Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 18 Novembro 2016 09:12

Pode parece que estamos a caricaturar mas, infelizmente, é nisto que somos bons neste país: empregar sobrinhos, amantes e cunhados, esvaziar os cofres do Estado e ampliar os patrimónios pessoais à custa do dinheiro do povo. Como consequência disso, hoje o país caminha a passos largos para uma situação insustentável. Tudo indica que o pior está por vir. Porém, o mais revoltante nessa história é saber o rumo que dado ao dinheiro que nós é descontado todos os santos mês, após jornadas duras de trabalho.

A que propósito vem isto agora? A propósito da delapidação desenfreada do património do contribuinte moçambicano, levado a cabo pela Frelimo, atráves do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Há anos que o dinheiro da Segurança Social tem sido gasto em negócios obscuros, para não dizer duvidosos. Exemplo disso é o investimento de mais de um bilião de meticais do dinheiro que os moçambicanos são forçados a descontar, numa instituição bancária que hoje é dada como falida. Além disso, num negócio que, na verdade, se trata de uma burla qualificada, o INSS emprestou pouco mais de 200 milhões de meticais a uma empresa de ramo de aviação.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 11 Novembro 2016 10:18

Não é preciso pendurar-nos nos relatórios lavrados nos escritórios em Maputo, cujos resultados do estudo dependem do humor e cor partidária dos pseudo-especialistas que vivem numa constante modorra física e produzem os documentos eivados de nada e de nenhuma coisa, para ter a real dimensão da desgrenhada miséria em que vivem centenas de milhares de moçambicanos.

Basta derrubarmos as ameias ideológicas e revestimo-nos de sentimento pelos empobrecidos deste país cinicamente baptizado por “Pátria de Heróis”. Basta abandonarmos o sossego dos nossos lares e andarmos pelo quarteirão vizinho para nos depararmos com a realidade mais obscena sem precedentes. Só não vê que não quer ver.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 04 Novembro 2016 09:57

Se existia réstia de dúvidas, hoje parece não haver mais. É, diga-se em abono da verdade, chegada a hora dos moçambicanos abandonarem o conforto dos seus lares e sairem às ruas. Há motivos mais do que suficientes para tal, a começar pela incompetência aguda, passando pela insensibilidade e excesso de corrupção, até à falta de sensatez do Governo da Frelimo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 28 Outubro 2016 08:56

Não é novidade para os moçambicanos de que o país continua a imergir nas profundezas do pântano da desgraça, empurrado por uma corja que ainda finge que dirige a nação. Só não vê a incompetência mórbida do Governo da Frelimo que, por conforto ou cumplicidade, anda a colocar ameias ideológicas para não ver a obscena realidade que o país atravessa a cada dia que passa.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 21 Outubro 2016 07:27

É, simultaneamente, preocupante e revoltante o que temos vindo a assistir todos os dias neste sofrido país, no auge do conflito armado que opõe as Forças de Defesa e Segurança a mando do Governo da Frelimo, e os homens da Renamo. É chocante o número de cidadãos moçambicanos que têm sido vítimas de crimes hediondos perpetrados pelo esquadrão da morte criado pela Frelimo para aniquilar todos os moçambicanos que não compactuam com a política e governação terroristas promovidas por este partido no poder.

Actualizado em Sexta, 21 Outubro 2016 18:34
 
Escrito por Redação   
Sexta, 14 Outubro 2016 08:27

O que se pode esperar do futuro de Moçambique? Pelo andar da carruagem a resposta é para já negativa. Ou seja, excessivamente nada. Aliás, os últimos acontecimentos no país são paradigmáticos de que Moçambique continua a ir a pique, devido à imprudência de um bando de improdutivos e corruptos que insiste em manter-se no poder desde a independência.

Moçambique é, presentemente, assolado por situações que o fazem dele um dos piores países do mundo para se viver. Prossegue uma guerra civil, assiste-se ao extermínio pelo esquadrão da morte de indivíduos ligados aos partidos da oposição, para além das dívidas ilegalmente avalizadas pelo Estado moçambicano. Todos esses factores, que na verdade são reflexo da má governação que nos é imposta pela Frelimo, empurra o futuro dos moçambicanos para o pântano da incerteza.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 30 Setembro 2016 08:57

A notícia que dá conta da prisão da ex-Presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) não nos deve distrair dos inúmeros problemas de corrupção que infesta o aparelho do Estado. Aliás, este caso é paradigmático do que, nestes últimos tempos, tem estado a acontecer nas instituições públicas ou do Estado. Ou seja, é a prova cabal do que sempre fazem todos os indivíduos sem entranhas de humanidade quando lhes é confiados a coisa pública.

Os dirigentes moçambicanos, após a sua nomeação, a primeira coisa que invariavelmente fazem, diga-se de passagem com mestria, é espoliar a pátria de todos nós de modo a satisfazer os seus insaciáveis estômagos e garantir que os seus descendentes venham ficar a cobertos de preocupações financeiras no futuro.

Actualizado em Sexta, 30 Setembro 2016 17:03
 
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