Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 07 Julho 2017 08:03

Pode parecer caricato e, simultaneamente, enfadonho o facto de repisarmos num aspecto que se tornou assunto do dia em todo território nacional, quiçá no mundo afora. Mas é a realidade que hoje vivemos e ela imponentemente se nos impõe de forma cruel e sádica. Diga-se sem ameias ideológicas que, presentemente, os moçambicanos vivem num país estruturalmente degradado e deliberadamente destruído por um punhado de indivíduos que continua a caminhar livre, alegre e impunemente por este país. Referimo-nos às dívidas contraídas ilegalmente e que os moçambicanos são hoje forçados a pagar.

Actualizado em Sábado, 08 Julho 2017 09:22
 
Escrito por Redação   
Sexta, 30 Junho 2017 08:20

Como moçambicanos, depois de termos recebido e lido o tão esperado sumário executivo da Auditoria realizada pela Kroll às contas das empresas estatais criadas hábil e especificamente para roubar o povo, uma conclusão se chega: a cumplicidade da Procuradoria-Geral da República nos casos de corrupção no país não tem limites. Assim como não tem limites o Governo da Frelimo, que há 42 anos de independência do jugo colonial tem estado a roubar os moçambicanos.

O nível de promiscuidade em que a nossa Procuradoria chegou é caso para exclamar: que país é este no qual nem as instituições do Estado que deveriam garantir que as leis sejam cumpridas são capazes de agir! Que país é este em que os órgãos de justiça optam por fazer de conta que nada está acontecer! Quando era de esperar que, depois do relatório mencionar os nomes do sujeitos que empurraram o país para o abismo, a Procuradoria- Geral da República agisse imediatamente, eis que, em vez disso, continua de olhos cerrados e ouvidos moucos. Até custa crer, mas a realidade se nos impõe.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 23 Junho 2017 07:56

O que se está a passar em Moçambique é sem dúvidas uma amostra grátis da falta de respeito, sensibilidade e compaixão para com o sacrificado povo moçambicano. Desde que, há anos, o Governo da Frelimo pendurou-se no poder tem vindo alegre e sistematicamente a empurrar os moçambicanos para o vale da desgraça. Estes são obrigados a sobreviver à essa violência e didatura absoluta. E o mais dramático é que a população é forçada a ouvir zombar mascarada de aconselhamento através dos órgãos de informação.

Actualizado em Domingo, 25 Junho 2017 09:48
 
Escrito por Redação   
Sexta, 16 Junho 2017 10:00

Subitamente, o Presidente da República, Filipe Nyusi, sentiu uma ligeira comichão num dos seus órgãos sensoriais, neste caso a língua, e decidiu soltar uma das suas primeiras frases feitas para entreter o povo: Moçambique está de volta. O Chefe de Estado começou por dizer esta expressão aquando da realização do Fórum das Infra-estrutura em Tete. Recentemente, Nyusi, que se encontra de visita aos Estados Unidos da América, durante a sua intervenção na sessão de abertura da 11ª Cimeira de Negócios Estados Unidos da América e África, voltou a dizer que Moçambique está de volta.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Junho 2017 07:56

Nunca antes os moçambicanos estiveram tão apreensivos, como tem estado a acontecer nos últimos dias. Há motivos mais do que suficientes para isso: os moçambicanos querem que os arquitectos da maior e mais qualificada burla de todos os tempos, a que foi cinicamente baptizada de Dívida Pública, sejam responsabilidados. Ninguém, hoje em dia, está preocupado com o nome de que esteve a frente dessa trapaça, até porque já é de conhecimento do público. O que interessa neste momento é que os culpados pela desgraça dos moçambicanos sejam exemplarmente punidos.

Há sensivelmente um mês que os moçambicanos aguardam impacientemente pela divulgação dos resultados da Autoria Independente feita aos negócios obscuros das empresas EMATUM, MAM e Proindicus pela Kroll. A Procuradoria-Geral da República (PGR) prometeu publicar o documento após terminar a análise, porém, até então não aconteceu. Tudo indica que a nossa Procuradoria da República anda ocupada com assuntos comésticos.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 02 Junho 2017 08:11

O caso do ex-ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, acusado pelo Ministério Público de uso indevido do dinheiro do Estado, é paradigmático do que, nestes últimos anos, tem estado a acontecer nas instituições públicas e/ou do Estado. Este caso é, na verdade, uma prova cabal do que sempre fazem todos os indivíduos ligados ao partido Frelimo, sem entranhas de humanidade, quando lhes é confiados a coisa pública.

Os membros do Governo da Frelimo, quando são nomeados para servirem os moçambicanos, a primeira coisa que invariavelmente fazem, diga- -se de passagem com mestria, é espoliar a pátria de modo a satisfazer os seus insaciáveis estômagos e garantir que os seus descendentes venham ficar a cobertos de preocupações financeiras no futuro.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 26 Maio 2017 09:59

Desde há algum tempo, os moçambicanos têm se mostrado bastante inquietos relativamente às dívidas ilegalmente contraídas sem o aval do Estado que, posteriormente, foram transformadas em dívidas públicas pelos insensíveis de costume: a Frelimo. A maior preocupação do povo moçambicano é que sejam responsabilizados os indivíduos envolvidos nesta que é considerada uma das maiores trapaças da história de Moçambique.

Devido à dimensão da situação, não restam sombras de dúvidas que os arquitectos desse roubo que colocou a população no pior aperto financeiro de sempre devem ser severamente punidos. É o papel e a obrigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) desenvolver iniciativas para que isso aconteça. Mas, de algum tempo para cá, temos vindo a assistir a uma PGR bastante politizada, sem agenda e, acima de tudo, bajuladora do partido Frelimo.

 
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