SELO: Na área de rigor: Ostentação a despropósito na despedida de D. Dinis Sengulane
Escrito por Renato Caldeira   
Quinta, 12 Junho 2014 17:16

Quem sou eu, modesto “escrevinhador” de crónicas desportivas, para questionar o longo e meritório trabalho que Dom Dinis Sengulane fez – e ainda faz – em prol do povo de Moçambique? Porém, não se trata de querer beliscar toda a obra conhecida e reconhecida, de um bispo trabalhador, humilde e engajado, sobretudo em causas que envolvam desfavorecidos

Actualizado em Quinta, 12 Junho 2014 17:24
 
Toma que te dou: Carta não publicada em homenagem a Tsungu Thsoni*
Escrito por Alexandre Chaúque   
Quinta, 12 Junho 2014 13:37

Homenagear Tsungu Thsoni é evocar um tempo. Uma época em que a alma era colocada em primeiro lugar, acima de tudo. Tsungu Thsoni é um personagem. E os personagens estão para além de nós. Estas palavras podem parecer um exagero. Mas só o serão para aqueles que não conhecem esta figura que, mesmo querendo ser discreta, nunca o vai conseguir porque todos a querem cumprimentar. Todos querem ouvir o seu riso franco e brincalhão.

Actualizado em Quinta, 12 Junho 2014 15:19
 
Toma que te dou: E no fim de toda esta desgraça virá o genocídio
Escrito por Alexandre Chaúque   
Segunda, 09 Junho 2014 12:00

Ele não se cansa de trovejar enquanto o rio não voltar para o seu curso normal. Está sentado no cume da montanha observando tudo, atirando várias redes de emalhar para impedir que esses homens continuem a caminhar em direcção as espigas de aço. Não pára de dissuadir a todos esses que descem e sobem montes e montanhas transportando armas para matar. Atira flores para as suas cabeças para ver se o perfume emanado lhes demove e… nada! Canta para eles na esperança de receber em troca outras notas em barítono ou em tenor ou em contrabaixo… também nada. Revolve nos alfobres sagrados que traz no espírito e de lá retira a mirra que é ignorada pelos homens que já enlouqueceram em definitivo.

 
Toma que te dou: A palavra e os carrascos
Escrito por Alexandre Chaúque   
Quinta, 29 Maio 2014 13:03

E todas as suas palavras são esmagadas. Cada sílaba que ele burila é colocada na balança pelos carrascos, que depois a vituperam. Estão sempre na contramão, prontos para fazer colidir e destruir o carrocel das parábolas. É vigiado pelas hienas que, na sua estupidez, esperam, ao longe, pela queda dos braços que baloiçam ao longo do corpo desse elegido.

Actualizado em Quinta, 29 Maio 2014 20:02
 
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