Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 29 Setembro 2017 08:49

No seu discurso da cerimónia de abertura do XI Congresso do partido Frelimo, o Presidente da República, Filipe Nyusi, afirmou que o combate a corrupção é o mais urgente e vital de todos os desafios no seu partido e no governo. Porém, o discurso de Nyusi não passou de mais um discurso vazio e cheio de boas intenções para os jornalistas presentes no evento ouvirem, anotarem e reportarem. Os cidadãos menos atentos e sem nenhuma noção crítica devem ter achado louvável, quando Filipe Nyusi disse não pode haver tolerância com a ilegalidade, o suborno, a extorsão e todos os outros desmandos e que a Frelimo não pode permitir que se feche os olhos a esses abusos.

Porém, um mero olhar para a actual situação que o país atravessa é notório que as palavras do Presidente da República não passam de um emaranhado de ideias sem nenhum alcance. Ou seja, o discurso não traz novidade nenhuma e reflecte meras intenções do Chefe de Estado, pois é sabido que a corrupção tem vindo aumentar no seu do governo da Frelimo.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 22 Setembro 2017 06:49

O Governo incompetente e insensível da Frelimo, por alguma razão, decidiu ir ao bolso do pobrezinho cidadão moçambicano para satisfazer os seus luxuosos caprichos e continuar a aumentar os seus privilégios insaciáveis. Ou seja, reunidos na última sessão do Conselho de Ministros, realizada na terça- -feira, 19, o bando de insensíveis decidiu alterar o Código do Imposto sobre Consumo Específicos. Dentre as alterações mais destacáveis consta o aumento da taxa de importação de viaturas com mais de sete anos e tributar viaturas com cilindrada inferior a mil centímetros cúbicos. Esta corja de saqueador decidiu ainda passar a tributar ou agravar as taxas cobradas na importação de cimento, carapau, algumas bebida alcoólicas e refrigerantes.

 
Escrito por Redação   
Terça, 19 Setembro 2017 05:41

O Jornal @Verdade tomou conhecimento, através do WhatsApp, da circulação de uma informação cuja autoria é-lhe atribuída, segundo a qual a polícia moçambicana e sul-africana estão a investigar um caso de lavagem de dinheiro e venda de drogas entre as fronteiras dos dois países, envolvendo um suposto dono de uma empresa de seguros em Moçambique, identificado pelo nome de Henrique Almeida, mais conhecido por Kinho.

Actualizado em Terça, 19 Setembro 2017 05:48
 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Setembro 2017 08:57

As estradas nacionais continuam sangrentas, causando luto e dor às famílias moçambicanas, o que faz dos acidentes de viação uma das principais causas de mortalidade da população. Os números mostram que só na semana passada pelo menos 37 pessoas morreram, e 80 contraíram ferimentos, dos quais 23 graves e 57 ligeiros, como consequência de 32 acidentes de viação registados em todo o território nacional.

Diante dessa preocupante e dolorosa realidade, o Comando- Geral da Polícia da República de Moçambique, apontam como as principais causas destes sinistros,o excesso de velocidade, condução em estado de embriaguez má travessia de peão e ultrapassagem irregular. Como se isso não bastasse, a Polícia vem ao público, qual um disco riscado, apelar, ferverosamente, para a necessidade de se reflectir em torno desse grave problema, uma vez que centenas de vidas perdem-se nas estradas e de tantas outras vítimas que contraem lesões, algumas das quais irreversíveis.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Setembro 2017 08:22

No exercício das suas funções como mandatário do povo, o deputado tem obrigação de defender o interesse e o bem- -estar da população que o elegeu. A Constituição da República de Moçambique, no número 2 do Artigo 168, define que o deputado representa todo o país e não apenas o círculo pelo qual é eleito. Mas na Assembleia da República temos vindo a assistir uma situação bastante preocupante e lamentável, envolvendo especificamente os deputados da bancada parlamentar da Frelimo.

Actualizado em Sexta, 08 Setembro 2017 09:07
 
Escrito por Redação   
Sexta, 01 Setembro 2017 09:50

Temos de mudar o país. E, para isso, temos de mudar de regime e de Governo. O país no qual vivemos é um verdadeiro inferno. Temos de mudar o país porque se trata de uma nação fundada na corrupção, e na desgraça dos moçambicanos. Vivemos num país de pernas para o ar, criado por um bando de indivíduos que se auto-intitula donos do país, razão pela qual se abarrotam de privilégios, enquanto a maioria da população vivem entre ruínas, escombros e numa miséria sem precedentes.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 25 Agosto 2017 07:58

Quando o Presidente da República, Filipe Nyusi, nas suas habituais e infrutíferas visitas às instituições públicas ou/e de Estado, a esperança era de que alguma coisa seria feita de modo a tirar nas instituições visitadas do marasmo em que se encontra. Note-se que, em mais uma das visitas, o Chefe de Estado encheu a boca para dizer que é preciso quebrar o mito que as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) são a companhia de bandeira. Porém, pelos últimos acontecimentos tudo indica que não passou de mais uma conversa para os jornalistas anotarem e reportarem.

 
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