupidez adquirida, que se manifesta da seguinte maneira: dificuldade em tomar medidas sensatas e de acordo com as necessidades da população, deficiência na percepção da realidade, mania de perseguição, hipocrisia ou farisaísmo crasso, infecundidade da mente e a incapacidade de ter qualquer emoção relativamente a desgrenhada miséria em que vivem milhares de moçambicanos.

 
Escrito por Redação   
Segunda, 25 Julho 2016 08:35

Em Abril passado o mundo foi abalado pela divulgação de documentos de uma firma de advogados do Panama que revelaram a ocultação de propriedades de empresas inscritas em paraísos fiscais, activos, lucros e evasão de impostos por parte de chefes de Estado e de governo, políticos, empresários, atletas e artistas, entre outros.

Entre os 11,5 milhões de documentos que obtidos pelo jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”, através de uma fuga de informação, e partilhados em medias de várias países através do Consórcio Internacional de Jornalistas existem cidadãos e entidades com ligações à Moçambique, cujos nomes já foram publicamente divulgados:

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Julho 2016 07:51

Não é preciso pendurarmo-nos nos relatórios lavrados no estrangeiro ou em alguns escritórios em Maputo, cujos resultados, muitas vezes, dependem do humor dos pseudo-especialistas ou consultores. Não é preciso escarafunchar estudos produzidos num idioma tosca, que se confunde com a línga portuguesa.

Não é preciso atermo-nos a documentos eivados de nada e de nenhuma coisa, para ter a real dimensão da desgrenhada miséria em que vivem milhares de moçambicanos. Basta apenas o Governo da Frelimo abandonar a modorra física, e os frequentes, sucessivos e improdutivos seminários onde não faltam chávenas de café e “salgadinhos”.

 
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