Caso suspeito do ébola na Bélgica
Vida e Lazer - Saúde e bem Estar
Escrito por Agências  
Quarta, 20 Agosto 2014 09:56
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Um jovem guineense de 13 anos que chegou à Bélgica na semana passada proveniente da Guiné Conacry foi colocado em quarentena no hospital universitário Père Damien, em Ostende, para verificar se ele é portador do vírus do Ébola, soube-se, esta terça-feira (19), de fonte hospitalar.

O hospital confirmou que o rapaz, que apresentava uma forte febre à sua chegada, tinha malária, mas foi mantido em quarentena para verficar se ele tem o vírus do Ébola, que afecta a Guiné Conakry, a Libéria, a Serra Leoa e a Nigéria.

Os pais do rapaz e o pessoal médico que esteve em contacto com o paciente não foram colocados em quarentena, mas estão proibidos de deslocação e devem ficar em casa para evitar uma eventual contaminação da população.

Segundo o médico Mario Schumglers, o rapaz guineense poderá deixar o hospital logo que se constatar uma diminuição da temperatura do seu corpo. Na Bélgica, medidas muito estritas de controlo foram tomadas, nomeadamente no aeroporto internacional de Zaventem, para evitar a intrusão do vírus mortal.

Alimentos frescos, peixes, carnes, frutas e legumes provenientes de África foram destruídos, provocando uma penúria destes produtos alimentares nas lojas de Matongé, o bairro africano de Bruxelas.

Esta situação prejudica os Africanos que conservaram os hábitos alimentares do país de origem, especialmente os numerosos Congoleses que continuam a apreciar o consumo de chikwanga, espécie de pão com farinha de mandioca, o seu alimento quase diário.

Os gestores de mercearias tropicais - maioritariamente Congoleses, Guineenses e Paquistaneses - estão igualmente a ser vítimas desta situação, visto que as suas lojas são menos frequentadas causando uma redução do seu volume de negócios.

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Actualizado em Quarta, 20 Agosto 2014 11:13
 
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