Editorial



Escrito por Redação   
Sexta, 08 Março 2019 07:38

A cada dia que passa fica claro a agenda do Governo da Frelimo: esvaziar os cofres do Estado ou forçar os moçambicanos a apertarem o cinto mais do que já está. O aumento do preço de energia eléctrica é mais uma prova inequívoca desse plano terrorista que o Governo da Frelimo tem estado a implementar desde a Independência Nacional.

 
Escrito por Redação   
Quinta, 21 Fevereiro 2019 21:00

Diante das detenções que têm vindo acontecer no âmbito das dívidas contraídas ilegamente pelo Governo da Frelimo, já se deveria quebrar a imunidade dos deputados da banca parlamentar da Frelimo na Assembleia da República. Pois, os deputados da Frelimo mostraram, várias vezes, que não estão na Assembleia da República em representação do povo moçambicano, mas sim para acomodar interesses pessoais de um grupo de gananciosos.

Actualizado em Sexta, 22 Fevereiro 2019 07:42
 
Escrito por Redação   
Sexta, 15 Fevereiro 2019 07:25

Depois de anos a fingir que nada está a acontecer, a Procuradoria-Geral da República (PGR), qual uma virgem pudica, decidiu encenar uma peça na vã tentativa de lavar a sua imagem. A PGR quer convencer aos moçambicanos que sempre estive preocupado (e andou a investigar) com o caso das dívidas contraídas de forma ilegal pelo Governo da Frelimo.

Subitamente, começaram a correr informações sobre as detenções de algumas figuras envolvidas numa das maiores roubalheiras de todos os tempos. O primeiro nome que começou a soar é a de Teófilo Nhangumule e, mais tarde, ficamos a saber da prisão de Gregório Leão, António de Rosário e assim por diante. Os moçambicanos menos atentos e sem nenhuma emoção crítica devem ter achado a iniciativa do Ministério Público louvável, quando, na verdade, se trata de uma tentativa de distrair os moçambicanos dos reais problemas do país, sobretudo num ano eleitoral.

Actualizado em Sábado, 16 Fevereiro 2019 10:47
 
Escrito por Redação   
Sexta, 08 Fevereiro 2019 07:27

É muito descaramento por parte dos indivíduos ligados ao partido Frelimo, quando o assunto são as dívidas contraídas de forma ilegal. Ou seja, volvidos mais de 4 anos após o Tribunal Administrativo ter constatado que o Governo de Armando Guebuza, sem a devida autorização do Parlamento moçambicano, emitiu avales e garantias para os bancos Credit Suisse e VTB, o partido Frelimo veio a público afirmar de forma peremptória que ainda tem dúvidas que os empréstimos da Proindicus, EMATUM e da MAM sejam ilegais.

 
Escrito por Redação   
Sexta, 01 Fevereiro 2019 07:02

Cada vez que se sai dos principais centros urbanos fica mais evidente a qualidade dos serviços prestados pelas empesas públicas, sobretudo aqueles que têm o monopólio do mercado. É o caso da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM), cujos serviços prestados à população moçambicana deixam muito a desejar. Este facto não é novo, perdura décadas.

A vila municipal de Chiúre, na província de Cabo Delgado, é exemplo disso. Esta pacata vila, atravessada pela Estrada Nacional número 1 (N1), tem sido constantemente privada de energia eléctrica por longos períodos, sem falar da péssima qualidade da corrente. Aliás, a cada meia hora, os munícipes dessa vila lhes são privados o acesso a corrente eléctrica.

Actualizado em Sábado, 02 Fevereiro 2019 23:07
 
Escrito por Redação   
Sexta, 25 Janeiro 2019 06:50

A cada dia que passa fica evidente que o nosso país está à beira de um abismo sem precedentes, em consequência da política terrorista e sem entranhas de humanidade, imposta pelo regime autoritário da Frelimo. Se quisermos salvar o nosso país, precisamos de urgentemente nos desfazer deste bando de corruptos e sem competência dos políticos profissionais que nos têm governado desde 1975.

Se quisermos salvar Moçambique, temos de questionar a ostentação obscena em que vive um punhado de indivíduos ligados ao poder e exigir explicação sobre as diversas anomalias que enfermam o nosso país. Se quisermos salvar o nosso país, os moçambicanos devem se atrever a resistirem ao regime da Frelimo e a contrariarem as suas desmedidas ambições de delapidar erário e ampliar os seus patrimónios pessoais à custa do sofrimento do povo.

Actualizado em Sábado, 26 Janeiro 2019 08:49
 
Escrito por Redação   
Sexta, 18 Janeiro 2019 06:25

De acordo com o Índice de Democracia elaborado anualmente pelo “The Economist”, a posição de Moçambique deteriorou-se em 2018, passando a ser como um regime autoritáro. Pesaram para esta vergonhosa classificação as eleições autárquicas realizadas em Outubro passado, onde vergonhosamente assistimos a um retrocesso no processo democrático no país.

Actualizado em Sexta, 18 Janeiro 2019 07:53
 
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