Escrito por Observatório do Meio Rural   
Quarta, 26 Setembro 2018 02:39

Pretende-se com o texto fazer uma análise comparativa das principais fases dos sistemas agro-alimentares no Mundo e em Moçambique, designadamente: insumos, produção primária, transformação industrial, comercialização (com enfoque na grande distribuição) e consumo, de modo a averiguar se o sistema agro-alimentar moçambicano apresenta características do sistema agro-alimentar mundial. Verificou-se haver tendências de algumas características do sistema agro-alimentar moçambicano se aproximarem do sistema agro-alimentar mundial, com impacto na dieta alimentar dos moçambicanos urbanos e alteração (ainda que pouco significativa) da estrutura produtiva agrícola.

 
Escrito por Observatório do Meio Rural   
Quinta, 20 Setembro 2018 07:16

Existem conflitualidades em grande parte do meio rural moçambicano por efeitos combinados da penetração do capital nas áreas do agro-negócio (commodities, florestas e game-farms), dos recursos naturais (unidades industriais e garimpo), do turismo e de infra-estruturas (estradas, portos e barragens), com a existência de fragilidades institucionais que estabelecem diferentes alianças entre si. Capital e Estado frágil terminam por serem funcionais reforçando-se mutuamente.

 
Quarta, 19 Setembro 2018 07:43

Foto da Presidência da República“Volvidos sete meses (...) voltamos a Nampula onde formalmente fazemos entrega à província de 90 mil carteiras, o que consolida a entrega de 166 mil carteiras a nível nacional...” disse o presidente Filipe Nyusi, domingo, dia 16 de Setembro, na Escola Secundária de Monapo,(Jornal O País online, 16.09.18). Neste discurso, o Presidente Nyusi omitiu que as carteiras escolares que acabava de fazer a entrega foram fabricadas pela Luxoflex Lda, uma empresa que tem como accionista Cláudia Nyusi, sua filha, que participa na estrutura acionista desta empresa através da Dambo Investe, Limitada.

 
Escrito por Redação   
Terça, 18 Setembro 2018 07:59

Os governos de Moçambique e de vários países africanos são unânimes em reconhecer o potencial da agricultura para o crescimento e dinamização das economias nacionais e desenvolvimento do continente. Esse reconhecimento, é manifestado, quer através das políticas nacionais, sectoriais e multissectoriais da agricultura, assim como de diferentes iniciativas regionais e continentais, promovidas através da UA (União Africana).

 
Escrito por Redação   
Quinta, 06 Setembro 2018 07:14

A equipa de formadores do Instituto de Formação de Nampula, vem por este meio fazer uma denuncia com o intuito de dar a conhecer um pouco daquilo que se passa no Instituto de Formação de Professores de Nampula que por sinal é um dos maiores do país. O Instituto de Formação de Professores de Nampula (IFPN) tornou-se nos últimos momentos num centro de anarquia, selvageria, amiguismo, confrontação, ofensas, calúnias, etc; desde o momento em que a nova “direcção” tomou posse. Os problema resumem-se nos seguintes pontos:

 
Escrito por Justiça Ambiental   
Quarta, 05 Setembro 2018 07:35

“As barragens poderão estar entre os mais renitentes legados coloniais em África. Nem leis, tradições ou padrões de vida persistem como elas. Fixas na paisagem, elas vão mudando o mundo em seu redor enquanto teimosamente se mostram resistentes a quaisquer mudanças significativas. Cahora Bassa, concluída no trecho moçambicano do rio Zambeze em 1974, um ano antes do fim do domínio Português, foi catastrófica para aproximadamente meio milhão de pessoas que dependiam do rio e seu delta para subsistir e para dezenas de milhares de pessoas que foram realocadas à força quando o lago da represa foi criado. Ainda hoje, o esquema de gestão do fluxo necessário para maximizar a exportação de eletricidade para a África do Sul continua a dizimar as safras da estação seca e a reduzir drasticamente a pesca, tornando a vida ao longo do Zambeze dificilmente suportável.

Actualizado em Quarta, 05 Setembro 2018 07:53
 
Escrito por Justiça Ambiental   
Segunda, 27 Agosto 2018 22:31

A primeira vez que fui para Límbue, povoado do distrito de Lugela, na Província da Zambézia foi em Junho de 2016. Na altura, ia fazer um prétrabalho de campo sobre as comunidades que viviam com o Monte Mabu. O inverno já se fazia sentir, mas o sol ainda brilhava. A viagem de Mocuba para Lugela leva cerca de 3 horas de camião. Por seu turno, uma viagem até Límbue pode levar cerca de 5 horas. Na altura a estrada era só de terra batida, com muitas subidas e descidas. Voltei para Límbue em meados de 2017, e de novo em Abril de 2018 aquando do meu trabalho de campo. Nesse tempo a empresa Mota-engil já havia começado com as obras de construção da estrada que liga Mocuba a Tacuane com uma faixa de rodagem para dois sentidos.

Actualizado em Terça, 28 Agosto 2018 07:45
 
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