Xiconhoca
Escrito por Redação  
Sexta, 29 Junho 2018 08:22
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Os nossos leitores elegeram os seguintes Xiconhocas na semana finda:

Polícia

A Polícia da República de Moçambique (PRM) é o exemplo máximo de Xiconhoca. Numa altura em que os moçambicanos estão preocuoados em obter informações sobre os recorrentes ataques protagonizado pelo grupo denominado Al Shabaab, a Polícia simplesmente faz ouvidos de mercador. O caso mais prático tem a ver com o facto das autoridades policiais terem fugido dos órgãos de informação para não serem questionados sobre os ataques recentes em Cabo Delgado praticado supostamente pelo grupo que a Polícia moçambicana andou a cantar de que estava fragilizado.

Nélia Mulembwé

Há indivíduos habituados a atropelar a lei moçambicana e julgam que podem fazê-lo fora do país. É o caso da cidadã Nélia Mulembwé, residente nos Estados Unidos da América (EUA), condenada a seis meses de prisão por escravizar uma mulher também moçambicana como babá dos seus filhos que introduziu no país com documentação fraudulenta. Nélia, de 37 anos de idade, confessou em juízo ter trazido para os EUA uma cidadã declarando ser estudante em visita por um mês recorrendo para o efeito a documentos forjados para a obtenção do visto de entrada naquele país. Xiconhoca!

Frelimo e Renamo

O braço-de-ferro entre a Frelimo e a Renamo relativamente ao pacote eleitoral já começa a causar irritação aos moçambicanos. Essa situação já provocou o adiamento sine die da sessão extraordinária que visava a apreciação e aprovação do novo pacote eleitoral pelo Parlamento, facto esse que constitui um contratempo ao calendário eleitoral para as quintas eleições autárquicas, a realizarem-se no dia 10 de Outubro próximo. Cada vez mais fica claro a falta de seriedade e bom senso entre estas duas forças políticas, que se tem mostrado uns verdadeiros Xiconhocas até à médula.

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Actualizado em Sábado, 30 Junho 2018 03:37
 
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