SELO: A filosofia como crítica da razão política na sociedade - Por Rabim Chiria
Escrito por Redação   
Quinta, 11 Janeiro 2018 08:25

Em primeiro lugar, gostaria de salientar que a política é um conjunto de acções levadas a efeito por indivíduos, grupos, governantes com vista a resolver os problemas com que se depara uma colectividade humana, no entanto, essas práticas são orientadas por imperativo: o bem comum, ordem pública, a justiça, harmonia e equilíbrio social. Portanto, esta definição monstra claramente que a pior forma de fazer política para um indivíduo é procurar convencer-se que não gosta de política.

 
SELO: Estado da Nação: quem governa deve saber o que se deseja ou se tem de alcançar * - Por Ricardo Santos
Escrito por Redação   
Quarta, 10 Janeiro 2018 07:49

Quem quiser almejar uma posição de liderança duradoura deve-se abster de comandar directamente os seus peões. O que parece fácil gerir numa taberna ou quiosque de esquina, torna-se um pesadelo numa grande organização como o Estado. Por isso, quem governa deve saber o que se deseja ou se tem de alcançar. E como vai ser feito. E deve também, clarificar os objectivos macro e micro a alcançar. Para que o mais baixo escalão dos executantes esteja sintonizado mental e emocionalmente com os objectivos e elementos básicos do plano e da política do líder. E isto, não se limita a um memorando de intenções dirigido às suas bases partidárias.

 
SELO: O segredo da felicidade e da liberdade - Por Rabim Chiria
Escrito por Redação   
Terça, 09 Janeiro 2018 06:50

Hoje em dia, é comum ouvir que o segrego da felicidade é a liberdade e o segredo da liberdade é a coragem. Mas não é verdade, pois, o verdadeiro segredo da felicidade e da liberdade é o princípio da boa vontade. Porquê o princípio da boa vontade? O princípio da boa vontade é único bom em si. Alegria, ou seja, o contentamento com a sua sorte sob o nome da felicidade, a liberdade e a coragem, esses todos princípios não são bons em si, apenas são coisas desejáveis. Mas podem tornar-se extremamente más e prejudiciais se a vontade que os constituem não for boa.

Actualizado em Terça, 09 Janeiro 2018 07:42
 
SELO: O pensamento político de Rousseau - Por Rabim Chiria
Escrito por Redação   
Quarta, 03 Janeiro 2018 22:16

Rousseau é autor contratualista, porém, ele tem algumas diferenças em relação a Hobbes e Locke. O que tem de semelhante é o estado de natureza e de sociedade, mas Rousseau vai mais além, o seu objecto não é analisar o aspecto jurídico, ele analisa o que sustente esse aspecto jurídico. Na visão dele o que sustenta o aspecto jurídico do Estado é a esfera social. Rousseau trabalha com três momentos não com dois, como os outros. Rousseau fala do estado de natureza, estado de sociedade, e momento do contrato social.

 
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