Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 23 Setembro 2016 09:48

Se havia alguma dúvida relativa à índole do Governo moçambicano, hoje parece não haver mais. Aliás, o tempo tem-se encarregado de mostrar o quão mesquinho é o Governo de turno. Nos últimos meses, sobretudo após ser despoletado o caso das dívidas contraídas com o aval ilegal do Estado, assistimos a uma série de demonstração de vaidadezinha política protagonizada pelo Governo da Frelimo.

Devido a esse comportamento, inúmeras vezes, dissemos aqui que o Executivo de Nyusi caminha alegremente para se tornar um bom exemplo de incapacidade e incompetência da história recente do país. O Presidente da República, Filipe Nyusi, por diversas vezes, mostrou-se contra a auditoria externa às contas públicas, uma exigência apresentada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

 
Escrito por Redação   
Sexta, 16 Setembro 2016 08:28

A comissão mista incumbida de preparar o encontro entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, com intuito de pôr fim ao conflito armado, prossegue indiferente ao sofrimento de centenas de moçambicanos. Recentemente, as negociações entre as delegações da Frelimo e da Renamo haviam sido interrompidas sem consenso. Pouco importa as razões por detrás de tal situação, até porque os moçambicanos já estão habituados a esse tipo de teatro protagonizado por actores amadores de muito mau gosto de sempre.

Na verdade, diante de tal situação é indiscutível que a comissão mista é exemplo mais bem acabado de um clube de amigos que se encontram esporadicamente para beber uns copos e colocar a conversa em dia, à custa do cadavérico dinheiro público, razão pela qual não se regista nenhum avanço nas negociações.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Setembro 2016 08:50

É preocupante quando assistimos, impávidos e serenos, tamanha demonstração de falta de decoro, habilmente protagonizada pelo secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLN), durante as comemorações do dia 07 de Setembro. Vergonhoso é, na verdade, a única palavra que descreve o teatro deprimente encenado por aquele representante da agremiação que se esperava que fosse apartidária.

Numa altura em que os esforços estão virados para pôr fim o conflito armado que já se arrasta há mais de dois anos, o secretário-geral da ACLLN aparece com comentários incendiários, de apelo à violência, mostrando, assim, a ignorância por que ainda se rege, assim como a sua associação. Com os sentidos embotados, lembrando um indivíduo sob efeito de alguma substância psicotrópica, pediu, em viva voz, ao Presidente da República, Filipe Nyusi, armas para “de uma vez por todas acabar com a Renamo” e o seu líder Afonso Dhlakama.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 02 Setembro 2016 08:40

Se, no passado recente, havia dúvidas em relação ao destino do país, hoje parece não haver. A cada dia que passa é notório que Moçambique continua, a passos largos, a descer às profundezas do pântano da desgraça, resultante da incompetência mórbida do Governo da Frelimo. O sinal mais evidente desta triste realidade é o facto de os moçambicanos estarem a ser obrigados a apertar o cinto mais do que já está.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 26 Agosto 2016 08:32

A quem beneficia o conflito armado que o país atravessa? Certamente, ao povo moçambicano não. Aliás, pelo andar da carruagem, tudo indica que há interesses obscuros e inexplicáveis por detrás desta guerra que tem vindo a dizimar dezenas de vidas humanas e o sonho de milhares de moçambicanos. Há, sem sombra de dúvidas, figuras, ligadas ao partido no poder, que têm vindo a “alimentar-se” desse conflito armado, razão pela qual lutam para que não haja o cessar-fogo a curto prazo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 19 Agosto 2016 08:52

Nunca antes o povo moçambicano esteve tão desprotegido como nos dias que ocorrem. A cada dia que passa a situação tende a deteriorar-se, ou seja, o que já era complicado, agora piorou. Presentemente, os moçambicanos vivem numa insegurança mórbida sem precedentes, e na constante incerteza de voltar a respirar no dia seguinte. Tudo porque a Polícia moçambicana, assim como as forças governamentais, tem estado a semear terror, dor e luto no seio das famílias.

No lugar de garantir a segurança dos moçambicanos, a Polícia é o principal promotor da criminalidade e execuções sumárias de cidadãos indefesos e inocentes. Um pouco por todo país são reportados casos de indivíduos barbaramente assassinados pela Polícia moçambicana. Os casos mais recentes deram-se nas cidades da Beira, Nampula e Nacala-Porto, onde alguns dos nossos compatriotas foram alvejados mortalmente.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 12 Agosto 2016 08:59

Vergonhoso e repugnante, é o que se pode dizer da Justiça moçambicana. Pois, passam sensivelmente 15 anos após o hediondo crime que vitimou o economista Siba-Siba Macuácua. Crime esse equiparado às actividades violentas perpetradas pelos tenebrosos e sanguinários grupos terroristas que têm semeado dor e luto por onde actuam.

Porém, o mais revoltante na situação em aprecio é a inoperância e a ineficiência da Justiça, sobretudo de órgãos como a Polícia de Investigação Criminal e a Procuradoria-Geral da República, que continuam a fingir que nada aconteceu. Aliás, os cidadãos moçambicanos, espalhados por este extenso Moçambique, assistem, impávido e sereno, à morosidade desta nossa Justiça podre, desactualizada e sem entranhas de humanidade. Já se passam 15 anos e, até então, não se sabe os motivos por detrás dessa bárbaro crime.

Actualizado em Sexta, 12 Agosto 2016 09:12
 
Início Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte Final

Pág. 9 de 23