SELO: A falsificação do uniforme escolar e a crise na relação entre professor/aluno - Por Ivan Maússe
Escrito por Redação   
Quinta, 02 Julho 2015 07:20

A alínea a) do artigo 45º da Constituição da República de Moçambique, sustenta que “todo o cidadão tem o dever de servir a comunidade nacional, pondo ao seu serviço as suas capacidades físicas e intelectuais”.

Deste modo, surge o presente artigo como um contributo intelectual sobre três questões de interesse nacional: (i) a falsificação do uniforme escolar por intermédio de jovens alunos dos níveis primário e secundário; e (ii) a vertiginosa e vergonhosa mudança que se operou a nível das relações professor e aluno; e (iii) os desafios para o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano.

Actualizado em Quinta, 02 Julho 2015 08:14
 
SELO: Aparente auscultação pública sobre o ProSavana: Mais um diálogo fantoche - por Organizações da Sociedade Civil
Escrito por Redação   
Terça, 30 Junho 2015 07:24

O Centro de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, acolheu no passado dia 12 de Junho de 2015 um encontro referente à fase nacional de “auscultação pública” do programa Prosavana, à semelhança do que aconteceu nos meses de Abril e Maio ao nível dos distritos e capitais das províncias de Nampula, Niassa e Zambézia. O encontro foi dirigido e moderado pelo ministro da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA), José Pacheco. Ora, compulsados os preceitos sobre a consulta pública em apreço, incluindo a “Directiva-Geral para o Processo de Participação Pública no Processo de Avaliação de Impacto Ambiental” aprovada pelo Diploma Ministerial nº 130/2006 de 19 de Julho, é deverás notório que os mesmos não têm sido respeitados em todo este processo de auscultação pública do Programa ProSavana.

 
Direito a Resposta “Restaurantes informais sufocam as ruas de Nampula”
Escrito por Redação   
Segunda, 22 Junho 2015 11:29

Lemos com bastante susto e admiração a notícia veiculada no vosso @Verdade Online, (no Destaque Nacional de 11 de Junho), intitulado “Restaurantes informais sufocam as ruas de Nampula” que, entre outras falsidades apresentadas, cita palavras do edil de Nampula, Mahamudo Amurane a assumir que o Conselho Municipal de Nampula reconhece a proliferação de vendedores informais nas ruas da urbe e que não há outra alternativa para corrigir a situação. A referida notícia diz, por outro lado, que o edil de Nampula chamou de grupos vulneráveis e que dependem de pequenos biscates para a sua sobrevivência os vendedores de rua.

 
SELO: Carta aberta ao senhor Afonso Macacho Marceta Dhlakama - Por Euclides da Flora
Escrito por Redação   
Sexta, 19 Junho 2015 08:16

Exmo. senhor presidente da Renamo. Foram e são marcas que não se apagam da minha memória e que são “insistidas” pelas lembranças desagradáveis daquele dia de dor, que separa o mundo da felicidade do da dor: A minha família morreu carbonizada algures na província de Inhambane por causa da guerra dos 16 anos. O senhor calcula a minha dor?

Actualizado em Sexta, 19 Junho 2015 10:54
 
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