Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 30 Novembro 2018 07:51

Indubitavelmente, acabar com os casamentos prematuros deve ser um imperativo nacional, dada as nefastas consequências que a prática representa na vida e no futuro das raparigas, e não só. Quase todos os dias, assistimos até à exaustão a inúmeras campanhas e iniciativas em torno deste drama, porém, os casos tendem a ganhar proporções bastante alarmantes.

Essa vergonhosa realidade deve-se, em grande medida, a falta de iniciativas claras e concretas para acabar com esse mal que, na verdade, é fruto da pobreza extrema em que vivem milhares de moçambicanos. Não se pode pensar em combater aos casamentos prematuros sem antes erradicar a “fome” que fustiga as famílias moçambicanas, sobretudo no meio rural.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 23 Novembro 2018 08:52

Já é sabido – por experiência feita – que a forma como é conduzido o processo eleitoral em Moçambique é intrinsecamente uma trapaça, uma vez que não se vislumbra o pleno exercício da cidadania e democracia. Como sempre, este ano voltámos a brincar às eleições e no próximo ano também voltar-se-á a brincar às eleições, pois ainda prevalece um grande défice democrático no país provocado por instituições como o STAE, a CNE e o Conselho Constitucional.

Actualizado em Sexta, 23 Novembro 2018 09:03
 
Escrito por Redação   
Sexta, 09 Novembro 2018 08:01

Prestes a findar mais um ano em que os moçambicanos foram forçados a viver à intempérie, por conta da incompetência aguda por que ainda se rege o Governo da Frelimo, este bando de indivíduos decidiu mostrar, às escancaras, toda a sua falta de bom senso e o quanto está disposto a empurrar este país para sarjeta e aniquilar todos os moçambicanos.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 02 Novembro 2018 08:00

Desde a Independência nacional, os moçambicanos acreditaram na promessa de um país livre económica, social, cultural e politicamente do jugo colonial, mas o que se tem assistido é que o povo tem vivido anos de sacrifícios e intempérie. A situação por que passa a população moçambicana resulta da falta de sensibilidade por parte do Governo que tem dirigido os destinos do país desde a independência. O tempo tem demonstrado que é impossível humanizar os políticos de turno que tem feito o povo da sua besta de carga.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 26 Outubro 2018 08:04

O que já era de se esperar, aconteceu. Em sessão plenária de centralização nacional e apuramento geral das eleições autárquicas do passado dia 10 de Outubro, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) negou proceder à recontagem dos resultados dos municípios de Monapo, Moatize, Alto Molócuè, Marromeu e Matola, onde a Renamo reivindica vitória. A posição da CNE não causa espanto a nenhum moçambicano minimamnte atento. Aliás, é sabido por experiência todas as decisões parciais e partidárias tomadas por este organismo eleitoral que se esperava que fosse imparcial.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 19 Outubro 2018 07:51

Já faz precisamente um ano após o assassinato covarde e bárbaro do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Mahumudo Amurane. Diga-se em abono da verdade que Amurane foi uma daquelas figuras que entrou na vida de milhares de nampulenses, e não só, com a mesma naturalidade dos parentes mais próximos.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 12 Outubro 2018 07:51

Na última quarta-feira, 10 de Outubro, os moçambicanos em 53 autárquicas do país não foram apenas às urnas votar no seu partido de eleição ou num projecto político. Pelo contrário, foi uma oportunidade para os eleitores demonstrarem o seu sentimento de indignação. Ou seja, os eleitores foram às urnas depositar um voto de indignação contra o Governo de turno para uma mudança que a população almeja há 20 anos, desde as primeiras eleições multipartidárias.

 
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