Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 05 Maio 2017 08:29

O Presidente da República, Filipe Nyusi, e os seus títeres da corte estão metidos a especialistas na arte de vender peixe podre, ou seja, têm estado a tentar passar uma imagem de que estão surpreendidos com a situação que verificam ao longo das suas visitas que efectuam às instituições públicas e/ou do Estado, nos últimos dias. Há alguns meses, Nyusi e a sua turma querem convencer aos moçambicanos de que estão preocupados com a precaridade ou a ineficiência em que se encontram algumas instituições. Na vã tentativa de aldrabar o povo, que ele se considera o seu empregado, e renovar, provavelmente, o seu mandato, tem estado a mostrar a sua suposta indignação para os jornalistas verem e reportarem.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 28 Abril 2017 07:51

Eis a perfeita receita de como destruir uma nação: Deixe-se um partido, de preferência a Frelimo, no poder por via de fraude ou não, e pega-se em pouco mais de uma centena de indivíduos (têm de ser de ambos os sexos), tempere-os com ignorância para subscreverem todas as estúpidas decisões tomadas na “Pereira de Lagos” e coloque-os a aquecer as cadeiras da Assembleia da República. Não se esqueça de arranjar um bando de indivíduos para formar o Governo de turno – se os sujeitos forem dado à corrupção ou terem participações nesta e naquela empresa, melhor. Deixe-os tomar decisões eufemisticamente em nome do povo. Ofereça-os um salário e umas mordomias principescas, e adicione-se umas gotas, quanto baste, de insensibilidade para com os moçambicanos. Já está. Serve-se a uma temperatura politicamente fria.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 21 Abril 2017 08:50

A estupidez e a falta de respeito do Governo da Frelimo para com o povo moçambicano nunca foram tão acentuadas como nos últimos tempos. Se antigamente encondiam-se por detrás do cinismo de que estão preocupados com o bem-estar dos moçambicanos, presentemente essa turma de insensíveis que dirigem o nosso país perdeu a vergonha na cara e, esporadicamente, vai lançando fel para a população.

Os reajustes salariais aprovados e apresentados esta semana pelo Governo da Frelimo são provas do desrepeito à dignidade dos trabalhadores moçambicanos. Ou seja, os aumentos salariais anunciados não passam de uns míseros meticais para distrair os moçambicanos dos graves problemas que o país tem vindo atravessar desde que foram contraídas as dívidas sem o aval do Parlamento. Estes aumentos, diga-se em abono da verdade, para além de demonstrarem insensibilidade por parte do Governo, representam um insulto a todos os trabalhadores. A título de exemplo, se para os funcionários e agentes de Estado que auferem um salário mínimo foi acrescido aproximadamente 700 meticais, para os que auferem acima de um salário foi fixado um aumento de 500 meticais. Que absurdo!

 
Escrito por Redação   
Quinta, 13 Abril 2017 08:22

Vergonhosamente, o Governo da Frelimo tem vindo, algumas vezes em silêncio e em segredo, a impingir aos moçambicanos as dívidas contraídas ilegalmente com o aval do Estado pelas empresas EMATUM, Proindicus e MAM. Esta quinta-feira (13), os moçambicanos serão crucificados com as dívidas, ou seja, os empréstimos passarão oficialmente a Dívida Pública, uma vez que, de forma impune, foram incorporadas, pelo Governo da Frelimo, na Conta Geral de Estado de 2015.

A turma dos “camaradas” que, com aquele ar de meros empregados públicos cientificamente preparados para dizer “sim” a todo tipo de documento, escrito num idioma parecido com o português para aldrabar incautos, prepara-se para legitimar a maior e das piores situações de corrupção pós-independência. Aliás, não se pode esperar outra posição da banca parlamentar da Frelimo, até porque os deputados cravados na Assembleia da República estão ali para subscrever documentos que visam deixar a população na penúria. Este grupo, na sua habitual chatice congénita, continua a demonstrar desprezo absoluto por alguns princípios básicos da democracia, valendo-se da maioria absoluta parlamentar. Os deputados da Frelimo prosseguem indiferentes ao eleitor, ao povo e à opinião pública.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 06 Abril 2017 07:27

A despeito da provocada crise económica que o país atravessa, a corrupção generalizada e visível, e a aparente estabilidade político-militar, a ideia de mudança continua a gerar uma profunda e mórbida desconfiança e, de certa maneira, medo nos moçambicanos. Os preços dos bens de primeira necessidade continuam a disparar em flecha, minguando o poder de compra do povo, mas ninguém pensa em mudança de regime.

Na verdade, é fora de dúvida que a mudança nunca é fácil tendo em conta que há um receio legítimo, ou natural, que inibe a necessidade de mudar o estado das coisas. O desenvolvimento e o futuro do país, diga-se em abono da verdade, depende desse golpe de asa. É inegável que o fenómeno corrupção – diga-se de passagem, organizada -, exclusão social, partidarização do aparelho do Estado e falta de uma democracia funcional continua a ser o principal obstáculo à materialização do desenvolvimento socio-económico de Moçambique e de uma identidade e cidadania moçambicana.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 31 Março 2017 09:06

Desoladora e vergonhosa são, sem dúvidas, as únicas palavras que qualificam a gestão da empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), nos últimos dias. Nunca, em tão pouco tempo, os moçambicanos foram surpreendidos com sistemáticos e assustadores péssimos serviços prestados pela companhia de bandeira. Aliás, a situação não é de hoje, até porque as Linhas Aéreas de Moçambique já nos habituou a esse triste e lamentável realidade. Não é por acaso que foi banida de sobrevoar o espaço europeu.

Actualizado em Sexta, 31 Março 2017 09:15
 
Escrito por Redação   
Sexta, 24 Março 2017 08:30

A cada dia que passa, vai ficando evidente que somos um país governado por um bando de incompetentes cujo único senso de economia é o esbanjamento e espoliação dos cofres públicos. Aliás, pelo andar da carruagem, tudo indica que o pior momento para o povo moçambicano ainda está por vir. Os moçambicanos terão de apertar o cinto mais do que já está, de modo a terem pelo menos uma refeição por dia.

A subida do preço de combustível, cinicamente denominada de ajuste de preços, é paradigmático do que temos estado a falar. Ou seja, cinco meses após último aumento, a gasolina passa dos actuais 50.02 meticais para 56.06 meticais o litro, o gasóleo de 45.83 meticais para 51.89 meticais o litro. Esta nova realidade vai sufocar os moçambicanos, pois, em tabela, aumentam os preços de produtos alimentares, transportes, entre outras necessidades da população.

 
Início Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte Final

Pág. 2 de 21