Xiconhoca
Escrito por Redação  
Quinta, 06 Setembro 2018 07:28
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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Balanço positivo da FACIM

Terminou no passado dia 2 de Setembro, em Ricatla, distrito de Marracuene, a 54ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2018), a maior mostra de negócio em Moçambique. No evento eram esperados 1500 expositores nacionais, porém, por alguma carga de água só lá estiveram 1.386. Eram também esperados cerca de 600 expositores estrangeiros e só estiveram 222. Relativamente, a presença de outros países, havia uma previsão da participação de 28 países, mas estiveram 24. Quanto aos visitantes, eram esperados 95000 pessoas, mas só passaram por lá cerca de 40 mil. Diante dessa situação, os organizadores do evento não tiveram hulmidade suficiente para aceitar que o mesmo não decorreu como previsto, e encheram o peito para afirmar que o balanço foi positivo. Na verdade, o evento que, decorreu sob o lema “Moçambique e o mundo alargando o mercado, promovendo investimento e potenciais parcerias”, foi um fiasco.

Estatísticas do Turismo

Não se sabe ao certo o tipo de estupefaciente que o pessoal responsável pelo sector de turismo no país tem estado a consumir, mas pelas estatíticas que os indivíduos têm vindo a apresentar demonstra que se trata de droga pesada. A prova de que estes indivíduos andam alucinados é o facto de o sector do Turismo ter anunciado recentemente que durante primeiro semestre o País recebeu 1,653.398 visitantes, mais 118 porcento do que em igual período de 2017. O sector privado reafirmou que essas estatísticas não são reais, Moçambique terá recebido apenas cerca de 500 mil turistas, a taxa de ocupação de hotéis caiu para apenas 19 por cento. Esses dados mostram claramente que o pessoal Ministério da Cultura e Turismo, que tem estado a fazer avaliação positiva, anda embriagado.

Importação de Milho

Afinal, ao contrário do que o nosso empregado propagandeia, o nosso País não se tornou auto-suficiente na produção de milho. As estatísticas oficiais mostram que só em 2017, ano em que foi alardeado supostos excedentes na produção deste cereal que é a base da alimentação dos moçambicanos, o Governo importou 44,7 milhões de dólares de milho! Então há auto suficiência ou o que existe é mesmo muita xiconhoquice?

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