Toma que te dou: E no fim de toda esta desgraça virá o genocídio
Escrito por Alexandre Chaúque   
Segunda, 09 Junho 2014 12:00

Ele não se cansa de trovejar enquanto o rio não voltar para o seu curso normal. Está sentado no cume da montanha observando tudo, atirando várias redes de emalhar para impedir que esses homens continuem a caminhar em direcção as espigas de aço. Não pára de dissuadir a todos esses que descem e sobem montes e montanhas transportando armas para matar. Atira flores para as suas cabeças para ver se o perfume emanado lhes demove e… nada! Canta para eles na esperança de receber em troca outras notas em barítono ou em tenor ou em contrabaixo… também nada. Revolve nos alfobres sagrados que traz no espírito e de lá retira a mirra que é ignorada pelos homens que já enlouqueceram em definitivo.

 
Toma que te dou: A palavra e os carrascos
Escrito por Alexandre Chaúque   
Quinta, 29 Maio 2014 13:03

E todas as suas palavras são esmagadas. Cada sílaba que ele burila é colocada na balança pelos carrascos, que depois a vituperam. Estão sempre na contramão, prontos para fazer colidir e destruir o carrocel das parábolas. É vigiado pelas hienas que, na sua estupidez, esperam, ao longe, pela queda dos braços que baloiçam ao longo do corpo desse elegido.

Actualizado em Quinta, 29 Maio 2014 20:02
 
Kerygma: Outras boladas
Escrito por Cremildo Bahule   
Quinta, 22 Maio 2014 14:36

Ontem alguém disse-me que estamos a caminhar para um Moçambique onde o dinheiro, adquirido de forma honesta, se vai tornar uma raridade. Ou a espécie “dinheiro” não será alcançada por pessoas honestas. Isto pode parecer absurdo, mas os novos incidentes do país dos “homens da paridade” indicam-nos que estamos a caminhar para essa realidade.

Actualizado em Quinta, 22 Maio 2014 14:59
 
Toma que te dou: Chapa despedaça boi e mata inocentes
Escrito por Alexandre Chaúque   
Quinta, 22 Maio 2014 14:34

Quem me conta esta história é um amigo de circunstância com quem viajei de “chapa” na última segunda-feira. Íamos a Tofo, e na primeira curva apertada que encontrámos, depois do aeroporto, não capotámos porque o nosso ‘dia’ ainda não tinha chegado. Mas o sinal de mau agoiro já tinha sido dado com a pancadaria desencadeada entre dois “chapeiros”, e que deixou o nosso condutor com um “galo” na testa.

Actualizado em Quinta, 22 Maio 2014 14:53
 
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