SELO: Carta Denúncia - por Funcionários indignados
Escrito por Redação   
Quinta, 21 Maio 2015 08:08

Excelentíssimo Senhor

Ministro da Indústria e Comércio de Moçambique

Um grupo de funcionários do Instituto para a Promoção de Exportações, inconformados com a arrogância, atrocidades e cultura de ilegalidades que caracteriza a Direcção desta instituição há anos, decidiu, acreditando que V.Excia pode pôr o fim deste clima com vista ao cumprimento do mandato atribuído ao IPEX, fazer a seguinte denúncia:

Actualizado em Quinta, 21 Maio 2015 08:22
 
SELO: Tornei-me anónimo
Escrito por Redação   
Quarta, 20 Maio 2015 08:14

Nasci numa família de classe social baixa, nos arredores da periferia de Maputo. Sou da terra que viu nascer Mondlane, Samora, Chissano, Guebuza e, posteriormente, Nyusi. Continuo perplexo se é a mesma donde descende Simango, Matsangaiça, entre outros e, mais tarde, Dhlakama.

Fui sempre submisso aos superiores, seja na família, escola, igreja e nas diversas esferas da sociedade.

 
SELO: Estêvão Matsinhe, o rosto do regionalismo implantado em Moçambique - Por Jorge Valente
Escrito por Redação   
Terça, 19 Maio 2015 15:07

O tempo e o diabo sempre esconderam o regionalismo e o colonialismo doméstico que a Frelimo instalou e consolidou em Moçambique. Mas como tudo o que se esconde o tempo exterioriza ao longo do próprio tempo, eis que no dia 10 de Maio de 2015, numa altura em que o povo foi desprezado e se instalara um governo ilegal, o senhor Estêvão Matsinhe foi a Quelimane informar à população que os males que a Frelimo instalou estão em todos os lados.

A sociedade sempre reclamou devido à gravidade dos males que a Frelimo criou neste país, como é o caso da corrupção, do nepotismo, do amiguismo, da arrogância, do suborno, da negligencia, do regionalismo, do tribalismo e do enriquecimento ilício em todos os sectores públicos e privados.

 
SELO: Declaração de Maputo da Sociedade Civil Africana sobre Justiça Climática
Escrito por Justiça Ambiental   
Sexta, 15 Maio 2015 09:14

Defensores de Justiça Climática, representantes de comunidades e de movimentos sociais reuniram-se em Maputo, Moçambique de 21 a 23 Abril de 2015, para abordar as raízes, manifestações e impactos das mudanças climáticas em África e para refletir sobre as respostas necessárias para essas crises. No final das deliberações, foi acordado que África está a ser desproporcionalmente afectada pela crise climática, embora não tenha contribuído significativamente para o problema. A conferência também observou que a crise climática é de natureza sistémica e é resultado de sistemas económicos e políticos defeituosos que exigem revisão urgente. Em particular, a reunião considerou que África foi maciçamente saqueada ao longo dos séculos e continua a sofrer os impactos graves da exploração de recursos e conflitos relacionados.

Actualizado em Sexta, 15 Maio 2015 09:51
 
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