Xiconhoca
Escrito por Redação  
Sexta, 26 Janeiro 2018 08:06
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Os nossos leitores escolheram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Falta de dinheiro para emergência

É uma vergonha o que se assiste p no nosso país, por culpa de um Governo incompetente da Frelimo que desde a Independência Nacional dirige o destino dos moçambicanos. É preocupante g quando um Governo não capaz de mobilizar recursos para fazer face à situações de emergências, mas tem dinheiro para comprar um jato para o Presidente da República, Filipe Nyusi. A situação mais caricata deu com a passagem da Depressão Tropical que desalojou mais de 78 mil pessoas, matou pelo menos sete pessoas e deixou intransitáveis 17 troços nas províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa. Para minimizar o impacto, são necessários 307 milhões de meticais, contudo o Governo de Filipe Nyusi só alocou no Orçamento de Estado 162 milhões para toda época chuvosa, e agora está de mãos estendidas aos Parceiros de Cooperação Internacional. Quanta Xiconhoquice!

Cólera

A seriedade de um país vê-se na capacidade do país ultrapassar situações básicas, como é o caso de melhorar o saneamento do meio e disponibilizar água potável aos seus cidadãos. Mas este não é o caso do nosso país, onde o Governo continua a marimbar-se para a população. O exemplo disso é surto de cólera que existe na província de Nampula e que já causou uma vítima mortal. Na província do Niassa foi dado alerta para intensificar a prevenção. Com 1521 casos registados desde que o surto eclodiu em finais do ano passado pelo menos uma pessoa perdeu a vida devido a cólera na província de Nampula, de acordo com o Conselho de Ministros, reunido nesta terça-feira (23) em Maputo. Essa realidade demonstra a indiferença do Governo da Frelimo em relação ao bem-estar dos moçambicanos.

Desorganização da votação em Nampula

A desorganização no processo de votação na eleição intercalar para escolha do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula é de bradar aos céus. A título de exemplo, muitas assembleias de voto demoraram a abrir e, até 08h30, em muitas mesas de voto ainda não se estava a votar. A desculpa usada para justificar a desorganização é a demora da chegada do material nos postos de votação, mas houve também casos de troca de cadernos entre mesas de voto. Outra situação lamentável é o facto de alguns eleitores não verem os seus nomes nos cadernos, apesar de se terem recenseado no mesmo local. Sem dúvidas, essa desorganização foi criada pela Comissão Nacional das Eleições (CNE) em conluio com o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) para favorecer, como sempre, o candidato do partido Frelimo É caso para dizer que esta é mais uma desorganização bem organizada pela CNE e o STAE.

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