Xiconhoca
Escrito por Redação  
Sexta, 21 Setembro 2018 10:17
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Os nossos leitores elegeram as seguintes Xiconhoquices na semana finda:

Viagem secreta à Suíça

Numa clara falta de transparência que caracteriza o Governo da Frelimo, o Presidente Filipe Nyusi fez, na última quinta-feira (13), uma visita não anunciada à Suíça, país que lidera o grupo de contacto nas negociações com o partido Renamo mas também sede do principal banco das dívidas ilegais. Não se sabe ao certo o que Filipe Nyusi foi lá fazer, mas usando a desculpa da visita oficial ao Estado do Vaticano. De acordo com o Governo daquele país europeu Filipe Nyusi, fez uma visita de cortesia ao seu homólogo Alain Berset onde informou ao Presidente da Confederação sobre os progressos realizados no processo de paz em Moçambique. Ironicamente a directora-geral do FMI apelou aos países pobres, como Moçambique, a terem ainda mais transparência na gestão das suas dívidas soberanas. Parece que, quando assunto é transparência, o Governo da Frelimo fica assustado.

Décimo pior país do mundo

É deveras vergonhoso o facto de, após quatro decadas de independência, o nosso país continuar entre os piores países do mundo com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,437. Ou seja, a expectativa de vida melhorou muito pouco, a escolaridade expectável permanece inalterada assim como os anos de estudo, mas piorou o rendimento per capita dos moçambicanos. A cada dia que passa fica claro que o Governo da Frelimo é o maior problema para os moçambicanos. Todos os anos, assistimos a degradação do desenvolvimento humano. O pior de tudo é que essa bando que dirige os destinos deste país pouco ou quase nada faz para reverter a situação triste em quese vive em Moçambique.

Falhanço das metas de aumento da cobertura de água potável

As metas que o Governo moçambicano coloca a si mesmo são bastante ridículas, pois nunca chega a atingi-las. Exemplo disso¸ o Executivo de Filipe Nyusi continua a falhar as suas metas pouco ambiciosas de reabilitar e expandir os sistemas de abastecimento de água assim como de expandir as redes de distribuição de água potável violando os Direitos Humanos de milhões de moçambicanos. Dos 51 sistemas de água previstos construir este ano apenas 4 foram iniciados durante o 1ª semestre mas as obras estão paralisadas. Os 211 quilómetros de redes de água previstos serem expandidos apenas 4 quilómetros foram executados. Diga-se em abono da verdade, que essa situação mostra claramente falta de vontade em resolver os verdadeiros problemas que apoquentam os moçambicanos. Quanta Xiconhoquice!

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