Xiconhoca
Escrito por Redação  
Sexta, 20 Abril 2018 07:22
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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Dívida Pública Interna

Definitivamente, o Governo incompetente e imprudente da Frelimo pretende ver o povo moçambicano mergulhado na sarjeta mais do que já está, pois, indiferente aos alertas sobre a insustentabilidade da Dívida Pública, que inúmeras vezes o Banco de Moçambique (BM) tem vindo apresentar, Filipe Nyusi e a sua turma de incompetentes continuam a endividar os moçambicanos elevando a Dívida Pública Interna para mais de 107 biliões de meticais. O mais preocupante nessa situação é que o Governo de Nyusi usou grande parte desse valor para amortizar as dívidas ilegais da Proindicus e da EMATUM. A cada ano que passa o país continua a contrair dívidas. Isso mostra de forma clara o quão inconsequente é o Governo da Frelimo, para além da sua falta de sensibilidade em relação ao sofrimento dos moçambicanos.

Baptismo de caloiros na UniZambeze

A universidade deveria ser um espaço onde o indivíduo devia se humanizar, mas não é o que acontece na Universidade Zambeze (UniZambeze), sobretudo na cidade de Mocuba, província da Zambézia. Sucede que um bando de estudantes (se é que se pode chamar de estudantes) demonstrou um comportamento violento e de vandalismo naquilo que seria a cerimónia de recepção dos calorios. Num acto de clara violação dos direitos humanos, os estudantes daquela universidade submeteram aos novos ingressos à graves e deprimentes situações, tais como comer fezes humanas e outros excrementos, resíduos sólidos putridos, para além de serem desferidos violentos golpes. O mais preocupante é que esta situação foi feita com o consentimento dos docentes e o pessoal da Direccção da faculdade. Isto prova que ao invés de quadros para o país se está a formar vândalos e arruaceiros.

Tráfico de marfim sem traficantes

Há situações que só acontecem em Moçambique. É o caso da ç q apreensão pela Autoridade Tributária de Moçambique (AT) de pontas de marfim, no Terminal Internacional Marítimo (TIMAR), correspondentes a três toneladas e cerca de 434 elefantes abatidos. A mercadoria que estava disfarçada de garrafas plásticas prensadas para reciclagem e acondicionadas num contentor de 40 pés, tinha como destino o continente asiático, concretamente para o Reino de Cambodja. O mais caricato é que até então não foi identificado o dono do contentor embora o mesmo tenha sido despachado com documentação, ou seja, as autoridades moçambicanas querem que os moçambicanos acreditem que aquela quantidade de cornos, empacotou-se sozinho no contentor e foi parar no porto de Maputo. Quanta Xiconhoquice!

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