Projecto Rovuma LNG vai alocar 500 milhões de pés cúbicos de gás natural à Moçambique para produção de energia, fertilizantes e combustíveis líquidos
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Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 19 Junho 2019 22:17

Foto de Adérito CaldeiraO Plano de Desenvolvimento do Projecto Rovuma LNG, liderado pela ExxonMobil que se propõe a explorar campos unificados da Área 1 e 4, na Província de Cabo Delgado, estabelece que: “As Concessionárias devem disponibilizar uma quantidade total de 500 MMSCFD (milhões de pés cúbicos) de gás natural para o mercado doméstico”. Ao @Verdade o ministro dos Recurso Minerais e Energia revelou que esse gás será usado para produzir “energia, fertilizantes e combustíveis líquidos”.

Actualizado em Quinta, 20 Junho 2019 16:22
 
Governo ignora iminente perda de 3 mil postos de trabalho na Açucareira de Mafambisse
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Escrito por Adérito Caldeira   
Quarta, 19 Junho 2019 01:08

O Governo de Filipe Nyusi está a ignorar a iminente perda de mais de 3 mil postos de trabalho permanente e milhares de outros sazonais na Açucareira de Mafambisse na sequência dos escândalos financeiros em que o principal accionista, a empresa sul-africana Tongaat Hulett, está envolvida acumulando uma dívida bancária de 11 biliões de rands. “Eles estão só a tirar matéria-prima, cortam a cana, carregam para a fábrica para processar e não estão a tratar a plantação que deixou de ser até regada, eles cortam e abandonam, eles não querem isto”, revelou ao @Verdade o Secretário do Comité Sindical da empresa onde o Estado é accionista minoritário.

Actualizado em Quarta, 19 Junho 2019 06:13
 
Moçambique deve 2,2 biliões de Dólares a bancos dos EUA, África do Sul, Itália, Japão e China ...dívida da ENH poderá ascender a 5,5 biliões
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Escrito por Adérito Caldeira   
Segunda, 17 Junho 2019 22:09

O nosso país torna-se a partir desta terça-feira (18) devedor das agências de crédito à exportação dos Estados Unidos da América, África do Sul, Itália, Japão e China em virtude da Garantia Soberana de 2,25 biliões de Dólares que o Governo concedeu à Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) para participar dos investimentos na Área 1 do Bloco do Rovuma. O @Verdade apurou que até ao final de 2019 o braço empresarial do Estado nos projectos de petróleo e gás poderá elevar a sua dívida, que também é do povo moçambicano, até os 5,5 biliões de Dólares norte-americanos.

Actualizado em Terça, 18 Junho 2019 08:11
 
Estratégia de Moçambique para zona de livre-comércio africana é “criar agregados de suplier side para exportar em simultâneo” de África para o mundo
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Escrito por Adérito Caldeira   
Domingo, 16 Junho 2019 22:10

Foto de Adérito CaldeiraA entrada em vigor do Tratado Continental Africano de Livre-Comércio, no próximo mês de Julho, criará um mercado de 1,2 bilião de consumidores no nosso continente, porém para o ministro da Indústria e Comércio de Moçambique, Ragendra de Sousa, o potencial é “criar agregados de suplier side (...) para exportar em simultâneo” de África para o mundo. Mais céptico Kekobad Patel, do sector privado, alertou que “se vamos abrir de qualquer maneira podemos ter problemas como tivemos com a integração na SADC (...) o vizinho mais forte entrou e matou toda indústria”.

Actualizado em Segunda, 17 Junho 2019 08:23
 
Banco Mundial recomenda “eliminar o uso obrigatório dos despachantes aduaneiros” em Moçambique
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Escrito por Adérito Caldeira   
Quinta, 13 Junho 2019 22:20

Banco Mundial, Doing Business subnacional 2019O Banco Mundial avaliou os portos de Maputo, Beira e Nacala e a fronteira de Ressano Garcia e concluiu que Moçambique ainda não atingiu todo o seu potencial de comércio internacional. “Um aspecto é melhorar a infra-estrutura principalmente nos portos, outra área que pode reduzir os custos significativamente é eliminar o uso obrigatório dos despachantes aduaneiros”, assinalou Rita Ramalho, gestora sénior da instituição. Porém Kekobad Patel, da CTA e Administrador da empresa que gere a Janela Única Electrónica, explicou ao @Verdade que o problema “é que nem todos intervenientes no processo estão informatizados como são os casos de alguns ministérios envolvidos no comércio externo”.

 
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