Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 22 Dezembro 2017 08:35

O Presidente da República, Filipe Nyusi, foi nesta quarta-feira (20) à Assembleia da República apresentar o seu informe sobre o Estado da Nação. Como sempre, o informe do Chefe de Estado não trouxe nada de novo, a não ser as habituais frases feitas e lugares comuns. Nyusi não apresentou nada que relance a esperança de mudança da situação económica do país e um futuro diferente para os moçambicanos.

Actualizado em Terça, 26 Dezembro 2017 06:30
 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Dezembro 2017 09:40

Quando chegou a informação relativamente à exoneração de José Pacheco do cargo de ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, o país quase parou de alegria e “bailou” com a notícia. O afastamento de Pacheco passou a ser o principal tema das conversas nas redes sociais e quase todas as esquinas. Devido a essa situação, o Presidente da República recebeu todos elogios possíveis e, sem dúvidas, ele passou a ser visto como um homem sério e comprometido com a causa do país.

Há muito que se esperava uma notícia dessas. Até porque Pacheco, desde que assumiu certas pastas no Governo da Frelimo pouco ou quase nada fez, a não ser meter-se em negociatas para ampliar o seu património pessoal. Não há registo de resultados positivos na vida dos moçambicanos provocados por Pacheco.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Dezembro 2017 08:36

Desde que foram despoletadas as dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo, liderado na altura por Armando Guebuza, os moçambicanos esperam ver os envolvidos na maior fraude do país, quiçá do mundo, de todos os tempos, responsabilizados pelo crime que cometeram contra toda uma nação. Os nomes dos sujeitos já são sobejamente conhecidos, e espanta- nos o silêncio cúmplice da Procuradoria- Geral da República (PGR).

Mas, após um ano e meio a investigar o caso de corrupção na compra de duas aeronaves de marca Embraer pelas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), a PGR ordenou esta semana a detenção de três arguidos, nomeadamente Paulo Zucula, antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Zimba, antigo Gestor Sénior da Sasol Pretroleum Temane, e de José Viegas, antigo PCA das LAM, enquanto continua a instrução preparatória da acusação.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 01 Dezembro 2017 08:23

É de senso comum, para todos os moçambicanos, que não se deve dar uma réstia de credibilidade às palavras do ministro de Economia e Finanças, Adriano Maleiane. Até porque os moçambicanos já o ouviram dizer que não sabia da existência das dívidas contraídas ilegalmente pelo Governo da Frelimo. Mais tarde, assistimos a Maleiane a defender que a dívida pública moçambicana era sustentável, para além de ter dito que “a dívida não era um mal em si” e que “não havia registo de outras dívidas”, entre outras baboseiras.

Com o tempo, provou-se que tudo que Maleiane andou a dizer não passava de conversa para boi dormir, uma vez que as dívidas ilegais foram reveladas e assistimos ao Estado moçambicano a dar calotes aos seus credores, não honrando o pagamento das prestações acordadas.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 24 Novembro 2017 08:17

Desde a Independência Nacional, a governação da Frelimo tem sido marcada por actos que não têm estado a contribuir para o bem-estar dos moçambicanos, mas sim para um punhado de indivíduos ligados ao partido. A governação de Filipe Nyusi não é uma excepção. Ela é marcada de discursos vazios. Os moçambicanos querem ver acções ou obras políticas, e não discursos e politiquice. Mas não quaisquer acções.

É que estamos, como sociedade, numa altura em que os moçambicanos esperam obras por parte do Chefe de Estado, mas este limita¬-se em politiquices e, devido a essa situação, o país continua a ver a sua reputação mergulhada na lama. A título de exemplo, no índice de Governação Africana (IIAG) de 2017, Moçambique caiu duas posições, o que quer dizer que a governação de Filipe Nyusi não está a ser melhor do que a do seu antecessor, que empurrou este país para a sarjeta.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 17 Novembro 2017 07:59

A cada dia que passa fica evidente que os dirigentes e gestores deste país o único sentido de economia que têm é o de esbanjamento desenfreado dos bens públicos. Não é preciso ser um especialista em economia para prever o abismo em que o povo moçambicano tem sido forçosamente empurrado nos últimos tempos. Basta apenas ter o conhecimento semelhante à de milhares de moçambicanos, sobretudo as donas de casa cujo único sentido de economia que conhecem é o de gerir durante um mês 10 quilos de farinha de milho, cinco litros de óleo vegetal e uma lâmina de carapau congelado com um agregado familiar-tipo em Moçambique com pelo menos cinco pessoas.

Actualizado em Segunda, 20 Novembro 2017 08:06
 
Escrito por Redação   
Quinta, 09 Novembro 2017 22:06

Quando, há poucas semanas, assistimos ao Tribunal Judicial da Cidade de Nampula a condenar Manuel Tocova, edil interino de Nampula, pelo crime de desobediência, a reacção de todos foi de espanto e indignação. Sucede que, na história da Justiça moçambicana, não há registo de celeridade de um processo, à semelhança do que aconteceu com Tocova. Aliás, é sempre assim quando se trata de casos envolvendo indivíduos que não estão ligados ao partido no poder.

Foi impressionante a forma como os órgãos da justiça a nível de Nampula se desdobraram para condenar o edil interino acusado de recusar-se a fornecer documentos sobre exoneração de vereadores solicitados pelo Ministério Público. Ainda nesta semana, as notícias dando conta da prisão de Tocova, acusado de porte ilegal de arma de fogo, voltaram a causar espanto. É por demais evidente que a nossa Justiça anda enviesada e está ao serviço do regime da Frelimo para distrair o povo moçambicano dos reais problemas que preocupam a nação.

Actualizado em Sábado, 11 Novembro 2017 10:48
 
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